
Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unicentro toma posse como membro do Conselho Consultivo da Finep
A Financiadora de Estudos e Projetos é uma empresa pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições

Pró-reitor Paulo Roberto da Silva e presidente da Finep, Luiz Antonio Elias.
O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Paulo Roberto da Silva, tomou posse como membro titular do Conselho Consultivo da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A empresa pública brasileira atua no fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico. O mandato do professor terá a duração de dois anos.
“É a primeira vez que a Unicentro faz parte deste Conselho. Vou ocupar a cadeira que representa os pró-reitores de Pesquisa e Pós-Graduação do país, por meio de indicação do Fórum Nacional de Pró-Reitores e Pró-Reitoras de Pesquisa e Pós-Graduação das Instituições de Ensino Superior Brasileiras, do qual sou membro da diretoria executiva”, contou o pró-reitor.
Além da presidência da Finep, compõem o conselho representantes de cinco ministérios do Governo Federal, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e de diversas entidades representativas do setor produtivo, da sociedade civil e de instituições de ensino, pesquisa e inovação.
De acordo com Paulo Roberto, o Conselho Consultivo da Finep funciona como um colegiado estratégico de assessoramento. Sua principal atribuição é debater as tendências tecnológicas globais alinhadas com as demandas nacionais, além de sugerir diretrizes para políticas públicas de fomento à área no Brasil. Dessa forma, o órgão serve como uma ponte entre a sociedade e a presidência da financiadora, ajudando a alinhar os investimentos e os programas de crédito com as reais demandas econômicas e sociais do país.
“Participar deste Conselho Consultivo é uma oportunidade de aprendizado e, acima de tudo, de poder colaborar ativamente com o estabelecimento de políticas públicas de investimento em setores estratégicos de pesquisa, inovação e transferência de tecnologia, visando sempre a soberania tecnológica do Brasil”, ressaltou o professor.
Paulo Roberto comentou sobre o atual cenário do país, pontuando que o Brasil ainda é dependente de tecnologia estrangeira. “Um exemplo disso é que cerca de 75% dos equipamentos utilizados para a produção científica nacional são importados. Nesse contexto, a Finep desempenha um papel importante para reverter esse panorama, propondo políticas e injetando recursos em setores-chave que possam reduzir a dependência externa”, finalizou.
Por Scheyla Horst
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