{"id":1003,"date":"2021-05-03T10:08:01","date_gmt":"2021-05-03T13:08:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/?p=1003"},"modified":"2025-04-07T10:52:13","modified_gmt":"2025-04-07T13:52:13","slug":"diagnostico-dinamica-e-manejo-de-hovenia-dulcis-thunb-em-fragmentos-antropizados-de-floresta-ombrofila-mista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/2021\/05\/03\/diagnostico-dinamica-e-manejo-de-hovenia-dulcis-thunb-em-fragmentos-antropizados-de-floresta-ombrofila-mista\/","title":{"rendered":"Diagn\u00f3stico, din\u00e2mica e manejo de Hovenia dulcis Thunb. em fragmentos antropizados de Floresta Ombr\u00f3fila Mista."},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #000000;font-size: 12pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><b>Carlos Henrique Boscardin Nauiack<\/b><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\"><strong>Defesa P\u00fablica:<\/strong> 04 de maio de 2020<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Banca Examinadora:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Sylvio P\u00e9llico Netto \u2013 UFPR \u2013 Primeiro Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Francelo Mognon \u2013 UFPR \u2013 Segundo Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Sebasti\u00e3o do Amaral Machado \u2013 UFPR\/UNICENTRO \u2013 Terceiro Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Gabriel de Magalh\u00e3es Miranda \u2013 UNICENTRO \u2013 Quarto Examinador<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;font-size: 10pt\">Prof. Dr. Afonso Figueiredo Filho \u2013 UNICENTRO \u2013 Orientador e Presidente da Banca Examinadora <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span lang=\"pt-BR\">Resumo:<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;font-size: 10pt;font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><span lang=\"pt-BR\">Hovenia dulcis Thunb., comumente conhecida no Brasil como uva-do-jap\u00e3o, \u00e9 considerada esp\u00e9cie arb\u00f3rea ex\u00f3tica e invasora (EEI) em diversas unidades fitogeogr\u00e1ficas no Sul do Brasil, como a Floresta Ombr\u00f3fila Mista (FOM), a Floresta Estacional Semidecidual e Estepes Gram\u00edneo-Lenhosa. Por amea\u00e7ar o equil\u00edbrio natural dos ecossistemas invadidos, mecanismos de controle e monitoramento dessa esp\u00e9cie devem ser buscados, a fim de se estabelecer estrat\u00e9gias conjuntas de mitiga\u00e7\u00e3o. A presente pesquisa teve como objetivo realizar o diagn\u00f3stico de fragmentos antropizados de FOM contaminados por H. dulcis, avaliar a din\u00e2mica e desenvolver um modelo de manejo para a esp\u00e9cie ex\u00f3tica invasora, buscando controlar sua expans\u00e3o, com gera\u00e7\u00e3o de rendas aos propriet\u00e1rios rurais. Especificamente, ainda se objetivou desenvolver uma metodologia para a estratifica\u00e7\u00e3o dos fragmentos florestais pelo grau de invas\u00e3o de H. dulcis, determinar a Classe de Di\u00e2metro de M\u00e1ximo Valor Presente (CMVP) para H. dulcis e avaliar os danos da colheita nas \u00e1rvores remanescentes. O estudo foi realizado em 12 fragmentos antropizados de FOM no munic\u00edpio de Fernandes Pinheiros, regi\u00e3o Centro-sul do Paran\u00e1. Considerouse cada fragmento como uma propriedade rural. V\u00e1rias bases de dados foram utilizadas nesta pesquisa e algumas foram empregadas em m\u00faltiplos objetivos. O diagn\u00f3stico e a din\u00e2mica dos fragmentos florestais com presen\u00e7a da EEI foram realizados com dados provenientes de: invent\u00e1rio florestal a 100% de H. dulcis (2012 e 2018); invent\u00e1rio por amostragem com parcelas permanentes (2011 a 2017); dados de crescimento gerados por an\u00e1lise de tronco (ANATRO); e mapeamento dos fragmentos com imagem de sat\u00e9lite e aerolevantamento com ve\u00edculo a\u00e9reo n\u00e3o tribulado (VANT). No invent\u00e1rio por amostragem, foram alocadas 21 parcelas permanentes, perfazendo um total de 2,9 hectares amostrados. Ao comparar os resultados entre os per\u00edodos de medi\u00e7\u00e3o, observou-se a manuten\u00e7\u00e3o do n\u00famero de g\u00eaneros e fam\u00edlias bot\u00e2nicas, com redu\u00e7\u00e3o m\u00ednima no n\u00famero de esp\u00e9cies de 82 em 2011 para 80 em 2017. Os dados relativos ao n\u00famero de \u00e1rvores.ha-1 apresentaram a maior altera\u00e7\u00e3o ao longo dos seis anos de intervalo entre as medi\u00e7\u00f5es, reduzindo 90 \u00e1rvores.ha-1 em 2017. Al\u00e9m da mortalidade, essa redu\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada tamb\u00e9m ao corte de 129 indiv\u00edduos de 36 esp\u00e9cies diferentes dentro das parcelas entre 2011 e 2017. Todas as 10 esp\u00e9cies com maiores \u00edndices de valor de import\u00e2ncia (IVI) em 2011 apresentaram redu\u00e7\u00e3o em sua densidade na medi\u00e7\u00e3o de 2017. A distribui\u00e7\u00e3o diam\u00e9trica \u00e9 do tipo decrescente, tanto em 2011 como em 2017. Ao contr\u00e1rio da distribui\u00e7\u00e3o diam\u00e9trica, o estoque volum\u00e9trico por classe de di\u00e2metro assume uma distribui\u00e7\u00e3o unimodal com elevada assimetria positiva. Com rela\u00e7\u00e3o ao invent\u00e1rio a 100% de H.dulcis nos 12 fragmentos, foram registradas 514 \u00e1rvores em 2012, em que, ap\u00f3s seis anos (2018), nos mesmos fragmentos florestais foram mensuradas 1.008 \u00e1rvores com di\u00e2metro a 1,3 m igual ou superior a 10 cm. Houve elevado aumento em todos os par\u00e2metros da popula\u00e7\u00e3o de H.dulcis (n\u00famero de \u00e1rvores, \u00e1rea basal e volume por hectare) em praticamente todas as classes de di\u00e2metro, principalmente nas menores classes. No total, 138 \u00e1rvores de H. dulcis foram colhidas pelos propriet\u00e1rios dos fragmentos florestais entre 2012 e 2018, valor que correspondeu a uma taxa de colheita de 2,28% ao ano. O ingresso e a mortalidade foram avaliados a partir dos dados de parcelas permanentes nos seguintes per\u00edodos: 2011-2014 e 2014-2017. A taxa m\u00e9dia anual de ingresso para H. dulcis foi de 6,19%, enquanto a taxa m\u00e9dia anual da mortalidade entre os per\u00edodos foi pr\u00f3xima de zero (0,51%). O incremento diam\u00e9trico foi de 0,74 cm.ano-1 , o qual foi determinado com base nos dados do invent\u00e1rio a 100% para as \u00e1rvores remanescentes da primeira medi\u00e7\u00e3o (2012) e remedidas em 2018. O incremento m\u00e9dio da classe (IMC) e o tempo de passagem foi determinado para diferentes amplitudes diam\u00e9tricas (3, 5, 6 e 10 cm), com 905 pares de dados provenientes de 33 \u00e1rvores amostradas pela ANATRO. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estratifica\u00e7\u00e3o pelo grau de invas\u00e3o de H. dulcis, aplicou-se a mesma metodologia para duas bases de dados distintas: levantamento terrestre e aerolevantamento com VANT. A estratifica\u00e7\u00e3o foi realizada por meio da estat\u00edstica multivariada, submetendo-se a matriz de dados \u00e0 An\u00e1lise de Agrupamento pelo m\u00e9todo aglomerativo hier\u00e1rquico, sendo o dendrograma obtido pela dist\u00e2ncia euclidiana como medida de similaridade, utilizando o m\u00e9todo de liga\u00e7\u00e3o completa do vizinho mais distante. Com base no dendrograma foram definidos tr\u00eas estratos (mesma linha de corte) para