Estudantes estrangeiras estão em processo de mobilidade na Unicentro

Estudantes estrangeiras estão em processo de mobilidade na Unicentro

Ano a ano a Unicentro abre suas portas para que estudantes de outros países possam realizar parte da formação profissional nos cursos de graduação e pós-graduação ofertados na universidade. Neste primeiro semestre letivo, como conta o chefe da Divisão de Programas Internacionais do Escritório de Relações Internacionais da Unicentro, Miguel Bacheladenski, duas estudantes estrangeiras chegaram a Unicentro para mobilidade. “Uma estudante francesa que está realizando mobilidade junto ao curso de Engenharia Florestal, em Irati. E outra hondurenha matriculada no curso de Medicina Veterinária, no campus Cedeteg”.

A hondurenha Stephanie cursará na Unicentro os cinco anos de Medicina Veterinária (Foto: Coorc)

Stephanie Castro é de Honduras e estudante regular do curso de graduação em Medicina Veterinária, no campus Cedeteg. Ela chegou até a Unicentro por meio do Programa de Estudantes Convênio de Graduação, o PEC-G, administrado pelo Ministério de Relações Exteriores. Em Guarapuava desde fevereiro, a acadêmica destaca a qualidade do ensino ofertado pela Unicentro. “A Unicentro é uma universidade muito boa porque os professores são muito qualificados e o método de ensino é excelente”, avalia.Para ela, o apoio dos professores, que apresentaram uma a uma as oportunidades que a Unicentro oferece, tem sido fundamental nesse início de formação. “Fornecer as informações mais importantes, como é o primeiro período de trabalho, os benefícios para os estudantes na universidade. Por exemplo, eu não sabia o que era estágio porque no meu país não existe. Essas são coisas que só o brasileiro sabe”.

Outra estudante que está fazendo mobilidade na Unicentro é a francesa Amélie Chretien. Na França, ela é aluna regular do curso de Engenharia Agronômica do VetAgro Sup. Mas, aqui no Brasil, está estudando no curso de Engenharia Florestal no campus de Irati. Isso porque ela pretende desenvolver projetos futuros envolvendo as duas engenharias. “Eu gosto de viajar, de descobrir outras línguas, culturas. Então, para mim, é uma oportunidade já que num trabalho futuro quero fazer uma mistura de Agronomia e Engenharia Florestal”, explica.

Segundo Amélie, o interesse em vir para a Unicentro surgiu a partir do contato dela com os estudantes da universidade que fizeram intercâmbio na França. A estudante chegou ao Brasil em fevereiro e permanece no país até julho. Apesar do pouco tempo qui, ela conta que a troca de conhecimentos com os professores e alunos está sendo muito proveitosa. “É bem diferente da França, mas eu gosto da cultura, das pessoas, que são muito legais comigo. Os professores falam um pouco mais devagar, então é muito bom. As pessoas são curiosas sobre meu país, a cultura, posso conversar com eles, isso é muito importante para mim”.

A mobilidade da francesa Amélie terá duração de um semestre (Foto: Coorc)

O processo de mobilidade internacional na Unicentro é uma via de mão dupla. Da mesma forma que estamos recebendo estudantes de fora, existem também alunos da nossa universidade estudando em instituições de outros países. Atualmente, de acordo com o Escritório de Relações Internacionais, a Unicentro possui onze estudantes realizando mobilidade no exterior, em países como França, Portugal, Alemanha, Canadá e Estados Unidos. Segundo com o chefe da Divisão de Programas Internacionais, muitas das mobilidades ocorrem em universidades com as quais a Unicentro já possui convênio, mas outros passam a existir a partir do intercâmbio de estudantes. Por isso, o empenho do Escritório de Relações Internacionais em viabilizar o processo de mobilidade estudantil é contínuo.

“Acaba sendo uma forma de divulgação, de valorização da nossa universidade. O ERI busca, dentro do possível, auxiliar nesse processo – desde a busca de oportunidade de bolsas, que possam viabilizar essas modalidades, bem como no estabelecimento do contato com essas instituições em termos de documentos que podem permitir a mobilidade desses estudantes”, avalia Miguel.

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