Estudante da Unicentro é contemplado com bolsa de mobilidade acadêmica no Canadá

Estudante da Unicentro é contemplado com bolsa de mobilidade acadêmica no Canadá

Troca de experiências e de conhecimento. Esses são alguns dos benefícios para os estudantes que optam pela mobilidade acadêmica. Nesse ano, a Unicentro, que tem em parceria com diversas universidades das Américas, da Europa, da Ásia e da Oceania, mais uma vez, participou do Elap, que é o Programa Futuros Líderes nas Américas, promovido pelo governo canadense.

Segundo o diretor do Escritório de Relações Internacionais da Unicentro, Miguel Bacheladenski, a seleção para o Elap é feita pelas próprias universidades do Canadá. Os estudantes escolhidos são contemplados com o intercâmbio e,também, com bolsas. “Nosso processo de seleção considera simplesmente a parte do desempenho acadêmico, que são as notas dos estudantes durante o seu curso aqui na instituição. Um requisito básico também é a questão da formação linguística, no mínimo apresentar um nível intermediário ou avançado para poder estar concorrendo a essas bolsas”, explica Miguel.

Os selecionados para o Elap 2019 fazem o intercâmbio nesse segundo semestre. E um dos contemplados foi o Wesley Henrique Prates, que é estudante do curso de Letras Inglês. O discente vai passar quatro meses na Lakehead University e já faz planos para o intercâmbio. “Eu quero levar bastante cultura, eu quero mostrar o Brasil, mostrar como é ser um estudante de universidade pública no Brasil, mostrar um pouco do contexto atual também para eles. Eu tenho alguns projetos para lá, que eu também vou tentar fazer enquanto estiver lá, alguma pesquisa de campo preparar algumas aulas”, planeja.

Para o diretor do ERI, a troca de experiências entre alunos e universidade pode agregar também para que outros estudantes possam pensar na mobilidade internacional. “Essa troca de experiência entre o que é bom para estudante e o que é bom para a universidade canadense no retorno lhe trará muitas experiências positivas, que poderão ser compartilhadas com seus colegas no seu curso, com seus professores, e, de alguma forma, motivando outras pessoas a pensarem na mobilidade internacional”, pondera Miguel.

 

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