Obrigatória: Sim
Docente responsável: Maria Magdalena Ribas Döll (UEPG) /  Elynton Alves do Nascimento (UNICENTRO)
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: Introdução à ciência. Criação de ideias. Lógica da pesquisa. Tipos de pesquisa e planejamento. Publicação científica. Ética. Pós-graduação e ensino de ciência. Técnicas de Coletas de Dados. Estrutura da dissertação. Normas da ABNT para Trabalhos Científicos.

Bibliografia:
CERVO, A. L.; SILVA, R.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2006. 176p.
DMITRUCK, H. B. (Org) Diretrizes de metodologia científica. Chapecó: Argos, 2001. 121p.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 237p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências bibliográficas NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002. 19p.

Obrigatória: Não (Sim para Bolsistas)
Docente responsável: Orientador do aluno bolsista
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: O aluno auxiliará o orientador em temas específicos a serem desenvolvidos na disciplina que compete ao orientador.

Bibliografia: Serão consultadas bibliografias referentes a cada disciplina sob a orientação do professor responsável.

Obrigatória: Sim

Docente responsável: Elynton Alves do Nascimento (UNICENTRO)
Maria Magdalena Ribas Döll / Jorim Sousa das Virgens Filho (UEPG)

Carga horária: 45h
Créditos: 3.0

Ementa: Palestras relevantes. Apresentação e defesa do Projeto de Pesquisa a desenvolver.

Bibliografia: A ser indicada pelo docente responsável.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Jeanette Beber de Souza (UNICENTRO)
Giovana Kátie Wiecheteck (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Saneamento e meio ambiente. Poluição da água, do solo e do ar. Indicadores ambientais. Saneamento básico e saúde pública. Abastecimento de água. Esgotos sanitários. Drenagem pluvial. Resíduos sólidos.

Bibliografia: A ser apresentada pelo professor ministrante, referente a determinado tópico especial a ser desenvolvido.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Marcos Rogério Szeliga (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Métodos numéricos. Métodos iterativos e recursivos aplicados em planilhas de cálculo. Ferramentas matemáticas e gráficas em planilhas de cálculo. Introdução à linguagem Visual Basic for Applications – VBA. Macros. Introdução à linguagem Matlab. Modelagem Matemática em Recursos Hídricos. Recursos de visualização com Matlab.

Bibliografia:

BASSANEZI, R. C. Ensino – Aprendizagem com Modelagem Matemática. São Paulo: Contexto, 2002.
HAPMAN, S. J. Programação em Matlab para Engenheiros. 2ª Ed. São Paulo: Cengage, 2011.
JELEN, B. & SYRSTAD, T. VBA e Macros para Microsoft Office Excel. 1ª ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall. 2008.
CROSS, M. Et al. Applied Mathematical Modelling – Simulation and Computation for Engineering and Environmental. UK: Elsevier. 2012.
SILVA, R. C. V. Métodos Numéricos em Recursos Hídricos. 1ª Ed. Porto Alegre: ABRH. 2005.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Luiz Carlos Godoy (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Introdução à geologia ambiental. Conceitos básicos: evento, perigo, risco, acidente e desastre. Processos de dinâmica superficial e riscos associados: erosão continental e costeira, movimentos de massa, assoreamento, enchentes e inundações, subsidência e colapso de solo, outros processos. Mapeamento geológico-geotécnico para análise de riscos. Gerenciamento de riscos geoambientais. Trabalhos práticos de campo.

Bibliografia:

