{"id":1791,"date":"2021-11-22T10:57:10","date_gmt":"2021-11-22T13:57:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/?p=1791"},"modified":"2025-04-04T10:52:29","modified_gmt":"2025-04-04T13:52:29","slug":"severidade-do-cancro-do-eucalipto-em-especies-recomendadas-para-regioes-de-geada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2021\/11\/22\/severidade-do-cancro-do-eucalipto-em-especies-recomendadas-para-regioes-de-geada\/","title":{"rendered":"Severidade do cancro do eucalipto em esp\u00e9cies recomendadas para regi\u00f5es de geada"},"content":{"rendered":"<p><strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 12pt\">Paula Burigo Vandresen<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\"><strong>Defesa P\u00fablica:<\/strong> 30 de maio de 2014<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Banca Examinadora:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Profa. Dra. Maria Alves Ferreira \u2013 UFLA \u2013 Primeira Examinadora<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Profa. Dra. Daniele Ukan \u2013 UNICENTRO \u2013 Segunda Examinadora<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Fl\u00e1vio Augusto de Oliveira Garcia \u2013 UNICENTRO \u2013 Orientador e Presidente da Banca Examinadora<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Resumo:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">O cancro do eucalipto \u00e9 uma das principais doen\u00e7as dos cultivos de Eucalyptus spp. no Brasil, sobretudo em regi\u00f5es de clima tropical. Embora haja relatos da ocorr\u00eancia de cancro na regi\u00e3o sul do Brasil nas \u00e1rea cultivadas, devido \u00e0s caracter\u00edsticas das vari\u00e1veis clim\u00e1ticas n\u00e3o h\u00e1 ocorr\u00eancia de epidemias nos locais cultivados desta regi\u00e3o. Todavia, h\u00e1 uma franca expans\u00e3o dos povoamentos florestais na regi\u00e3o sul, \u00e1reas anteriormente n\u00e3o utilizadas para o plantio florestal est\u00e3o sendo avalianda para essa finalizadade, e at\u00e9 j\u00e1 implantando povoamentos florestais, principalmente de esp\u00e9cies de Eucalyptus. Estas novas \u00e1reas possuem clima distinto das tradicionalmente cultivadas com esp\u00e9cies florestais no sul brasileiro, assemelhando-se mais as caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas de outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Assim o presente trabalho objetivou a avaliar a intera\u00e7\u00e3o de tr\u00eas esp\u00e9cies de Eualyptus com o fitopat\u00f3geno Crhysoporthe cubensis a fim de gerar dados sobre a resist\u00eancia e suscetibilidade destas esp\u00e9cies ao fungo. Para tanto dois ensaios foram montados um com as esp\u00e9cies E. dunnii e E. viminalis, e outro ensaio com E. benthamii, usando nos dois ensaios E. grandis como comparador de suscetibildade. Foram utilizados nos dois ensaios dois isolados de C. cubensis obtidos de plantas sintom\u00e1ticas de plantios da Bahia (Isolado 1) e de plantas cultivadas no Par\u00e1 (Isolado 2). Para a realiza\u00e7\u00e3o do primeiro ensaio procedeu-se o cultivo de mudas de seminais de E. dunnii, E. viminalis e E. grandis em vasos de 4L tendo-se dois grupos de plantas, sendo que um foi inoculado aos 7 meses ap\u00f3s a semeadura e outro aos 11 meses ap\u00f3s a semeadura. A inocula\u00e7\u00e3o foi feita por meio de ferimento na base do coleto das plantas e deposi\u00e7\u00e3o de disco de mic\u00e9lio fungico, que foram recobertos com algod\u00e3o umedecido e envoltos por filme pl\u00e1stico por 30 dias. As avalia\u00e7\u00f5es ocorreram aos 60, 90 e 180 dias ap\u00f3s a inocula\u00e7\u00e3o, mensurando a \u00e1rea da les\u00e3o no caule. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. No grupo de plantas inoculado primeira avalia\u00e7\u00e3o ao 7 meses de idade, n\u00e3o houve diferen\u00e7a entre os padr\u00f5es de les\u00f5es das esp\u00e9cies de E. dunnii e E. grandis n\u00e3o diferiram estatisticamente, demonstrando que n\u00e3o houve diferen\u00e7a nos n\u00edveis de resist\u00eancia entre as duas esp\u00e9cies, independente do isolado inoculado. J\u00e1 para a avalia\u00e7\u00e3o das plantas inoculadas aos 11 meses, E. viminalis demonstrou ser mais suscet\u00edvel que as outras esp\u00e9cies avaliadas, apresentando uma maior \u00e1rea abaixo da curva de progresso da doen\u00e7a (AACPD) em rela\u00e7\u00e3o ao isolado 2. N\u00e3o havendo diferen\u00e7a entre as esp\u00e9cies testadas e o isolado 1. No segundo ensaio comparou-se mudas de E. benthamii com E. grandis, procedeu-se de modo similar ao primeiro por\u00e9m foram inoculadas aos 19 meses ap\u00f3s a semeadura. As avalia\u00e7\u00f5es foram aos 60, 90 e 180 dias ap\u00f3s a inocula\u00e7\u00e3o, mensurandose a \u00e1rea da les\u00e3o no caule. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado em arranjo fatorial duplo, constitu\u00eddo por duas esp\u00e9cies de eucaliptos e dois isolados do Chrysoporthe cubensis (Isolado 1 e 2). As mudas de E.benthamii e E. grandis apresentaram les\u00f5es com formato elipsoidal, formato caracter\u00edstico de causas bi\u00f3ticas. A inocula\u00e7\u00e3o artificial realizada no presente estudo, n\u00e3o houve diferen\u00e7a estat\u00edstica entre a AACPD para E. benthamii e E. grandis, nem entre as AACPD do isolado da 1 e 2. Conclui-se que E. dunnii apresentou mesmo padr\u00e3o de resist\u00eancia ao isolado 2 que E. grandis, por\u00e9m E. viminalis foi mais suscet\u00edvel. Em rela\u00e7\u00e3o ao isolado da 1 nenhuma das tr\u00eas esp\u00e9cies diferiram no n\u00edvel de resist\u00eancia. Para E. benthamii n\u00e3o houve diferen\u00e7a no padr\u00e3o de resist\u00eancia a E. grandis para nenhum dos dois isolados testados. As esp\u00e9cies E. dunnii, E. viminalis E. benthamii e apresentaram-se suscet\u00edveis \u00e0 C. cubensis em rela\u00e7\u00e3o E. grandis, sendo assim \u00e9 necess\u00e1rio a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do comportamento das prog\u00eanies, clones e h\u00edbridos oriundos destas esp\u00e9cies para o plantio em \u00e1reas de potencial risco de epidemia da doen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tede.unicentro.br\/jspui\/bitstream\/jspui\/1343\/2\/Paula%20Burigo%20Vandresen.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-943 size-full\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png\" alt=\"PDF\" width=\"65\" height=\"65\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png 65w, https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone-50x50.png 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 65px) 100vw, 65px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paula Burigo Vandresen<\/p>\n","protected":false},"author":360,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[26,54],"tags":[],"class_list":["post-1791","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-defesas-mestrado-2014","category-defesas-mestrado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1791","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/360"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1791"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1791\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4847,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1791\/revisions\/4847"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1791"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1791"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1791"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}