Reitoria avalia impactos da reestruturação da carreira dos Agentes de Apoio do Estado e também da aprovação da data-base

Reitoria avalia impactos da reestruturação da carreira dos Agentes de Apoio do Estado e também da aprovação da data-base

 

Medidas valorizam os servidores públicos estaduais

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou, no fim de março, a reestruturação da carreira dos Agentes de Apoio do Poder Executivo (QPPE), que engloba profissionais de nível fundamental das áreas da saúde (QPSS), educação básica (QFEB) e universidades estaduais (IEES), de modo a corrigir disparidades atualmente observadas entre essas categorias, ocasionadas na reestruturação ocorrida em 2023. Além disso, os deputados também aprovaram a reposição da inflação, na ordem de 5%, com efeitos a partir de 1º de maio.

Na Unicentro, são mais de 1,4 mil pessoas atingidas pelas medidas. Dos Agentes de Apoio, são 57 servidores ativos e, desses, 51 estão nas classes 15 a 18, onde a correção terá maior impacto, com reajustes de 25,64% a 31,49%. O pró-reitor de Gestão de Pessoas da Unicentro, Robson Paulo Ribeiro Ferras, destacou que o impacto com a correção dessa carreira, para todas as instituições de ensino superior do Estado, supera os R$ 3,6 milhões mensais. “A alteração da tabela salarial dos Agentes de Apoio não representa tão somente um reajuste. Mais que isso, corresponde à reestruturação da carreira, corrigindo distorções e atendendo uma importante demanda dos servidores e também da gestão das universidades”, ressaltou o pró-reitor.

Para o reitor da Unicentro, professor Fábio Hernandes, a melhoria para a carreira dos Agentes de Apoio era uma luta que iniciou ainda em 2023, quando os agentes universitários tiveram as carreiras reestruturadas e o pessoal Técnico e Profissional tiveram correções muito superiores ao percentual do grupo de Apoio. “Essa reestruturação era necessária para corrigir a distorção criada em 2023 e trazer maior equidade salarial entre os servidores das várias categorias. É o reconhecimento ao trabalho de todo o pessoal de apoio das nossas universidades”, enfatizou o reitor, que também destacou que a conquista foi possível graças à articulação da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), que articulou a proposta, dos sindicatos dos técnicos, que se somaram à reivindicação. “Essa união fortaleceu a luta e, com o trabalho árduo das pró-reitorias de Gestão de Pessoas das universidades, conseguimos essa importante reestruturação”, concluiu.

Já o vice-reitor da Unicentro, professor Ademir Juracy Fanfa Ribas, declarou que a medida corrige a injustiça cometida em 2023 e vem valorizar o trabalho da categoria. “Os Agentes de Apoio são essenciais para que os serviços públicos essenciais possam ser realizados e a reestruturação da carreira fez justiça a toda a classe de Apoio do Estado do Paraná”, avaliou. 

REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO – Também na sessão do dia 31 de março, foi aprovado na Alep a revisão geral anual da inflação, popularmente conhecida como data-base, na ordem de 5% para os servidores estaduais, ativos e inativos, com efeitos a partir de maio. Robson Ferras destacou que a recomposição contempla os professores, os comissionados e os agentes universitários Profissionais e de Execução. “Esse reajuste também é extensivo aos Agentes de Apoio, contudo, o percentual já está incluso na nova tabela salarial desses servidores, com efeitos já a partir de abril”, explicou o pró-reitor, que também contou que as duas propostas já foram sancionadas pelo Governo do Paraná e publicadas em Diário Oficial. Na Unicentro, o impacto da data-base será de mais de R$ 1,06 milhões mensais.

O professor Fábio Hernandes destacou que a data-base é justa e essencial para os servidores públicos. “Não podemos deixar de recompor os salários dos servidores públicos do Paraná, pois é algo essencial para o bem estar dessas pessoas e suas famílias. Que possamos ter a reposição da inflação anualmente, para evitar a defasagem do salário dos servidores”, destacou o reitor.

O vice-reitor Ademir Fanfa Ribas, explicou que a reposição da inflação é uma medida necessária para que os salários dos servidores não fiquem defasados. “A data-base é uma medida governamental importantíssima. Primeiro, porque recompõe o percentual da inflação nos salários, impedindo que os servidores tenham defasagem salarial. Segundo, porque sabemos que esses salários, em sua maior parte, retornam para o comércio local e regional, movimentando a economia e retornando para a sociedade também em forma de impostos. E, finalmente, repor as perdas inflacionárias dos servidores é, também, uma forma de valorizar os servidores públicos do Paraná, que atuam nas mais diversas áreas essenciais para a sociedade, seja no ensino superior, educação, saúde, segurança, meio ambiente e diversas outras áreas prioritárias ”, avaliou o vice-reitor.

 

 

Com informações de parana.pr.gov.br e assembleia.pr.leg.br.


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