Associação Brasileira de Geologia e de Engenharia – ABGE. In: OLIVEIRA, A.M.S & ALVES DE BRITO, S.N. (Eds.). Geologia de engenharia. São Paulo 587p, 1998.
AUGUSTO FILHO, O. Cartas de risco de escorregamentos: uma proposta metodológica e sua aplicação no município de Ilha Bela, SP.
Dissertação (Mestrado). EPUSP, São Paulo. 168p, 1994.
CERRI, L. E. S. Riscos geológicos associados a escorregamentos: uma proposta para prevenção de acidentes. Rio Claro, 197p. Tese (Doutorado) – Instituto de Geociências, Universidade d São Paulo – USP. São Paulo.
CROZIER, M. J. 1986. Landslides: Causes, consequences and environment. London: Croom Helm. 304 p, 1993.
CUNHA, M. A. (Coord.) Manual de Ocupação de Encostas. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), 223p, 1991.
CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. (Org.). Geomorfologia – Exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 345 p, 1996.
BLIJ, H. J. & MULLER, PETER O. Physical geography of the global environment. John Wiley & Sons, Inc. New York, 1993.
DIXON, DOUGAL. The practical geologist. A Fireside Book – Simons & Schuster Inc. New York. 160 p, 1992.
FERNANDES, N. F.; AMARAL, C. P. Movimentos de Massa: uma Abordagem Geológico- Geomorfológica. In: GUERRA, A J.T; CUNHA, S.B. (Orgs). Geomorfologia e Meio Ambiente. 2º ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. p. 123-194.
FRANK, P.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J. e JORDAN, T. H. Para entender a Terra. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman. 656 p, 2006.
GUERRA, A. T.; CUNHA, S. B. (Org.). 1995. Geomorfologia uma atualização de bases e conceitos. 2ª ed. São Paulo: Bertrand Russell. 472 p.
KELLER, E.A. Environmental Geology. Printice Hall, Inc. 560p, 1996.
MACEDO, E. S. de; AUGUSTO FILHO, O. Gerenciamento de riscos geológicos: uma resenha da base técnica utilizada pela Divisão de Geologia do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. Revista Universidade de Guarulhos – Geociências, v. 3 n.6, p.49-57, 1998.
PIPKIN, B. W.; TRENT, D. D.; HAZLETT, R. Geology and the environment. Brooks/Cole-Thomson. 4ª ed. Belmont. 473 p, 2005.
SKINNER, B.J. & PORTER, S. C. The Dynamic Earth – An Introduction to Physical Geology. New York: Jonh Wiley & Sons. 750p, 1995.
SUGUIO, K. Geologia do Quaternário e mudanças ambientais. São Paulo: editora Paulo’s Comunicação e Artes Gráficas, 2001. 365p.
SUMMERFIELD, M. A. Global Geomorphology an introduction to the study of landforms. England: British Library Cataloguing in Publication Data. 535p, 1997.
TOMINAGA, L. K.; SANTORO, J.; DO AMARAL, R. (orgs.). Desastres naturais: conhecer para prevenir. São Paulo: Instituto Geológico. 196p, 2009.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Valdemir Antoneli (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Princípios de água atmosférica. Evaporação. Transpiração. Precipitação. Elementos de água sub-superficial e subterrânea. Infiltração. Caracterização de bacias hidrográficas. Transformações hidrológicas. Modelos de simulação. Transformação chuva-vazão. Hidrograma unitário. Modelos conceituais. Modelos hidrodinâmicos de escoamento. Equações de Saint-Venant. Ondas de difusão e cinemáticas. Propagação de vazões. Análise de dados observados. Simulação da Operação de Reservatórios.

Bibliografia:

BARTH, Flávio Terra et al – Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos, Nobel, ABRH, São Paulo, 1987, 526p.
CHOW, V.T.; Maidment, D.R.; Mays, L.W. – Handbook of Applied Hydrology, McGrow Hill, New York, 1998.
LINSLEY, R.K.; FRANZINI, J.B. Water Resources Engineering, McGraw9 Hill, 1979, 798 p. Hill, 1979, 798 p.
McMAHON, Thomas A.; MEIN, Russel G. – Reservoir Capacity and Yield, Elsevier Scientific Publishing Company, New York, 1978, 213p.
MAAS, Arthur, et al – Design of Water-Resource Systems, Harvard Unviersity Press, Cambridge, Massachussetts, 620p.
RIGHETTO; A.M. Hidrologia e Recursos Hídricos, EESC-USP, 1998.
TUCCI, Carlos E.M., PORTO, Rubem La Laina e BARROS, Mário T.de “Drenagem Urbana” ABRH / Editora UFRGS, Porto Alegre, 1995.
TUCCI, C.E.M (Edit) Hidrologia – Ciência e Aplicação, UFRGS/EDUSP/ABRH, 1993.
TUCCI, C.E.M. Modelos Hidrológicos, ABRH, 1998.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Paulo Costa de Oliveira Filho (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Sistema de Informações Geográficas Aplicado à Área Ambiental. Conceitos Básicos de Sistema de Informações Geográficas. Estruturas de Dados em SIG: Vetorial e Matricial. Principais Classes de Dados Geográficos. Modelagem de Dados Geográficos. Operações com sistemas de informações geográficas. Aplicações de Sistemas de Informações Geográficas. Aplicações de SIG no Saneamento ambiental e em recursos hídricos

