Direção do Câmpus Cedeteg discute segurança no trânsito e viabilização de mais linhas de ônibus

Direção do Câmpus Cedeteg discute segurança no trânsito e viabilização de mais linhas de ônibus

Na última sexta-feira (3), a Direção-Geral do Câmpus Cedeteg recebeu o vereador João Saulo Piasecki e o engenheiro de tráfego Daniel Souza para tratar sobre a segurança no trânsito dentro e nos arredores do câmpus, além da possibilidade aumentar as linhas de ônibus e a adaptação dos horários às atividades realizadas pelos acadêmicos e comunidade em geral. Também participaram do encontro, as engenheiras de segurança no trabalho, Fernanda Cardoso e Susanne Pawlas, do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) da Unicentro.

Para o diretor do câmpus, Ricardo Yoshimitsu Miyahara, a reunião foi de suma importância para o esclarecimento de demandas que podem ser atendidas de acordo com as legislação municipal. “Foi bem interessante, porque várias coisas que a gente chegou a pedir junto com o pessoal da associação de moradores são coisas que não estão dentro das normativas, das resoluções. Por exemplo, uma travessia elevada na saída do Cedeteg não é possível, pois a norma atual permite apenas se houver 12 metros da esquina”, explicou.

Como alternativa, foram discutidas soluções viáveis para aumentar a segurança de quem transita nas ruas próximas ao câmpus. Entre as medidas já planejadas estão a instalação de um radar e de um redutor de velocidade na descida em frente ao Cedeteg. “A gente falou que precisaria, de alguma forma, diminuir a velocidade do trânsito na descida que passa em frente do nosso câmpus, que é um perigo”.

O professor também comentou sobre a volta das linhas de ônibus que passam dentro do Cedeteg, “A gente vai fazer o levantamento dessa demanda novamente, o que precisa pra adequar certinho a nossa demanda aqui com dados técnicos. Agora a gente vai ter esse respaldo, essa conversa foi boa pra gente”, afirmou Ricardo.

A vice-diretora Aline Marques Genú destacou a importância das melhorias no transporte não apenas para os estudantes, mas também para a população que utiliza os serviços das clínicas do câmpus. “Os horários e o número de ônibus que tem não é só uma questão dos alunos, a gente tem também a população que vem para os atendimentos das clínicas. Muitas dessas pessoas têm deficiências, têm dificuldades físicas, então elas não podem ficar muito tempo em pé, muito tempo esperando, elas precisam que tenha um trânsito mais rápido de ônibus dentro do câmpus”, disse.

O projeto de melhoria nas linhas de ônibus terá um período de avaliação de 40 dias. Durante esse período, será analisado se a demanda justifica a manutenção das linhas. “É importante que, havendo essa possibilidade, que os alunos também façam sua parte utilizando essa forma de transporte. Se não tiver público, ela vai ser cortada novamente, ela não é mantida”.

 

Por Luiza Lobo, com supervisão de Giovani Ciquelero

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