Professor da Unicentro participa do 10. Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado

Professor da Unicentro participa do 10. Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado

Trocar experiências e estabelecer uma aproximação entre a Universidade e o setor empresarial. Esses foram alguns dos resultados obtidos com a participação do professor Marcus Tartaruga, do Departamento de Educação Física, no 10º Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado. O evento, de acordo com o docente, reuniu 200 pessoas, entre profissionais da indústria calçadista, empresários, estudantes e pesquisadores. Todos com o objetivo de discutir e apresentar as novidades relacionadas aos calçados esportivos.

O professor Marcus Tartaruga foi um dos palestrantes do 10º Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado (Foto: arquivo pessoal)

É um Simpósio que ocorre todo ano, na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Ele é organizado pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos, que é um dos institutos credenciados no Brasil para avaliação de calçados e selos de conforto. Tinha gente da área acadêmica, tinha gente da área industrial de fabricação de calçados e pessoas responsáveis pela área do varejo, em venda de calçados esportivos em geral”, conta.

Essa foi a segunda participação do professor Marcus Tartaruga no Simpósio. Nessa edição, ele foi foi convidado para apresentar o estudo que vem desenvolvendo e relaciona a mecânica energética da locomoção e a influência da massa do calçado no gasto energético de corredores de montanha. “Apresentei um estudo que foi feito na época em que eu estava fazendo meu doutorado na França, nas universidades de Toulon e de Nice, que são duas instituições que a Unicentro tem parceria. É um estudo que mostra como a Educação Física pode contribuir para a área tecnológica de materiais esportivos”.
Além de disseminar os resultados obtidos a partir de pesquisas e representar a Unicentro, o professor Marcus também estabeleceu as primeiras tratativas visando firmar um acordo com o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos, e com outros laboratórios de calçados. Essas parcerias, destaca Tartaruga, possibilitarão que novos estudos na área de calçados esportivos sejam realizados. “Desenvolver algumas pesquisas com calçados e sapatos, ou calçados esportivos, relacionando sempre esses calçados com a
área esportiva, especificamente. Estamos acertando algumas reuniões para gente tentar montar um projeto de pesquisa tecnológico na área de avaliação de calçado e voltado para área esportiva, área de locomoção esportiva”.

Para o professor, a participação no Simpósio possibilita aos pesquisadores estreitarem as relações com o setor empresarial. Além disso, afirma, é uma forma de estimular o desenvolvimento de novos estudos tecnológicos. “A gente percebe que as empresas privadas estão se aproximando mais da academia e academia também se aproximando mais das empresas. Eu acho que todo mundo ganha com isso porque a gente consegue fazer avaliações e aplicar aquele conhecimento que a gente tem na área acadêmica para a melhora do desenvolvimento industrial”, finaliza.

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