Bibliografia:
ASSAD, E.D.; SANO, E. (Org.). Sistema de informações geográficas: Aplicações na agricultura. 2ª. Edição. Brasília: EMBRAPA, 1998, 434 p.
BURROUGH, P.A. Principles of geographical information systems for land resources assessment. Oxford: Oxford University, 1986.
CAMARA, G.L.; CASANOVA, M.A.; HEMERLY, A.S.; MAGALHOES, G.C. & MEDEIROS, C.M.B. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica, UNICAMP,1996.
CASANOVA, M.A. et al (Org.) Bancos de dados geográficos. Curitiba: Ed. MundoGEO, 2005. 506p.
CASANOVA, M.C. et al Banco de dados geográficos. Curitiba: Ed. MundoGEO, 2005. 506p.
D’ALGE, Júlio César Lima. Geoprocessamento – Teoria e Aplicações – Parte I – Cap. 6 – Cartografia para Geoprocessamento. INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 2001. Disponível em www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/. Acesso em 10 jan. 2007.
GOODCHILD, M.F.; PARKS, B.O. & STEYAERT, L.T. Environmental Modelling With Gis. New York. Oxford University Press, 1993.
MIRANDA, J.I. Fundamentos de sistemas de informações geográficas. 2 ed. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2010. 425p.
ROCHA, C. H. B. Geoprocessamento: Tecnologia transdiciplinar. Juiz de Fora, MG: Ed. Do autor, 2000.
SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: Teoria e pratica. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. 184p.
SILVA, Jorge Xavier; ZAIDAN, Ricardo Tavares. Geoprocessamento e Análise Ambiental: Aplicações. Rio de Janeiro: Editora: Bertrand – Brasil, 2004.368p.
VA, A. B. Sistemas de informações geo-referenciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas – SP. Editora da UNICAMP, 1999. 236p
SPRING, (Sistema de Processamento de Informações Georreferenciadas) INPE/ DPI. Spring 4.1.1: Geoprocessamento ao alcance de todos. São José dos Campos – SP – CD-ROM, 2005.
COMPLEMENTOS: Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto do INPE (Anais);
Revistas científicas internacionais e nacionais relacionadas no Qualis/CAPES;
Portais de periódicos. (Ex. CAPES – www.capes.gov.br);
International Journal of Geographical Information Systems;
Photogrammetric Engineering and Remote Sensing;
http://www.dpi.inpe.br/spring/portugues/tutorial/index.html (manuais do aplicativo SPRING);
www.inpe.org.br; www.engesat.com.br; www.mundogeo.com.br;
www.aerosat.com.br; www.intersat.com.br; www.fatorgis.com.br;
www.esteio.com.br.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Jeanette Beber de Souza (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Introdução Geral. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos. Limpeza urbana. Aspectos de valorização dos resíduos urbanos. Aterro sanitário. Incineração e pirólise. Compostagem. Resíduos sólidos hospitalares. Resíduos Industriais.

