Unicentro recebe, nesse primeiro semestre, seis alunos em mobilidade internacional

Unicentro recebe, nesse primeiro semestre, seis alunos em mobilidade internacional

Seis estudantes internacionais acabam de chegar à Unicentro para realizar mobilidade nos cursos de graduação e pós-graduação ofertados pela Universidade. Como forma de acolher esses novos acadêmicos o Escritório de Relações Internacionais da Unicentro (ERI) promoveu uma recepção para os acadêmicos no Gabinete da Reitoria.

Participaram da ação quatro intercambistas. A peruana Sarah Jauregui Zela era uma delas. Ela veio para Guarapuava cursar o Mestrado em Ciências Farmacêuticas. A estudante chegou há apenas duas semanas, mas já elogia a qualidade do ensino oferecido pela Unicentro. “Gostei muito das aulas que tive até agora; também gostei dos professores porque eles têm muito a ensinar, tem muita pesquisa e um grande currículo”, avalia.

Estudantes em mobilidade foram recebidos pelo vice-reitor da Unicentro, professor Osmar Ambrósio de Souza (Foto: Márcio Nei)

O acadêmico Eddy René Huacarpuma, que está cursando Ciência da Computação, também é do Peru. Ele já está no final da graduação e vê na mobilidade internacional uma oportunidade para ampliar sua rede de contatos. “Eu sempre quis vir para o Brasil estudar. Eu espero aprender muito. Além disso, conhecer pessoas”.

Quem também acaba de chegar a Unicentro é o mestrando em Agronomia Bernard Alteme, do Haiti. Apesar da dificuldade inicial com o idioma, o estudante já tem muito claro seus objetivos. “Espero ter uma boa educação aqui no Brasil para poder voltar ao Haiti e transferir todo esse conhecimento aplicado em minha profissão”.

Outro acadêmico que veio participar dos programas de pós-graduação oferecidos pela nossa Universidade é Duván Rodriguez, da Colômbia. Ele vai cursar o Mestrado em Química e acredita que, além da experiência acadêmica, o intercâmbio vai ser uma oportunidade para vivenciar uma nova cultura. “Espero que esta experiência seja muito enriquecedora para minha vida. Quero conhecer a cultura do Brasil e adquirir muito conhecimento na área da Química”, salienta.

De acordo com dados do ERI, entre 2011 e 2018, a Unicentro já registrou 138 experiências de mobilidade internacional discente. O vice-reitor da Instituição, professor Osmar Ambrósio de Souza, avalia que as experiências de internacionalização valorizam a Instituição e corroboram com o seu desenvolvimento. “Se nós estamos recebendo alunos de outras Universidades é porque outras Instituições reconhecem a qualidade do ensino ofertado pela Unicentro. Por outro lado, nós temos aqui a oportunidade de estar convivendo e trocando experiências com alunos de outras Universidades, com outros olhares. Isso vem a enriquecer o nosso processo tanto de ensino, quanto de pesquisa e desenvolvimento”, conta.

Nesse ano, a Unicentro está recebendo seis estudantes de quatro países (Foto: Márcio Nei)

E na Unicentro o objetivo é buscar novas parcerias para fortalecer ainda mais a internacionalização, no âmbito da graduação e da pós-graduação. Para o diretor do Escritório de Relações Internacionais da Unicentro, professor Luís Paulo Gomes Mascarenhas, a importância do intercâmbio estudantil transcende ao próprio ambiente universitário. “É importante essa troca cultural, a troca de conhecimento, o desenvolvimento e o estímulo a prática de línguas. O ambiente estudantil engrandece, enriquece com uma outra cultura dentro da sala de aula”, relata.

Dos seis estudantes em mobilidade na Unicentro atualmente, apenas o peruano Eddy René Huacarpuma retorna para seu país em julho desse ano. Os estudantes da pós-graduação – Duván, Sarah, Sebastian e o colombiano Luis Eduardo Rojas, matriculado no Mestrado em Biologia Evolutiva – permanecem no Brasil até março de 2020, quando devem defender suas dissertações. Já a cabo-verdiana Cleida Helena Monteiro Rodrigues, que está na Unicentro para estudar Nutrição, permanece em Guarapuava pelos próximos quatro anos, já que vai cursar toda graduação na nossa Universidade.

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