{"id":5741,"date":"2026-04-22T10:37:42","date_gmt":"2026-04-22T13:37:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/?p=5741"},"modified":"2026-04-22T10:37:42","modified_gmt":"2026-04-22T13:37:42","slug":"protocolo-de-miniestaquia-do-hibrido-pinus-elliottii-var-elliottii-x-pinus-caribaea-var-hondurensis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2026\/04\/22\/protocolo-de-miniestaquia-do-hibrido-pinus-elliottii-var-elliottii-x-pinus-caribaea-var-hondurensis\/","title":{"rendered":"PROTOCOLO DE MINIESTAQUIA DO H\u00cdBRIDO Pinus elliottii var. elliottii x Pinus caribaea var. hondurensis"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Hannah Cristina Botelho Lima de Fanola<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Defesa P\u00fablica:<\/strong> 17 de julho de 2025.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Banca Examinadora:<\/strong><\/p>\n<p>Prof. Dr. Carlos Andre Stuepp, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Primeiro Examinador.<br \/>\nProf. Dr. Lucas Amaral de Melo, Universidade Federal de Lavras, Segundo Examinador.<br \/>\nProf. Dr. Kleiton Lima de Godoy Machado, Instituto Presbiteriano Mackenzie, Terceiro Examinador.<br \/>\nProf. Dr. Fabr\u00edcio William de \u00c1vila, Universidade Estadual do Centro-Oeste, Quarto Examinador.<br \/>\nProf\u00aa. Dra. Fabiana Schmidt Bandeira Peres, Universidade Estadual do Centro-Oeste, Orientadora e Presidente da Banca Examinadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RESUMO:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O aprimoramento das t\u00e9cnicas de propaga\u00e7\u00e3o vegetativa \u00e9 essencial para a produ\u00e7\u00e3o de mudas com qualidade adequada ao plantio comercial, especialmente no caso do h\u00edbrido <em>P. elliottii<\/em> var. <em>elliottii<\/em> \u00d7 <em>P. caribaea<\/em> var. <em>hondurensis<\/em>, amplamente utilizado na silvicultura. Este trabalho teve como objetivo avaliar o enraizamento advent\u00edcio de miniestacas desse h\u00edbrido, visando \u00e0 otimiza\u00e7\u00e3o do protocolo de miniestaquia. Para isso, foram conduzidos tr\u00eas ensaios. No Cap\u00edtulo 1, avaliou-se o efeito da sazonalidade e da frequ\u00eancia de aplica\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00e3o nutritiva sobre a produtividade de minicepas e o enraizamento das miniestacas. O experimento foi realizado em minijardim clonal instalado em leito de areia, com cinco frequ\u00eancias de aplica\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o nutritiva (testemunha, 1, 2, 4 e 6 vezes por semana), ao longo das quatro esta\u00e7\u00f5es do ano. Foram avaliadas a sobreviv\u00eancia das minicepas, o n\u00famero de miniestacas por planta, a composi\u00e7\u00e3o foliar ao final do ciclo (427 dias) e a porcentagem de enraizamento. No Cap\u00edtulo 2, foram realizados dois experimentos. No Experimento I, miniestacas foram submetidas a cinco tratamentos com compostos bioativos (Enraizador, Terebentina, Paclobutrazol, Fitorregulador). Avaliou-se a porcentagem de enraizamento (aos 60 dias), caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas, biomassa e \u00edndice de qualidade de Dickson (aos 210 dias). No Experimento II, miniestacas apicais e basais foram cultivadas sob duas doses de fertilizante de libera\u00e7\u00e3o lenta NPK (3 e 6 kg\/m\u00b3), avaliando-se as mesmas vari\u00e1veis do Experimento I, al\u00e9m da composi\u00e7\u00e3o foliar de macro e micronutrientes. Os resultados do Cap\u00edtulo 1 mostraram que a sazonalidade influenciou todas as vari\u00e1veis analisadas, com maior produ\u00e7\u00e3o de miniestacas e porcentagem de enraizamento na primavera e no ver\u00e3o. A frequ\u00eancia de aplica\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o nutritiva n\u00e3o afetou a sobreviv\u00eancia das minicepas nem o enraizamento, mas aumentou a produtividade em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 testemunha. A an\u00e1lise foliar indicou al\u00e9m de redu\u00e7\u00f5es no teor de Mg nas maiores frequ\u00eancias de aplica\u00e7\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o dos teores de Cu e Mn na testemunha. No Cap\u00edtulo 2, os compostos bioativos n\u00e3o influenciaram significativamente o enraizamento, embora a Terebentina tenha promovido maior altura e di\u00e2metro do colo. A aplica\u00e7\u00e3o de fertilizante de libera\u00e7\u00e3o lenta influenciou positivamente todas as vari\u00e1veis morfol\u00f3gicas e fisiol\u00f3gicas. A dose de 6 kg\/m\u00b3 proporcionou maior crescimento e biomassa, enquanto a dose de 3 kg\/m\u00b3 favoreceu melhor equil\u00edbrio morfol\u00f3gico (menor rela\u00e7\u00e3o altura\/di\u00e2metro). Houve aumento nos teores foliares de N e Zn e redu\u00e7\u00e3o nos de Mg e Cu com o incremento das doses. O tipo de miniestaca (apical ou basal) n\u00e3o influenciou nenhuma das vari\u00e1veis avaliadas. Esses resultados evidenciam que o manejo nutricional, associado \u00e0 sazonalidade, exerce papel central no sucesso da miniestaquia e na produ\u00e7\u00e3o de mudas de qualidade. A utiliza\u00e7\u00e3o de fertilizante de libera\u00e7\u00e3o lenta mostrou-se uma estrat\u00e9gia eficiente para promover vigor e equil\u00edbrio morfol\u00f3gico, enquanto os compostos bioativos testados n\u00e3o apresentaram efeito significativo sobre o enraizamento. A aus\u00eancia de influ\u00eancia do tipo de miniestaca amplia a flexibilidade do protocolo de propaga\u00e7\u00e3o vegetativa para esse h\u00edbrido.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/biblioteca.sophia.com.br\/terminal\/9566\/Busca\/Download?codigoArquivo=2709&amp;tipoMidia=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-943 size-full\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png\" alt=\"PDF\" width=\"65\" height=\"65\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png 65w, https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone-50x50.png 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 65px) 100vw, 65px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hannah Cristina Botelho Lima de Fanola<\/p>\n","protected":false},"author":894,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[165,56],"tags":[],"class_list":["post-5741","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-165","category-defesas-doutorado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5741","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/894"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5741"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5741\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5742,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5741\/revisions\/5742"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5741"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5741"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5741"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}