{"id":1029,"date":"2021-05-03T12:09:55","date_gmt":"2021-05-03T15:09:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/?p=1029"},"modified":"2025-04-07T10:09:17","modified_gmt":"2025-04-07T13:09:17","slug":"ecologia-e-modelagem-biometrica-de-samambaias-arborescentes-em-fragmento-de-floresta-ombrofila-mista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2021\/05\/03\/ecologia-e-modelagem-biometrica-de-samambaias-arborescentes-em-fragmento-de-floresta-ombrofila-mista\/","title":{"rendered":"Ecologia e Modelagem Biom\u00e9trica de Samambaias Arborescentes em Fragmento de Floresta Ombr\u00f3fila Mista"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 12pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Jocasta Lerner<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Defesa P\u00fablica:<\/strong> 17 de mar\u00e7o de 2020<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Banca Examinadora:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof. Dr. Carlos Roberto Sanquetta \u2013 UFPR\u2013 Primeiro Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof\u00aa. Dra. Daniela Roberta Holdefer \u2013 UNESPAR \u2013 Segunda Examinadora<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof\u00aa. Dra. Isabel Passos Bonete \u2013 UNICENTRO \u2013 Terceira Examinadora<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof. Dr. Fabr\u00edcio William de \u00c1vila \u2013 UNICENTRO \u2013 Quarto Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Prof\u00aa. Dra. Andrea Nogueira Dias \u2013 UNICENTRO \u2013 Orientadora e Presidente da Banca Examinadora<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><strong>Resumo:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Objetivou-se conhecer a ecologia e modelagem biom\u00e9trica das samambaias arborescentes das esp\u00e9cies Alsophila setosa, Cyathea corcovadensis, Cyathea phalerata e Dicksonia sellowiana. Avaliou-se a intera\u00e7\u00e3o dos atributos do solo com a presen\u00e7a das samambaias arborescentes, sua fenologia, a fitossociologia, \u00edndices ecol\u00f3gicos, distribui\u00e7\u00e3o espacial e a din\u00e2mica, ajuste de equa\u00e7\u00f5es de hipsometria, volumetria e fun\u00e7\u00f5es de afilamento e a quantifica\u00e7\u00e3o do estoque de biomassa na Floresta Nacional de Irati (PR), em duas \u00e1reas: \u00c1rea 1 (floresta nativa) e \u00c1rea 2 (plantio de Arauc\u00e1rias). Utilizou-se uma matriz de atributos do solo com uma matriz vegetacional para a an\u00e1lise de correspond\u00eancia can\u00f4nica. Na fenologia (vegetativa e reprodutiva) foram selecionados 10 indiv\u00edduos de A. setosa, C. phalerata, D. sellowiana, e nove indiv\u00edduos de C. corcovadensis, com acompanhamento mensal no per\u00edodo de 2016- 2019. O incremento em altura total foi aferido anualmente. Foram avaliadas as taxas de sincronia e das correla\u00e7\u00f5es das vari\u00e1veis fenol\u00f3gicas com vari\u00e1veis ambientais. Na fitossociologia, nas samambaias arborescentes foram mensurados o DAP e altura, al\u00e9m de outras vari\u00e1veis qualitativas para calcular densidade, domin\u00e2ncia, frequ\u00eancia e valor de import\u00e2ncia, al\u00e9m de calculados os \u00edndices ecol\u00f3gicos (Shannon-Wiener, Pielou, Jaccard e Sorensen). Para analisar a distribui\u00e7\u00e3o espacial foram utilizados os \u00edndices Morisita, Payandeh e Hazen. Nos estudos da din\u00e2mica de 2014-2017, avaliaram-se o crescimento, ingresso e mortalidade em n\u00edvel de esp\u00e9cie para di\u00e2metro, \u00e1rea transversal e altura total. Na modelagem biom\u00e9trica (hipsometria, volumetria e fun\u00e7\u00f5es de afilamento), utilizou-se dados de cubagem rigorosa de 35 indiv\u00edduos de A. setosa e 35 de D. sellowiana, seguida da extrapola\u00e7\u00e3o para a popula\u00e7\u00e3o. Na biomassa, foram selecionados 30 indiv\u00edduos de A. setosa, 30 de D. sellowiana e 30 indiv\u00edduos para o g\u00eanero Cyathea. As samambaias arborescentes foram separadas em dois componentes, sendo estes c\u00e1udice e fronde (pina e raque), que ap\u00f3s obtido o peso verde em campo, foram levadas a estufa com ventila\u00e7\u00e3o for\u00e7ada a 70\u00b0 C at\u00e9 