Bibliografia:
Bases de Dados/Sites Internet: Teclim – Rede em Tecnologias Limpas (http://www.teclim.ufba.br/index2.html),
Grupo de Resíduos Sólidos – UFPE (http://aguia.redes.ufpe.br/grs/inicioinformacoes.htm),
Rede Brasileira de Manejo de Resíduos – Rebramar (http://www.ibama.gov.br/~rebramar/),
CEPIS/OPS (http://www.cepis.ops-oms.org/), WEBs meio ambiente (http://www.paho.org/spanish/hep/hepweb),
Diretório de Bases de Dados (http://www.rebae.bibl.ita.br/dirbases.html#dbd49), resol(http://www.resol.com.br/)
Borges de Castilhos, A.Jr.(Coordenador). Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável para Municípios de Pequeno Porte, Rio de Janeiro, ABES, RIMA Editora, 2003, 294 p.
Calderoni, S. O$ Bilhõe$ Perdido$ no Lixo, Humanitas Editora, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP, São Paulo, 1997. 348p.
Castilhos Jr., A. B., LANGE, L. C., GOMES, L. P., PESSIN, N. Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES, 2003.
Castro Neto, P. P.- Os solos sob o ponto de vista da engenharia. Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental- Cetesb, São Paulo – SP, 1984, 31 p.
Cetesb – Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB, São Paulo – SP, junho de 1982, 245p.
CNEH- Guide technique pour la gestion et l,elimination des déchets hospitaliers. Centre national de l,equipement hospitalier, cahier technique nº 21, Paris, mai 1982, 55 p.11
DoE- Clinical wastes. Departement of Environment – Waste management paper nº 25, London, 1983, 56 p.
EIGENHEER, E. M., (org.) Coleta seletiva de lixo: experiências brasileiras, n. 2, UFF/CIRS/Ecomarapendi, Rio de Janeiro, 1998. 208p.
FUNASA. Manual de Saneamento. 3a. Edição Revisada, Brasília:Fundação Nacional de Saúde, 2004, 408 p.
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. Coordenação técnica Victor Zular Zveibil. Rio de Janeiro: IBAM, 2001, 200 p.
IPT/ CEMPRE. Lixo Municipal – Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo – SP. 2000.
LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. João Pessoa – PB, 2003, 267 p.
Lima, L.M.- Tratamento de Lixo. Editora Hemus, São Paulo – SP, 1985, 240 p.
Lima. J.D. Gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, ABES, 267 p.
Mendonça, R.- A incineração como forma de disposição final do lixo. Iº Simpósio paranaense de destinação final de resíduos sólidos urbanos, Curitiba – Pr., 09 – 12 novembro 1983, 05 p.
Mic/Cdi.- Reciclagem e recuperação de materiais. Ministério da indústria e comércio – conselho de desenvolvimento industrial, Brasília – DF, 1982, 117 p.
Minter/Cndu.- Limpeza pública. Ministério do interior – Conselho nacional de desenvolvimento urbano, São Paulo – SP, 1979, 126 p.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Giovana Kátie Wiecheteck (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa:
1. Mananciais de abastecimento de água: Introdução; Usos múltiplos das águas superficiais e subterrâneas; Ciclo hidrológico; Ciclo do uso da água; Degradação da qualidade da água nos mananciais; Urbanização e seus impactos no ciclo hidrológico e na qualidade das águas; Contaminação química das águas e saúde humana; Organismos patogênicos; Recursos hídricos e mudanças globais; Planejamento e gestão dos recursos hídricos; Principais métodos para a recuperação e para o gerenciamento integrado de bacias hidrográficas; Gestão das águas e o papel dos gerentes.
2. Características da água: Introdução; Características Biológicas; Características Físicas e Organolépticas; Características Químicas; Características Radioativas; Qualidade da Água; Requisitos e Padrões de Qualidade da Água.
3. Tecnologias de Tratamento de água: Introdução; Classificação das águas e tipo de tratamento recomendado; Sistema de Abastecimento de Água; Produtos Químicos Utilizados no Tratamento de Água; Processos e Operações do Tratamento de Água; Impactos Ambientais, Tratamento e Disposição Final de Resíduos de ETA’s.

