{"id":3688,"date":"2019-07-25T15:00:51","date_gmt":"2019-07-25T18:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/?p=3688"},"modified":"2023-02-25T11:46:56","modified_gmt":"2023-02-25T14:46:56","slug":"resenha-de-o-poder-do-habito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2019\/07\/25\/resenha-de-o-poder-do-habito\/","title":{"rendered":"Resenha: O poder do h\u00e1bito"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\"><strong>Autor:<\/strong> Charles Duhigg.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\"><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2012.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\"><strong>G\u00eanero:\u00a0<\/strong>Autoajuda.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Apenas com o nome deste livro \u00e9 poss\u00edvel ser levado a reflex\u00f5es sobre coisas que nunca paramos para pensar, isto \u00e9, sobre a exist\u00eancia dos h\u00e1bitos e o porqu\u00ea ca\u00edmos em rotinas, por exemplo. Este livro busca realmente mostrar isso, revelando como os h\u00e1bitos determinam as maneiras como consumimos e vivemos, al\u00e9m de conseguir compreend\u00ea-los e mud\u00e1-los potencialmente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0O autor Charles Duhigg divide o livro em tr\u00eas partes: na primeira tratando dos h\u00e1bitos e das rotinas das pessoas; na segunda abordando os h\u00e1bitos das empresas e das grandes organiza\u00e7\u00f5es; e, por fim, os h\u00e1bitos sociais. Como forma de atestar seus argumentos, o autor apresenta diversas pesquisas bem interessantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Com o objetivo de entender como funcionam os h\u00e1bitos, o autor buscou estudar os c\u00e9rebros, encontrando, assim, padr\u00f5es, vistos ap\u00f3s an\u00e1lises: mesmo ap\u00f3s sofrer com problemas de sa\u00fade, algumas pessoas mantinham h\u00e1bitos os quais n\u00e3o eram poss\u00edveis serem explicados por meio da l\u00f3gica. Para entender esse padr\u00e3o, Duhigg mostrou um estudo realizado no final do s\u00e9culo XX pelo <i>Massachusetts Institute of Technology<\/i> (MIT), no qual descobriram um ciclo neurol\u00f3gico em todos os h\u00e1bitos, denominado como o <i>Loop do H\u00e1bito. <\/i>Perceberam que esse ciclo era constitu\u00eddo por tr\u00eas partes, sendo estas: a deixa, a qual representa o est\u00edmulo que manda o c\u00e9rebro entrar em modo autom\u00e1tico; a rotina, que \u00e9 a forma de executarmos a deixa; e uma recompensa, a qual ajuda o c\u00e9rebro a saber se vale a pena memorizar o h\u00e1bito. Uma quest\u00e3o interessante trazida pelo autor \u00e9 que, com aus\u00eancia dessa recompensa, gera-se uma ansiedade com rela\u00e7\u00e3o ao resultado, podendo esse fato ser remetido \u00e0s pessoas que fumam, bebem ou jogam compulsivamente, por exemplo, pois anseiam por uma sensa\u00e7\u00e3o boa que est\u00e1 por vir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Como \u00e9 poss\u00edvel perceber, em nossas vidas n\u00e3o existem apenas h\u00e1bitos bons, existem tamb\u00e9m os h\u00e1bitos ruins, ou seja, os que, de certa forma, trar\u00e3o-nos problemas de alguma forma em nossas vidas, podendo ser em nossas sa\u00fades, empregos ou meios sociais. Dessa forma, \u00e9 exposto que qualquer h\u00e1bito, por mais complicado que pare\u00e7a, pode ser moldado, uma vez que at\u00e9 os alco\u00f3latras mais viciados conseguem ficar s\u00f3brios, por exemplo. Para modificar um h\u00e1bito, mostrou-se a necessidade da identifica\u00e7\u00e3o das deixas e recompensas que impulsionam as rotinas, e de mudar essas rotinas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Pode n\u00e3o fazer sentido, mas se n\u00e3o fosse pelos h\u00e1bitos, toda vez que uma pessoa entrasse para dirigir um carro, por exemplo, ela teria que come\u00e7ar tudo novamente, como se fosse a primeira vez. O h\u00e1bito \u00e9 sua capacidade de operar no piloto autom\u00e1tico, realizando atividades complexas sem a necessidade de comportamentos conscientes.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">\u00a0 \u00a0Para quem possui interesse em entender melhor sobre os diversos h\u00e1bitos praticados diariamente, identificando os bons e maus, e formas de mud\u00e1-los, este livro serve como uma boa recomenda\u00e7\u00e3o de leitura, a qual flui de forma natural pela sua escrita bem-feita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\"><strong>Autor da resenha:<\/strong> Matheus Vieira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_facebook][\/vc_column][\/vc_row]<\/span><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Autor: Charles Duhigg. 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