Vivência Teatral é tema de oficina no campus Irati

Vivência Teatral é tema de oficina no campus Irati

No mês de junho, a Unicentro comemora 29 anos e uma série de atividades estão sendo realizadas para que a comunidade possa celebrar junto com a universidade. No âmbito cultural, o campus Irati ofereceu a oficina “Vivência Teatral”, ministrada pelo ator e diretor Marcos Americano. Ele explica que explorar o íntimo do ser humano é o principal viés da dramaturgia. “Mergulhar no seu mundo interior, pesquisar coisas lá, pérolas incríveis, e trazer a tona essas pérolas de forma poética, de forma teatral. Então, é uma dramaturgia do humano que está me interessando pesquisar. É único, pessoal e intransferível”, explica Marcos.

As criações e a atuação de Marcos têm uma forte inspiração no trabalho da dramaturga iratiense Denise Stoklos, principalmente em relação ao Teatro Essencial. Essa proposta artística, de acordo com Marcos, tem o intuito de retratar a natureza humana dando ênfase nas expressões corporais, como se elas fossem um reflexo das condições mentais e emocionais. “Ela permite que o artista seja o responsável pelo evento teatral, pelo fenômeno teatral, que a criação se dê de forma maiúscula. O teatro é muito libertador. O Teatro Essencial propõe amor e liberdade”, conta o artista.

Oficina trabalhou vivências e emoções (Foto: Coorc)

Segundo a diretora de Promoção Cultural do campus Irati, professora Alexandra Lourenço, a oficina Vivência Teatral foi oferecida gratuitamente com o intuito de chamar todo o tipo de público para essa experiência na Unicentro. “O Marcos é uma pessoa com muita experiência, realmente veio atrair tanto esse público da Unicentro que é interessado por teatro, como um outro público da cidade que tem envolvimento”.

Uma das participantes da oficina foi a estudante de Psicologia Lirian Simões Krupek. Ela destacou algumas habilidades que as práticas teatrais podem ajudar a desenvolver. “Principalmente a questão da comunicação. A gente aprende a se comunicar com o outro e é ótimo para desenvolver essa habilidade em quem não possui ainda. O que o teatro me ajudou foi a desenvolver a minha percepção do meu corpo, de como acessar diversos públicos a partir da minha fala”. 

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