{"id":285,"date":"2016-04-08T00:00:00","date_gmt":"2016-04-08T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2016\/04\/08\/regimes-de-manejo-para-hovenia-dulcis-thunb-em-floresta-ombrofila-mista-como-alternativa-de-controle-e-geracao-de-rendas\/"},"modified":"2021-12-06T14:40:43","modified_gmt":"2021-12-06T17:40:43","slug":"regimes-de-manejo-para-hovenia-dulcis-thunb-em-floresta-ombrofila-mista-como-alternativa-de-controle-e-geracao-de-rendas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2016\/04\/08\/regimes-de-manejo-para-hovenia-dulcis-thunb-em-floresta-ombrofila-mista-como-alternativa-de-controle-e-geracao-de-rendas\/","title":{"rendered":"Regimes de Manejo para Hovenia dulcis Thunb. em Floresta Ombr\u00f3fila Mista como Alternativa de Controle e Gera\u00e7\u00e3o de Rendas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 12pt\"><strong>Carlos Henrique Boscardin Nauiack<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-family: helvetica, sans-serif\"><span style=\"font-size: medium\">\u2800<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\"><strong>Defesa P\u00fablica: <\/strong>27 de maio de 2015<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-family: helvetica, sans-serif\"><span style=\"font-size: medium\">\u2800<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\"><strong>Banca Examinadora:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Anadalvo Juazeiro dos Santos \u2013 UFPR \u2013 Primeiro Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Edilson Batista de Oliveira \u2013 EMBRAPA \u2013 Segundo Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Afonso Figueiredo Filho \u2013 UNICENTRO \u2013 Orientador e Presidente da Banca Examinadora<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"color: #0000ff\"><span style=\"font-family: helvetica, sans-serif\"><span style=\"font-size: medium\">\u2800<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\"><strong>Resumo:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">A esp\u00e9cie ex\u00f3tica invasora <em>Hovenia dulcis<\/em>, comumente conhecida no Brasil como uva-do-jap\u00e3o \u00e9 uma contaminante de diferentes fitofisionomias no Sul do Brasil como: a Floresta Ombr\u00f3fila Mista (FOM), Floresta Estacional Semidecidual e a Estepes Gram\u00edneo-Lenhosa. Por amea\u00e7ar o equil\u00edbrio natural das comunidades biol\u00f3gicas e os recursos gen\u00e9ticos do pa\u00eds, mecanismos de controle desta esp\u00e9cie devem ser buscados, a fim de se estabelecer estrat\u00e9gias conjuntas de mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos adversos causados nos ecossistemas, seja pela erradica\u00e7\u00e3o, controle ou monitoramento da invas\u00e3o. No presente trabalho foram desenvolvidas propostas de manejo para <em>Hovenia dulcis <\/em>sob regenera\u00e7\u00e3o natural em fragmentos de FOM na regi\u00e3o Centro-Sul do Paran\u00e1, visando o controle da esp\u00e9cie e a gera\u00e7\u00e3o de renda aos propriet\u00e1rios rurais. Para isto, enumerou-se todos os indiv\u00edduos da esp\u00e9cie presentes nos fragmentos florestais localizados em 16 propriedades rurais. No total 904 \u00e1rvores acima de 10 cm de DAP foram enumeradas e formaram o conjunto de \u00e1rvores objeto do manejo. As \u00e1rvores foram agrupadas em classes de di\u00e2metro a fim de servir principalmente para a quantifica\u00e7\u00e3o do estoque atual (ano de medi\u00e7\u00e3o &#8211; 2012) e para determinar as \u00e1rvores amostradas pela an\u00e1lise de tronco completa. Para o estoque atual determinou-se os padr\u00f5es \u00f3timos de corte dos fustes (volume serraria) de maneira individual, com o objetivo de maximizar o comprimento do fuste utiliz\u00e1vel. O processo de otimiza\u00e7\u00e3o gerou um aproveitamento m\u00e9dio do fuste com dimens\u00f5es para serraria de 96,36% e um volume para serraria total de 105,63 m3, pouco menos de um ter\u00e7o do\u00a0volume