{"id":37,"date":"2014-11-25T00:00:00","date_gmt":"2014-11-25T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/areas-experimentais\/"},"modified":"2021-12-03T14:45:35","modified_gmt":"2021-12-03T17:45:35","slug":"areas-experimentais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/infraestrutura\/areas-experimentais\/","title":{"rendered":"\u00c1reas Experimentais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O PPGF disp\u00f5e ainda dentro da institui\u00e7\u00e3o, campus universit\u00e1rio de Irati, de \u00e1reas experimentais, com plantios de <em>Pinus<\/em> spp. e <em>Eucalyptus<\/em> spp., que t\u00eam sido utilizados no apoio \u00e0s aulas pr\u00e1ticas e ao desenvolvimento de pesquisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Merece destaque a infraestrutura da Floresta Nacional (Flona de Irati), que \u00e9 uma importante unidade de conserva\u00e7\u00e3o administrada pelo ICMBio &#8211; Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade. O Programa possui importante parceria com a Flona de Irati para uso daquele espa\u00e7o para a realiza\u00e7\u00e3o de aulas pr\u00e1ticas, visitas t\u00e9cnicas, e principalmente, para a realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas. A floresta nacional est\u00e1 localizada h\u00e1 apenas 15 km do Campus Universit\u00e1rio, possuindo uma \u00e1rea total de 3.495 hectares, sendo 1.308,71 hectares de florestas plantadas e 1.272,90 hectares com Floresta nativa de Arauc\u00e1ria (Floresta Ombr\u00f3fila Mista). Trata-se de um espa\u00e7o sem similar para pesquisa, pois al\u00e9m de possuir plantios de Pinus e Arauc\u00e1ria, possui importante fragmento de Floresta Ombr\u00f3fila Mista (FOM). Neste fragmento, o Programa possui um importante experimento onde monitora desde 2002, a din\u00e2mica da FOM com 25 parcelas permanentes de um hectare cada, totalizando 25 hectares, completando neste ano de 2020, 18 anos de acompanhamento em quase 15 mil \u00e1rvores existentes na \u00e1rea amostral. Em outra \u00e1rea pr\u00f3xima, outro conjunto de 10 parcelas permanentes foram instaladas em 2005 com similar metodologia, mas neste caso, a fim de avaliar a regenera\u00e7\u00e3o natural sob um plantio de <em>Arauc\u00e1ria angustifolia<\/em> da d\u00e9cada de 1940, remedidas tamb\u00e9m h\u00e1 cada tr\u00eas anos, totaliza j\u00e1 15 anos de monitoramento dessa regenera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea que tem apar\u00eancia de uma floresta nativa. Essas parcelas permanentes t\u00eam sido respons\u00e1veis por diversas pesquisas conclu\u00eddas e em andamento, principalmente, na \u00e1rea de manejo florestal, mas tamb\u00e9m envolvendo outras \u00e1reas, com participa\u00e7\u00e3o de docentes e discentes da P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, que tem permitido o desenvolvimento de diversas disserta\u00e7\u00f5es e teses, com publica\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. Salienta-se que o Programa conta ainda com 26 parcelas permanentes na Floresta Nacional de Tr\u00eas Barras, estado de Santa Catarina que segue a mesma metodologia da Flona de Irati e neste caso, envolve mais de 18 mil \u00e1rvores que vem sendo monitorada desde 2004.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PPGF disp\u00f5e ainda dentro da institui\u00e7\u00e3o, campus universit\u00e1rio de Irati, de \u00e1reas experimentais, com plantios de Pinus spp. e Eucalyptus spp., que t\u00eam sido utilizados no apoio \u00e0s aulas pr\u00e1ticas e ao desenvolvimento de pesquisas. Merece destaque a infraestrutura da Floresta Nacional (Flona de Irati), que \u00e9 uma importante unidade de conserva\u00e7\u00e3o administrada pelo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"parent":104,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-37","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/37","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/37\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/ppgf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}