ambas as base de dados, sendo que todos os fragmentos receberam a mesma classifica\u00e7\u00e3o quanto ao grau de vii invas\u00e3o (m\u00e9dio, alto e muito alto). A classe de di\u00e2metro de m\u00e1ximo valor presente para H. dulcis foi definida a partir da avalia\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia do valor presente de cada classe. A CMVP foi a faixa de di\u00e2metro em que as \u00e1rvores da esp\u00e9cie se encontram no seu m\u00e1ximo valor presente, tendo sido definida com base nas \u00e1rvores amostradas pela ANATRO. A 8\u00aa classe diam\u00e9trica, que representa os di\u00e2metros de 31 a 34 cm, apresentou o maior valor presente m\u00e9dio com R$ 35,67 por \u00e1rvore e volume comercial m\u00e9dio de 0,820 m3 por \u00e1rvore, sendo considerada, portanto, a classe de di\u00e2metro \u00f3tima de corte para a esp\u00e9cie. Dos 12 fragmentos com a presen\u00e7a de H.dulcis, foram selecionados apenas tr\u00eas fragmentos\/propriedades para o manejo da esp\u00e9cie, sendo duas delas classificadas como grau de invas\u00e3o alto e a outra como muito alto. A proposta de manejo de H. dulcis foi concebida com dois objetivos principais: o controle da esp\u00e9cie como forma de manuten\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio dos fragmentos florestais nativos e a gera\u00e7\u00e3o de rendas para os propriet\u00e1rios rurais. A intensidade de corte, ou seja, a determina\u00e7\u00e3o do n\u00famero de \u00e1rvores que seriam colhidas, foi o principal par\u00e2metro para o controle da EEI, pois \u00e9 a partir do equil\u00edbrio entre entradas e sa\u00eddas das \u00e1rvores que ocorrer\u00e1 a estabiliza\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o. Para tal, utilizou-se a taxa m\u00e9dia anual do ingresso de 6,19%, o ciclo de corte definido como tr\u00eas anos e o n\u00famero de \u00e1rvores da esp\u00e9cie existente em cada fragmento. O n\u00famero de \u00e1rvores colhidas variou entre os fragmentos, pois \u00e9 dependente do n\u00famero de \u00e1rvores pr\u00e9-existentes, sendo a \u00fanica vari\u00e1vel que se diferenciou entre os fragmentos. Conforme esperado, os resultados do manejo variaram entre os tr\u00eas fragmentos. Para o n\u00famero de \u00e1rvores colhidas, a m\u00e9dia foi de 28,66, com varia\u00e7\u00e3o de 22 a 38 \u00e1rvores. Para o volume comercial colhido, a m\u00e9dia ponderada foi de 12,77 m3 , com varia\u00e7\u00e3o de 11,32 a 14,36 m 3 entre os fragmentos. Com base na t\u00e9cnica da raz\u00e3o de movimento, proje\u00e7\u00f5es da distribui\u00e7\u00e3o diam\u00e9trica da popula\u00e7\u00e3o da EEI foram realizadas para 2021 e 2024 para o fragmento 4. Observou-se como resultado da proje\u00e7\u00e3o que, a partir do 2\u00ba e 3\u00ba ciclos de corte, os par\u00e2metros da popula\u00e7\u00e3o da EEI estabilizam-se e os resultados do volume e n\u00famero de \u00e1rvores permanecem equilibrados, atingindo a equil\u00edbrio idealizado para o manejo sustent\u00e1vel. Os danos causados pela opera\u00e7\u00e3o de colheita da EEI foram avaliados quanto ao grau e ao tipo de dano para todas as \u00e1rvores com DAP \u2265 10 cm. Para os tr\u00eas fragmentos a m\u00e9dia ponderada do dano de qualquer tipo foi equivalente a 2,3 \u00e1rvores.ha-1 , menos de 1% do n\u00famero total de \u00e1rvores. Entretanto, a m\u00e9dia do dano que ocasionou a morte das \u00e1rvores foi ainda menor. O dano em \u00e1rea basal representou na m\u00e9dia menos de 1% (0,094 m2 .ha-1 ) da \u00e1rea basal total dos fragmentos. O tipo de dano mais comum em 38% dos casos foi a quebra da copa, seguida da quebra do fuste