Unicentro forma segunda turma da Residência Multiprofissional em Saúde da Família

Unicentro forma segunda turma da Residência Multiprofissional em Saúde da Família

O ditado popular diz que uma andorinha só não faz verão. Mas um grupo delas pode fazer a diferença. Pelo menos é o que acredita a professora Carine Sangaletti, coordenadora do Programa de Residência Multidisciplinar com ênfase em Saúde da Família. No encerramento da segunda turma a participar do programa, a docente explica como os profissionais que fizeram parte e vieram de áreas diversas conseguem impactar de maneira positiva o sistema de saúde. “Médico nenhum consegue mudar a qualidade da saúde das populações, porque uma pessoa só não consegue. Nem que fosse o melhor médico, o melhor enfermeiro. Agora, em equipe, que é a essência do nosso programa, o problema de um paciente não é só de um médico, só de um enfermeiro. É de todos. Então essa lógica que faz a mudança”, afirma. 

O mote principal da residência é que profissionais recém-formados atuem em unidades básicas de saúde ao mesmo tempo em que dão continuidade a formação, através de aulas teóricas e orientação de professores. Entre os profissionais que fazem parte da equipe da residência estão enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos.”Os residentes recebem uma bolsa do Ministério da Saúde e eles têm que dar em troca uma assistência de boa qualidade. Nós da Unicentro ajudamos a formar esse bom profissional e esses bons resultados vem da nossa boa formação”, explica a professora Carine.

Uma das pessoas que conclui agora a residência é o profissional de Educação Física Felipe de Oliveira Fontanella. Para ele, a união entre teoria e prática é o que mais fez a diferença no curso. “Para minha formação profissional foi excelente. Todo aporte que eles te dão através do fundamento teórico, mais a prática, potencializa muito o trabalho profissional. Então, a residência é importante por conta disso. Isso transforma o profissional para ele realmente entender como ele vai desempenhar o papel dele melhor”.

Encerramento reuniu professores e residentes (Foto: Coorc)

Colega de Felipe na residência, a enfermeira Camila Couto concorda com os benefícios da mistura entre ensino teórico e prática. Ela acredita que participar da residência muda a visão generalista que vem dos tempos de graduação. “Ter uma oportunidade de participar de um programa desse é um crescimento muito grande. Amplia muito nossa visão o fato da gente estar atuando durante esse processo de aprendizado. Acho que é muito positivo porque a gente consegue, realmente, ver como que profissional pode atuar”.

A chefe da Divisão de Residências da Unicentro, Ivonete Morais, destaca o papel que a universidade tem em relação às demandas da sociedade e como as residências ajudam nesse quesito. “Traz para a comunidade aquilo que a comunidade realmente necessita. As residências ofertadas pela universidade trazem para a população um trabalho de excelência”, defende.

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    Residentes fazendo a diferença na saúde pública guarapuavana

    Carine Sangaleti

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