total de 357,3 m3. Na elabora\u00e7\u00e3o das propostas de manejo utilizou-se como ferramenta modelos dendrom\u00e9tricos (hipsom\u00e9tricos, volum\u00e9tricos e de afilamento) e biom\u00e9tricos (modelos de crescimento globais e modelos de \u00e1rvores individuais) ajustados em fun\u00e7\u00e3o da idade observada (d = <em>f <\/em>(I)) e em fun\u00e7\u00e3o de uma escala de idades relativas (d = <em>f <\/em>(IR)). O banco de dados para o ajuste dos modelos dendrom\u00e9tricos contou com 80 \u00e1rvores cubadas e, os modelos biom\u00e9tricos foram ajustados com 40 \u00e1rvores amostradas pela t\u00e9cnica da an\u00e1lise de tronco completa. Os modelos ajustados apresentaram resultados adequados e coerentes quando comparados aos normalmente obtidos para as esp\u00e9cies que crescem em florestas nativas. Os modelos biom\u00e9tricos ajustados em fun\u00e7\u00e3o da escala de idades relativas geraram resultados superiores com R2adj de 0,82 e Sxy% de 14,5 quando comparados ao ajuste em fun\u00e7\u00e3o da idade observada, que apresentou R2adj de 0,59 e Syx% de 22,1. As propostas de manejo basearam-se em 3 m\u00e9todos que, de diferentes formas buscam a maximiza\u00e7\u00e3o da receita, sendo a sele\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores determinada de acordo com a proje\u00e7\u00e3o do valor presente individual ao longo do horizonte de planejamento. Os m\u00e9todos aplicados foram: maximiza\u00e7\u00e3o da receita (<em>MaxR<\/em>), maximiza\u00e7\u00e3o da receita balanceada (<em>MaxR_B<\/em>) e maximiza\u00e7\u00e3o da receita controlada (<em>MaxR_C<\/em>). Para cada um dos m\u00e9todos simulou-se tr\u00eas varia\u00e7\u00f5es no ciclo de corte (2, 3 e 4 anos) por meio do desenvolvimento e resolu\u00e7\u00e3o do algoritmo de programa\u00e7\u00e3o linear espec\u00edfico para o m\u00e9todo. Em raz\u00e3o da diferen\u00e7a entre os objetivos finais de cada m\u00e9todo, a avalia\u00e7\u00e3o foi realizada para os tr\u00eas diferentes ciclos de corte. Utilizou-se crit\u00e9rios t\u00e9cnicos e ambientais na avalia\u00e7\u00e3o do melhor ciclo de corte para cada m\u00e9todo. O ciclo de corte a cada 2 anos foi superior nos crit\u00e9rios t\u00e9cnicos-econ\u00f4micos para dois m\u00e9todos (<em>MaxR e MaxR_B<\/em>). Por outro lado, o ciclo de corte a cada 4 anos foi superior nos crit\u00e9rios ambientais para todos os m\u00e9todos. As propostas de manejo geraram resultados muito superiores quando comparadas aos resultados de uma explora\u00e7\u00e3o visando a erradica\u00e7\u00e3o no ano zero. As op\u00e7\u00f5es de manejo com a maior receita total e com o maior volume total quando comparadas com os resultados do estoque atual foram superiores em 44 e 60%, para a receita e volume total, respectivamente. Ao final, todas as propostas de manejo cumpriram com o principal objetivo inicialmente estabelecidos nesta pesquisa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/www2.unicentro.br\/ppgf\/files\/2016\/04\/Disserta\u00e7\u00e3o-Carlos-Henrique-Boscardin-Nauiack.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-943 size-full\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png\" alt=\"PDF\" width=\"65\" height=\"65\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png 65w, https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone-50x50.png 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 65px) 100vw, 65px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Henrique Boscardin Nauiack<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[28,54],"tags":[],"class_list":["post-285","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-defesas-mestrado-2015","category-defesas-mestrado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/285","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=285"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/285\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}