atingirem peso constante. Os atributos do solo demostraram maior poder discriminante para o n\u00famero de indiv\u00edduos de C. corcovadensis (maiores porcentagens de satura\u00e7\u00e3o por alum\u00ednio e capacidade de troca de c\u00e1tions) e \u00e1rea basal de D. sellowiana (menores porcentagens de silte, magn\u00e9sio, alum\u00ednio, pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo). Sobre a fenologia, para A. setosa os b\u00e1culos foram produzidos entre outubro e novembro e para sua fase reprodutiva houve pouca sincronia para os espor\u00e2ngios imaturos e n\u00e3o houve sincronia para os espor\u00e2ngios fechados e liberando esporos. C. corcovadensis produziu b\u00e1culos entre outubro e novembro, para sua fase reprodutiva houve pouca sincronia. C. phalerata produziu b\u00e1culos de setembro a novembro, sua fase reprodutiva teve alta sincronia. Para D. sellowiana os b\u00e1culos foram produzidos de setembro a dezembro, sendo que na fase reprodutiva n\u00e3o houve sincronia. Sobre a fitossociologia, na \u00c1rea 1 A. setosa apresentou 1539 ind.ha-1 , \u00e1rea basal de 14,3 m\u00b2.ha- \u00b9 e maior IVI, D. sellowiana teve 82 ind.ha- \u00b9 e 5,41 m\u00b2.ha- \u00b9 de \u00e1rea basal, C. corcovadensis teve 1 ind.ha- \u00b9 e \u00e1rea basal de 0,04 m\u00b2.ha- \u00b9, C. phalerata teve 19 ind.ha- \u00b9 e 0,35 m\u00b2.ha- \u00b9. Na \u00c1rea 2 A. setosa teve 601 ind.ha- \u00b9, \u00e1rea basal de 5,23 m\u00b2.ha- \u00b9 e segundo maior IVI, D. sellowiana teve 14 ind.ha- \u00b9 e 0,39 m\u00b2.ha- \u00b9, C. corcovadensis teve 4 ind.ha- \u00b9 e 0,08 m\u00b2.ha- \u00b9, C. phalerata teve 2 ind.ha- \u00b9 e 0,02 m\u00b2.ha- \u00b9 de \u00e1rea basal. Sobre os \u00edndices ecol\u00f3gicos, a \u00c1rea 1 possui maior diversidade. A distribui\u00e7\u00e3o espacial das esp\u00e9cies foi agregada. Sobre a din\u00e2mica, o percentual de ingressos e mortalidade mais expressivo foi Cyathea spp, sobressaindo os ingressos. Na modelagem biom\u00e9trica, para A. setosa o volume estimado pelo modelo de Schumacher-Hall foi de 60,015 m\u00b3.ha-1 para a \u00c1rea 1, e 38,510 m\u00b3.ha-1 para a \u00c1rea 2. Para D. sellowiana, o modelo de Henricksen foi o mais adequado para estimar a altura total, e o modelo da linha 7 reta para estimar a altura comercial, sendo o volume total estimado pelo modelo de Stoate, de 17,971 m\u00b3.ha-1 para \u00c1rea 1 e 1,306 m\u00b3.ha-1 , e o volume comercial tamb\u00e9m estimado pelo modelo de Stoate, em 14,498 m\u00b3.ha-1 para a \u00c1rea 1 e 1,039 m\u00b3.ha-1 para a \u00c1rea 2. Para as fun\u00e7\u00f5es de afilamento de D. sellowiana, polin\u00f4mio de 5\u00b0 grau demonstrou melhor desempenho. Na biomassa A. setosa teve biomassa total de 8,113 t.ha-1 para a \u00c1rea 1, na \u00c1rea 2 apresentou 2,684 t.ha-1 . Cyathea spp apresentou biomassa total de 0,177 t.ha-1 para a \u00c1rea 1, na \u00c1rea 2 teve 0,0305 t.ha-1 . Dicksonia sellowiana teve biomassa total de 1,495 t.ha-1 para a \u00c1rea 1 e na \u00c1rea 2 teve 0,149 t.ha-1.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tede.unicentro.br\/jspui\/bitstream\/jspui\/1316\/2\/Jocasta%20Lerner.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-943 size-full\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png\" alt=\"PDF\" width=\"65\" height=\"65\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png 65w, https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone-50x50.png 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 65px) 100vw, 65px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jocasta Lerner<\/p>\n","protected":false},"author":360,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[74,56],"tags":[],"class_list":["post-1029","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-74","category-defesas-doutorado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/360"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1029"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1029\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4893,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1029\/revisions\/4893"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}