{"id":6778,"date":"2020-08-26T08:00:47","date_gmt":"2020-08-26T11:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/?p=6778"},"modified":"2021-11-03T01:38:24","modified_gmt":"2021-11-03T04:38:24","slug":"resenha-a-maquina-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2020\/08\/26\/resenha-a-maquina-do-tempo\/","title":{"rendered":"Resenha: A M\u00e1quina do tempo"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><hr \/>\n<p><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><strong>Autor:<\/strong> Herbert George Wells.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><strong>G\u00eanero:<\/strong> Fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 1895.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><span style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Do mesmo autor dos famos<\/span>os livros <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">O homem invis\u00edvel<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">A Guerra dos mundos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">A M\u00e1quina do tempo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> foi o primeiro romance de HG Wells, publicado em 1895. Sendo at\u00e9 hoje um dos maiores t\u00edtulos da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e precursor da ideia da poss\u00edvel exist\u00eancia de uma M\u00e1quina do tempo, em que o homem poderia ter controle sobre o tempo de uma forma mec\u00e2nica. Wells nos leva para um \u00e9poca muito \u00e0 frente, contrariando tudo o que poder\u00edamos pensar sobre o futuro distante.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0A hist\u00f3ria \u00e9 narrada por um dos personagens que est\u00e1, junto com v\u00e1rios outros rapazes em uma sala de jantar, ouvindo um de seus amigos, um cientista designado apenas como \u201cO viajante do tempo\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0O romance se inicia no s\u00e9culo XIX, com este cientista utilizando alguns conceitos matem\u00e1ticos, com o intuito de convencer aqueles que estavam neste jantar de que a viagem no tempo era poss\u00edvel. Desacreditado pela maioria, prop\u00f5e demonstrar ali mesmo diante dos olhos de todos com um pequeno prot\u00f3tipo. Neste momento, ele revela um pequeno objeto que \u00e9 colocado em cima de uma mesa, e ent\u00e3o, empurra uma de suas alavancas. Esse ato faz com o que o modelo simplesmente suma em poucos segundos, diante dos olhos de todos, restando apenas a breve luz de uma lamparina que ali estava.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Ainda muito desacreditado, o Viajante conta-lhes que a m\u00e1quina real est\u00e1 em seu laborat\u00f3rio e que realizaria a viagem naquela noite. Assim como disse ele fez, e, no laborat\u00f3rio dele, subiu na tal engenhoca e empurrou uma das alavancas. Isso fez com que ele visse tudo passando rapidamente, as constru\u00e7\u00f5es sendo destru\u00eddas, novas sendo erguidas e tudo em sua volta se transformando. Quando ele decide parar, est\u00e1 no ano de 802.701 e tudo estava completamente diferente do que pensara.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Ele se v\u00ea estacionado em um campo aberto, com a grama muito verde, uma natureza v\u00edvida e seres que se pareciam com os humanoides. Eles possu\u00edam baixa estatura, sendo algo como uma evolu\u00e7\u00e3o de nossa esp\u00e9cie. Nesse salto t\u00e3o grande de tempo, o viajante relaciona-se com esses seres e tenta perceber a maneira que eles convivem entre si e com o mundo. O viajante percebeu que eles mostraram-se muito pac\u00edficos e usavam de uma comunica\u00e7\u00e3o bastante rudimentar, com pouqu\u00edssimas palavras.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Como cientista que \u00e9, o Viajante faz v\u00e1rias hip\u00f3teses sobre tudo o que v\u00ea. Parece como uma perfeita utopia, aquela sociedade vivendo em aparente harmonia com a natureza e felizes. Sup\u00f4s que talvez a humanidade teria jeito, o consumismo n\u00e3o nos corromperia, e que conseguiremos um dia, voltar a viver em equil\u00edbrio com o planeta. A \u00fanica coisa diferente que ele avista \u00e9 um enorme pilar com uma esfinge e alguns tubos met\u00e1licos, como se fossem dutos de ventila\u00e7\u00e3o vindos do fundo da terra.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0Ao anoitecer, todos os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Eloi, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">a esp\u00e9cie humanoide, com medo do escuro, dirigem-se \u00e0 uma grande constru\u00e7\u00e3o que existia naquele lugar. Ela possu\u00eda uma arquitetura magn\u00edfica, com teto alto e um piso deslumbrante. \u201cMas como uma esp\u00e9cie t\u00e3o prec\u00e1ria de iniciativa poderia ter constru\u00eddo aquilo tudo?\u201d indaga-se o cientista. O Viajante \u00e9 acolhido muito bem por todas aquelas pequenas criaturinhas curiosas, recebendo v\u00e1rias frutas, com todos sorrindo e cantando para ele, e foi ali onde o viajante passou a noite.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0No dia seguinte, percebe que sua m\u00e1quina havia sido roubada, dessa forma, ele precisaria explorar mais aquele local em busca do item, para que pudesse voltar \u00e0 sua \u00e9poca. Quando ele descobre a exist\u00eancia de uma outra ra\u00e7a, com bra\u00e7os grandes, uma pelagem alva, com olhos enormes e brilhantes, os brutais <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Morlocks<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Eram eles que viviam no subsolo longe de qualquer luz e sa\u00edam apenas \u00e0 noite. O viajante do tempo sup\u00f4s que sua m\u00e1quina deveria ter sido roubada por eles.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0A partir disso, a hist\u00f3ria come\u00e7a a ficar um tanto perturbadora. Na tentativa de contato, descobre que na verdade, essa outra ra\u00e7a utilizava dos ing\u00eanuos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Eloi<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> como alimento. E \u00e9 ap\u00f3s esse acontecimento em que se percebe as cr\u00edticas feitas por H.G. Wells, sobre a desigualdade social e como isso poderia afetar a humanidade diretamente, \u00e0 tal ponto de que evoluiremos para ra\u00e7as diferentes, claro que tudo isso \u00e9 apenas uma analogia.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Ser\u00e1 que o viajante do tempo consegue pegar a m\u00e1quina dele de volta e se livrar daquele novo esquema de sociedade?\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><strong>Autor da resenha: <\/strong>Rafael Welter.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\"><span style=\"font-weight: 400\">[1] WELLS, Herbert George. Tradu\u00e7\u00e3o Livia Bono. <\/span><b>A M\u00e1quina do tempo.<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> S\u00e3o paulo &#8211; SP: P\u00e9 da Letra, 2019.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">\u00b9Imagem retirada de: ARAUJO, Diego. Resenha: &#8220;A M\u00e1quina do tempo&#8221; de H. G. Wells. Fic\u00e7\u00f5es Humanas. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.ficcoeshumanas.com.br\/post\/resenha-a-m%C3%A1quina-do-tempo-de-h-g-wells\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ficcoeshumanas.com.br\/post\/resenha-a-m%C3%A1quina-do-tempo-de-h-g-wells<\/a>. Acesso em 25 de Agosto de 2020.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_facebook][\/vc_column][\/vc_row]<\/span><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Autor: Herbert George Wells. G\u00eanero: Fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Ano de publica\u00e7\u00e3o: 1895. \u00a0 \u00a0Do mesmo autor dos famosos livros O homem invis\u00edvel e A Guerra dos mundos, A M\u00e1quina do tempo foi o primeiro romance de HG Wells, publicado em 1895. 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