Bibliografia:
AMERICAN WATER WORKS ASSOCIATION. AWWA – Water Quality and Treatment – A handbook of Community Water Suplies, 4.ed. , USA, Mcgraw-Hill Inc, 1990.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12216 – Projeto de Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público. Rio de Janeiro, Brasil, 1992.
BRASIL. Leis, etc. Resolução nº 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Classificação dos Corpos D’Água e Diretrizes Ambientais para o seu Enquadramento, Padrões de Lançamento de Efluentes – Brasília, Brasil, 2005.
BRASIL. Leis, etc. Portaria nº 2914 – Dispõe sobre os procedimentos de controle de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade – Brasília, Brasil, 2011.
BRASIL. Leis, etc. Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos: lei n. 9.433 de 01/1997. Diário Oficial da República, Brasília – DF, Brasil.
CAMPOS, J. R. O Saneamento Básico no Brasil. In: CASTELLANO E.
G.;CHAUDHRY, F. H. Desenvolvimento Sustentado: Problemas e Estratégias. São Carlos, Escola de Engenharia de São Carlos – USP.
Cap.2, p. 7 -24, 2000. CRAUN, G.F. Balancing Chemical and Microbial Risks of Drinking Water Disinfection: Prevention of Infectious Waterborne Disease Is Our Primary Concern. In: Water Quality in Latin America: Balancing the Microbial and Chemical Risks in Drinking Water Disinfection. CRAUN G.F. ILSI Press, Washington, DC, 1996.
DI BERNARDO, L. e DANTAS, A. B Métodos e Técnicas de Abastecimento de Água, São Carlos. Editora RiMa, Vol. 1 e 2, 2005.
DI BERNARDO, L. Algas e suas Influências na Qualidade das Águas e nas Tecnologias de Tratamento. Rio de Janeiro, ABES, 1995.
ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (EPA). Control of pathogens and vector attraction in sewage sludge under 40 CFR part 503. Office of Water, Office of Science and Techonology Sludege Risk Assessment Brach. Washington, DC, 1992.
FUNDAÇÃO NACIONAL DA SAÚDE. Manual de Saneamento – Normas e Diretrizes. Ministério da Saúde, Brasília, 2007.
MENEZES, N. País despeja 80% do esgoto em rios, lagos e mananciais. Folha de São Paulo. São Paulo. 22 mar. Caderno 3, 2000.
METCALF & EDDY. Wastewater Engineering: Treatment, Disposal and Reuse. 3 ed. McGraw-Hill International Editions. USA, 1991.
WATER ENVIRONMENT FEDERATION. Wastewater Disinfection – Manual of Practice. FD-10. Water Environment Federation. Alexandria, USA, 1991.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Guidelines for Drinking Water Quality. v.1 – Recommendations. 2nd ed. Geneve, Switzerland, 1993.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Marcos Rogério Szeliga (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Fundamentos de Hidráulica; Fundamentos de Fenômenos de Transporte; Análise dimensional; Modelagem de processos físicos; Modelos de difusão de massa; Modelos de difusão turbulenta e advecção de massa em corpos da água; Modelos específicos de propagação de poluentes; Reaeração de corpos hídricos; Aplicações em planilhas de cálculo.

Bibliografia:
AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. ASCE STANDARD – Measurement of oxygen transfer in clean water, p. 39, July. 1984.
CHAPRA, S. C. Surface Water-Quality Modeling. McGraw-Hill. Texas, EUA. 844 p. 1997.
INGER, P.C.; HULL, C.S. Modeling Dissolved Ozone Behavior in Ozone Contactors. Denver. AWWA Research Foundation and American Water Works Association, 273 p. 2000.
McCUTHEON,S.C.; FRECH,R.H: Water quality modeling: transport and surface exchange in rivers. v. 1. Boca Raton EUA: CRC Pres. 334p. 1989.
PORTO, R. M. Hidráulica Básica. São Carlos: EESC – USP. 1998.
RAJASEKARAN, G. et al. A. Contaminant transport modeling in marine clays. In: Ocean Engineering 32, (2005), p. 175-194.
ROMA, W. N. L. – Fenômenos de Transporte Para Engenharia. São Carlos: Rima, 2003.
SCHULZ, H.E. Investigação do mecanismo de reoxigenação da água em escoamento e sua correlação com o nível de turbulência junto à superfície. Tese (Doutorado em Hidráulica e Saneamento) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. São Carlos. 516p. v2. 1989
SCHULZ, H.E. O Essencial em Fenômenos de Transporte, EESC/USP, São Carlos – SP: RIMA, 2003.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Carlos Magno de Sousa Vidal (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Objetivos do tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Princípios básicos do tratamento biológico de esgotos: microbiologia e ecologia do tratamento de esgotos. Cinética de utilização do substrato e da biomassa. Processos aeróbios x processos anaeróbios. Tratamento preliminar e primário. Tratamento secundário: lagoas de estabilização e variantes; lodos ativados e variantes; fossa séptica, filtro anaeróbio e UASB; filtro biológico aeróbio, biodiscos e sistemas de disposição no solo. Avaliação de impactos do destino final das águas residuárias. Princípios básicos do tratamento e disposição de lodos de ETE.