com 22% e \u00e1rvores cortadas com 20%, que juntos somaram 80% dos tipos de danos. A partir dos resultados gerados na pesquisa conclui-se que: A an\u00e1lise da altera\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e na estrutural horizontal entre os per\u00edodos de medi\u00e7\u00e3o mostraram fragmentos fragilizados, principalmente devido \u00e0s a\u00e7\u00f5es antr\u00f3pica, fato que favorece a invas\u00e3o e a expans\u00e3o por H. dulcis, evidenciando a necessidade de a\u00e7\u00f5es que busquem alterar o quadro atual de antropiza\u00e7\u00e3o; A taxa de mortalidade da esp\u00e9cie pr\u00f3xima a zero mostra que o controle natural da esp\u00e9cie na FOM \u00e9 praticamente nulo; H. dulcis mostrou grande efici\u00eancia na competi\u00e7\u00e3o por recursos e alta capacidade de regenera\u00e7\u00e3o, com valores altos para o incremento peri\u00f3dico anual e para a taxa anual de ingresso, quando comparados \u00e0s esp\u00e9cies nativas da FOM; A invas\u00e3o da FOM por H. dulcis est\u00e1 longe de retroceder ou estabilizar; De modo geral, H.dulcis caracteriza-se pela tend\u00eancia de decr\u00e9scimo no incremento em di\u00e2metro ao longo de seu desenvolvimento; A estratifica\u00e7\u00e3o dos fragmentos florestais quanto ao grau de invas\u00e3o por H. dulcis pela t\u00e9cnica da an\u00e1lise de agrupamento, tanto para dados provenientes de levantamento terrestre como para dados provenientes de aerolevantamento com VANT, mostrou-se um m\u00e9todo eficiente na determina\u00e7\u00e3o de estratos homog\u00eaneos; A primeira an\u00e1lise do manejo executado indica que os principais objetivos propostos inicialmente nesta pesquisa, ou seja, a gera\u00e7\u00e3o de rendas e o controle da esp\u00e9cie ex\u00f3tica (redu\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros) foram atingidos e, certamente, podem servir como modelo de manejo para H. dulcis. Para controlar H. dulcis e ao mesmo tempo mant\u00ea-la como fonte de renda, deve ser estabelecido o equil\u00edbrio entre o n\u00famero de \u00e1rvores colhidas e de ingressantes na floresta. A colheita de H. dulcis gerou danos irrelevantes nas \u00e1rvores remanescente com DAP \u2265 10 cm, tanto para o n\u00famero de \u00e1rvores.ha-1 quanto para a \u00e1rea basal.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/tede.unicentro.br\/jspui\/bitstream\/jspui\/1407\/2\/Tese%20Carlos%20Henrique%20Boscardin%20Nauiack.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-943 size-full\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png\" alt=\"PDF\" width=\"65\" height=\"65\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone.png 65w, https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-content\/uploads\/sites\/96\/2020\/08\/pdf-icone-50x50.png 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 65px) 100vw, 65px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Henrique Boscardin Nauiack<\/p>\n","protected":false},"author":360,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[74,56],"tags":[],"class_list":["post-1003","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-74","category-defesas-doutorado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/360"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1003"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4898,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1003\/revisions\/4898"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1003"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1003"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1003"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}