{"id":3665,"date":"2013-12-25T00:00:10","date_gmt":"2013-12-25T02:00:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/?p=3665"},"modified":"2023-04-26T20:05:28","modified_gmt":"2023-04-26T23:05:28","slug":"resenha-de-frankenstein","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2013\/12\/25\/resenha-de-frankenstein\/","title":{"rendered":"Resenha de: &#8220;Frankenstein&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><div><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><strong>Autor:<\/strong>\u00a0Mary Shelley<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><strong>Ano da edi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a02012<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><strong>G\u00eanero:<\/strong>\u00a0Fic\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><strong>Resenha:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\">\u00a0 \u00a0Frankenstein ou O Prometeu Moderno \u00e9 uma hist\u00f3ria escrita por Mary Shelley publicada inicialmente em 1818, em Londres. Foi uma hist\u00f3ria inovadora na \u00e9poca, provavelmente \u00e9 a primeira fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mas tamb\u00e9m \u00e9 uma hist\u00f3ria de horror e trag\u00e9dia. Escrita de maneira bem detalhada e convincente ela conta a hist\u00f3ria de Victor Frankenstein, que narra a sua vida para o jovem Robert Wilson, um ambicioso pesquisador buscando gl\u00f3ria e fama em suas pesquisas no \u00e1rtico. Por\u00e9m Frankenstein conta como sua pr\u00f3pria ambi\u00e7\u00e3o por conhecimento e gl\u00f3ria trouxe tamb\u00e9m a sua desgra\u00e7a. Frankenstein nasceu em Geneva, em torno do s\u00e9c XVIII, filho de fam\u00edlia boa e rica, assim ele logo teve contato com livros de velhos alquimistas (como Cornelius Agrippa). Maravilhado ele sente cada vez mais desejo por conhecimento e realizar alguma descoberta fant\u00e1stica. Quando mais velho ele vai estudar na Universidade de Ingolstad, na Alemanha, onde seus conhecimentos sobre a alquimia n\u00e3o foram bem recebidos. Mesmo assim Frankenstein se mostra um prod\u00edgio em ci\u00eancias naturais e mergulha em sua pr\u00f3pria pesquisa. Da sua persegui\u00e7\u00e3o por uma descoberta (em parte ainda orientado por velhos mitos), Frankenstein alcan\u00e7a a sua descoberta, o princ\u00edpio da vida. Isto lhe permite reanimar os mortos, e ele logo come\u00e7a o seu grande projeto. Utilizando de corpos retirados do mortu\u00e1rio, ele comp\u00f4s o monstro, gigantesco e deformado, e deu-lhe a vida. Quando ele percebeu o que tinha feito, Frankenstein entrou em p\u00e2nico e abandonou o monstro, que mais tarde o procuraria para atorment\u00e1-lo. A hist\u00f3ria foi escrita em uma \u00e9poca positiva para a ci\u00eancia e mostra que as pessoas acreditavam que a ci\u00eancia era capaz de realizar coisas inacredit\u00e1veis. A pr\u00f3pria autora conta no pr\u00f3logo que quis fazer uma hist\u00f3ria que n\u00e3o pare\u00e7a imposs\u00edvel, e por isso utilizou o contexto cient\u00edfico. Tamb\u00e9m descreve o abandono da alquimia e outras pr\u00e1ticas antigas, j\u00e1 que a ci\u00eancia que se formava na \u00e9poca da hist\u00f3ria \u00e9 muito mais madura. A descri\u00e7\u00e3o da Universidade \u00e9 muito familiar at\u00e9 para acad\u00eamicos modernos. O livro tamb\u00e9m tr\u00e1s ao leitor quest\u00f5es de \u00e9tica, como as responsabilidades dos cientistas sobre suas a\u00e7\u00f5es, o controle dos produtos da ci\u00eancia e quando estes s\u00e3o prejudiciais para a humanidade. Quest\u00f5es de justi\u00e7a e bem ou mal tamb\u00e9m podem ser refletidas sobre o livro, j\u00e1 que os personagens frequentemente se deparam com decis\u00f5es dif\u00edceis e a\u00e7\u00f5es question\u00e1veis, com diversos pontos de vista.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><strong>Autor e apresentador da resenha:<\/strong> Rafael Feliczaki.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 12pt\">Imagem retirada de: https:\/\/www.amazon.com.br\/Frankenstein-Mary-Shelley\/<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: times new roman,times,serif;font-size: 12pt\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_facebook][\/vc_column][\/vc_row]<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Autor:\u00a0Mary Shelley Ano da edi\u00e7\u00e3o:\u00a02012 G\u00eanero:\u00a0Fic\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica Resenha: \u00a0 \u00a0Frankenstein ou O Prometeu Moderno \u00e9 uma hist\u00f3ria escrita por Mary Shelley publicada inicialmente em 1818, em Londres. 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