Bibliografia:
ABNT. Projeto de estações de tratamento de esgoto sanitário. NBR 12.209. 1992. 12 p.
ABNT. Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos. NBR 7229. 1993. 15 p.
ABNT. Tanques sépticos – Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos – Projeto, construção e operação. NBR 13969. 1997. 60 p.
Andrade Neto, C.O. Sistema simples para tratamento de esgotos sanitários: experiência brasileira. ABES. 1997. 301 p.
Crespo, P.G. Manual de projeto de Estações de Tratamento de Esgoto.2ª Ed. 2005.
Chernichero, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5: Reatores Anaeróbios. DESA-UFMG. 1997. 246 p.
Jordão, E.P. e Pessôa, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. 4ª Ed. 932 p.
Metcalf e Eddy. Wastewater engineering: treatment and reuse. Metcalf & Eddy Inc. 4ª Ed. 1819 p.
Nuvolari et al. Esgoto sanitário – coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. Edgard Blücher. 2003. 520 p.
Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4: Lodos ativados. DESA-UFMG. 2ª Ed. 2002. 428 p.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Maria Magdalena Ribas Döll  /  Ana Cláudia Barana (UEPG)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Tratamento biológico de resíduos agroindustriais. Reatores anaeróbios. Biogás. Combinação de sistemas anaeróbios e aeróbios. Remoção de nutrientes (N e P) de efluentes. Lodos ativados. Lagoas de estabilização. Desinfecção de esgotos. Tratamento físico-químico. Biossólido. Reuso de águas residuárias. Estudo de casos.

Bibliografia:
NUNES, J.A. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. Aracaju: Triunfo, 2001.
Metcalf & Eddy. Inc. – Wastewater Engineering – Treatment, Disposal and Reuse – McGraw Hill – 4ª edição – 2003.
VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2011.
VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2011.
VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2009.
VON SPERLING, M. Lodos ativados. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2009.
Chernicharo, C. A. L., Reatores anaeróbios. Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB. FINEP/CNPq/Caixa Econômica Federal. ESA – UFMG, 2007.
Chernicharo, C. A. L. Pós-Tratamento de Efluentes de Reatores Anaeróbios. Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB. FINEP/CNPq/Caixa Econômica Federal. Rio de Janeiro, 2001.
JORDÃO, E. P. e PESSOA, C.A. “Tratamento de Esgotos Domésticos”. Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES, 3ª ed. 2004.
CAMPOS, J.R. (Coordenador) Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo, Prosab, 1999.
VAN HAANDEL, A. C.; MARAIS, G. – O comportamento do sistema de lodo ativado – Teoria, e aplicações para projetos e operação. – UFPb, Campina Grande, 1999.
TSUTIYA, M; COMPARINI, J.B.; ALEM SOBRINHO, P.; HESPANHOL, I.; CARVALHO, P.C.T.; MELFI, A.J.; MELO, W.J.; MARQUES, M.º -Biossólidos na agricultura, SABESP / USP. LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000.
SPEECE, R.E. Anaerobic Biotechnology for Industrial Wastewaters. Archae Press, Nashville, Tennessee, 1996
Artigos científicos atuais indicados pelos docentes anualmente.

 

Obrigatória: Sim
Docente responsável: Jorim Sousa das Virgens Filho / Deyse Márcia Pacheco Gebert (UEPG)
Carga horária: 45h
Créditos: 3.0

Ementa: Análise Exploratória. Variáveis Aleatórias. Amostragem. Estimação. Tese de Hipóteses. Testes Não-Paramétricos. Correlação e Regressão. Ferramentas Computacionais para Análise de Dados Ambientais.

Bibliografia:
CAMPOS, H. Estatística Experimental Não- Paramétrica. Editora da ESALQ/USP, 1976.
HINES, W.W.; MONTGOMERY, D.C.; GOLDSMAN, D.M.; BORROR; C.M. Probabilidade e Estatística na Engenharia, Editora LTC, 2006.
HOFFMAN, R.; VIEIRA. S. Análise de Regressão: Uma Introdução a Econometria. Editora Hucitec. 1977.
LARSON, R.; FARBER, B. Estatística Aplicada, Editora Pearson Prentice Hall, 2010.
MAROCO, J. Análise Estatística – Com utilização do SPSS, Editora Sílabo LDA, 2003.
MONTGOMERY, D.C.; RUNGER, G.C.; HUBELE, N.F. Estatística Aplicada à Engenharia. 2ª Ed., Editora LTC, 2004.
MORETIN, L.G. Estatística básica: inferência. Mc Graw-Hill do Brasil, 2000.
SPIEGEL, M.R. Probabilidade e estatística. Mc Graw-Hill do Brasil, 1978.
TRIOLA, M. F. Introdução a Estatística, 7ª Ed., Editora LTC, 1999.
WALPOLE, R.E.; MYERS, R.H.; MYERS, S.L.; YE, K. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. Editora Pearson Prentice Hall, 2009.

Obrigatória: Sim
Docente responsável: Jorim Sousa das Virgens Filho / Deyse Márcia Pacheco Gebert (UEPG)
Carga horária: 45h
Créditos: 3.0

Ementa: Princípios Básicos da Experimentação. Delineamentos Inteiramente Casualizados, Blocos Casualizados e Quadrado Latino. Experimentos Fatoriais. ANOVA com Tratamentos Qualitativos e Quantitativos. Tópicos de Análise Multivariada.

Bibliografia:
CALEGARE, A.J.A. Introdução ao Delineamento de Experimentos. 1ª Ed., Editora Edigard Blücher, 2001.
DEAN, A. M.; VOSS, D. T. Design and Analysis of Experiments. Editora Springer, 1999.
FERREIRA, P.V. Estatística Experimental Aplicada à Agronomia. 3ª Ed., Editora EDUFAL, 2000.
HAIR Jr., J.F. et al. Análise Multivariada de Dados. 6ª Ed., Editora Bookman, 2009.
LUDWIG, J.A.; REYNOLDS, J.F. Statistical Ecology: A Primer on Methods and Computing. Editora John Wiley & Sons, 1988
MONTGOMERY, D.C. Design and Analysis of Experiments. 5th Ed., Editora John Wiley & Sons, 2001.
MORRISON, D.F. Multivariate Statistical Methods. 4th Ed., Editora Thomson, 2005.
SNEDECOR, G. W.; COCHRAN, W. S. Statistical Methods, Editora Univ. Press. Iowa, 1980.
VALENTIN, J.L. Ecologia Numérica. Editora Interciência, 2000.
VIEIRA, S. Estatística Experimental. 2ª Ed., Editora Atlas, 1999.
WINER, B.J.; BROWN, D.R.; MICHELS, K.M. Statistical Principles in Experimental Design, 3rd. Ed., Editora McGraw-Hill, 1991.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Kely Viviane de Souza (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa: Introdução à Química ambiental. Conceitos gerais sobre química ambiental. Principais poluentes, suas características, fontes, rotas de aporte e efeito no ambiente. Estudo da velocidade de decomposição, de formação e o tempo de meia vida de espécies químicas poluentes. Química da água, do solo e do ar. Estudo da afinidade de poluentes no solo ou água (coeficiente de sorção e coeficiente de partição octanol-água). Processos Oxidativos Avançados para tratamento de efluentes. Princípios básicos de espectroscopia UV/Vis e da Cromatografia e suas aplicações na área ambiental.

Bibliografia:

<BAIRD, Colin. Química Ambiental. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2002.
GIRARD, James E. Princípios de Química Ambiental. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC. 2013.
PAVIA, Donald L.; LAMPMAN, Gary M.; KRIZ, George S.; VYVYAN, James R. Introdução à Espectroscopia. Tradução da 4ª ed. São Paulo: Cengage, 2013.
COLLINS, Carol H.; BRAGA, Gilberto L.; BONATO, Pierina S. Fundamentos de Cromatografia. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.

Obrigatória: Não
Docente responsável: Valdemir Antoneli (UNICENTRO)
Carga horária: 60h
Créditos: 4.0

Ementa:
Conceito de bacia hidrográfica. Noções de sistemas hidrogeomorfológicos. Fatores controladores dos processos hidrogeomorfológicos: erosividade da chuva, erodibilidade do solo, intercepção das chuvas pela cobertura vegetal, característica das encostas, infiltração, compactação, estabilidade de agregados do solo. Uso e manejo do solo. Impactos ambientais e conservação dos solos: degradação dos solos, problemas ambientais, limite de tolerância de perda do solo, estratégias de conservação dos solos. Levantamento em campo e laboratório. Aplicabilidade de ensaios de monitoramento nas diversas variáveis hidrogeomorfológicas.

Bibliografia:
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. Piracicaba. Livroceres, 1985, 392p.
BIGARELLA J. J.; BECKER R. D. E PASSOS E. Estrutura e origem das paisagens Tropicais e Subtropicais. v. 2- Intemperização Biológica, Pedogênese, Laterização, Bauxitização e Concentração de Bens Minerais.Ed. da UFSC.875 p. 1996.
CASSETI, V. Ambiente e apropriação do relevo. São Paulo: Contexto,1991.
CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. 2ª Ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 2002.
CORREIA , R. L. ROSENDAHL, Z. Paisagem, Tempo e Cultura. 2.ed. Rio de Janeiro: Ed. UERJ. 2004.
DREW, D. Processos interativos homem e meio ambiente. 2 ed. Rio de Janeiro: Difel, 1993.
GUERRA, A. J. T.; SILVA, A. S. E BOTELHO, R. G. M. (org.). Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Ed. Bertrand Brasil. São Paulo. 339 p. 1999.
GUERRA, Antonio José Teixeira e CUNHA, Sandra Baptista da. (orgs.) Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995. p. 211-252.
LEFF, H. Epistemologia Ambiental, 4.ed. São Paulo: Cortez, 2007.
LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo. Oficina de Textos. 2002. 178p.
MATHEWSON, K. & SEEMANN, J. A geografia histórico-cultural da Escola de Berkeley um precursor ao surgimento da História Ambiental. Varia Historia, Belo Horizonte, vol. 24, nº 39: p.71-85, jan/jun 2008
MENDONÇA, F. Geografia e meio ambiente. São Paulo, Contexto, 1993.
PAIVA, J. B. D.; PAIVA, E. M. C. D. (org.). Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. Porto Alegre. ABRH. 2001.
PRADO, H. Manejo dos solos: Descrições pedológicas e suas implicações. São Paulo. Nobel. 1991. 116p.
PRUSKI, F. F. (Org.) Conservação de solo e água: Práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa: Editora UFV, 2009. 279p.
SILVA, A.M; SCHULZ,H.E; CAMARGO,P.B. Erosão e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. São Carlos. RiMa. 2003 140 p.
TRICART, J. Ecodinâmica. IBGE-Supren-Rio de Janeiro – 1977.
TUCCI, C. E. M. (Org.). Hidrologia Ciência e Aplicação. Porto Alegre: ABRH e Editora da Universidade. UFRG, 1993.

Obrigatória: Sim
Docente responsável: Todos os professores orientadores
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: ODM I constitui-se em uma atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre o objeto de estudo pertinente à área específica do conhecimento do pós-graduando, desenvolvida mediante controle, orientação e avaliação docente.

Bibliografia: Relacionada ao tema da Dissertação de Mestrado

Obrigatória: Sim

Docente responsável: Todos os professores orientadores
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: ODM II constitui-se em uma atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre o objeto de estudo pertinente à área específica do conhecimento do pós-graduando, desenvolvida mediante controle, orientação e avaliação docente.

Bibliografia: Relacionada ao tema da Dissertação de Mestrado

Obrigatória: Não
Docente responsável: da linha de pesquisa equivalente
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: Serão abordados temas específicos da linha de pesquisa de recursos hídricos e meio ambiente.

Bibliografia: A ser definida pelos professores ministrantes

Obrigatória: Não
Docente responsável: da linha de pesquisa equivalente
Carga horária: 30h
Créditos: 2.0

Ementa: Serão abordados temas específicos da linha de pesquisa de tratamento de água de abastecimento e águas residuárias.

Bibliografia: A ser definida pelos professores ministrantes