{"id":16586,"date":"2026-02-17T21:52:26","date_gmt":"2026-02-18T00:52:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/?p=16586"},"modified":"2026-02-24T14:25:49","modified_gmt":"2026-02-24T17:25:49","slug":"no-ritmo-do-carnaval-o-samba-como-patrimonio-cultural-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2026\/02\/17\/no-ritmo-do-carnaval-o-samba-como-patrimonio-cultural-brasileiro\/","title":{"rendered":"No Ritmo do Carnaval: O Samba como Patrim\u00f4nio Cultural Brasileiro"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]\u00a0 \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0O Carnaval, que hoje mobiliza foli\u00f5es em diferentes partes do mundo, percorreu um longo e gradual processo de transforma\u00e7\u00e3o at\u00e9 alcan\u00e7ar o formato que conhecemos. Registros hist\u00f3ricos indicam que ele se consolidou entre os s\u00e9culos XII e XVI, em cidades italianas \u2014 especialmente Veneza \u2014, que se tornaram importantes centros dessa celebra\u00e7\u00e3o, difundindo bailes mascarados, cortejos p\u00fablicos e teatraliza\u00e7\u00e3o urbana [1].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0No Brasil, essa festividade foi introduzida pelos portugueses no per\u00edodo colonial, com in\u00edcio no s\u00e9culo XVII, sob a forma do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">entrudo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">: pr\u00e1tica popular de rua, caracterizada por brincadeiras coletivas que consistiam em lan\u00e7ar \u00e1gua \u2014 n\u00e3o necessariamente limpa \u2014 uns nos outros. Utilizavam-se bexigas de cera cheias de \u00e1gua (os chamados \u201clim\u00f5es de cheiro\u201d), bem como baldes com \u00e1gua misturada a farinha, gesso e, em situa\u00e7\u00f5es mais extremas, l\u00edquidos de odor desagrad\u00e1vel, com o objetivo de surpreender, molhar e \u201catacar\u201d o outro como parte da divers\u00e3o [1]. Com o tempo, essa brincadeira deixou de ser vivenciada apenas pela elite portuguesa e passou a ser amplamente adotada, sobretudo, por escravizados, libertos e trabalhadores urbanos, o chamado \u201cpovo mi\u00fado\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0No entanto, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">entrudo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> foi sendo reprimido ao longo do s\u00e9culo XIX, por ser considerado desordeiro e incompat\u00edvel com o projeto de moderniza\u00e7\u00e3o urbana, sobretudo no Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital do Brasil [1]. A administra\u00e7\u00e3o municipal passou a editar regulamentos e decretos que proibiam a pr\u00e1tica, impondo multas e pris\u00f5es sob o argumento de que era necess\u00e1rio \u201ccivilizar\u201d os costumes e aproximar a capital dos padr\u00f5es europeus de urbaniza\u00e7\u00e3o. Nesse contexto<\/span><b>, <\/b><span style=\"font-weight: 400\">guardas patrulhavam as vielas, dispersando aglomera\u00e7\u00f5es, confiscando bexigas e levando os envolvidos \u00e0s delegacias. O espa\u00e7o p\u00fablico, antes palco da brincadeira popular, tornou-se territ\u00f3rio de vigil\u00e2ncia e repress\u00e3o, com o objetivo de redefinir quem poderia ocupar as ruas \u2014 e sob quais condi\u00e7\u00f5es [1, 2].<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0Embora censurado pelas autoridades, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">entrudo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> n\u00e3o desapareceu por completo. Muito pelo contr\u00e1rio, foi sendo, aos poucos, ressignificado nas \u00e1reas populares da cidade, a partir da segunda metade do s\u00e9culo XIX, incorporando influ\u00eancias africanas e outras formas de celebra\u00e7\u00e3o consideradas mais compat\u00edveis com o ideal de \u201cordem e progresso\u201d defendido pelas elites. Entre essas formas, destacavam-se os bailes de m\u00e1scara realizados em teatros e clubes fechados, que tinham como elementos principais fantasias refinadas e m\u00fasica orquestrada, inspiradas nos carnavais europeus, especialmente nos modelos franc\u00eas e italiano [2].<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Foram esses acontecimentos que possibilitaram, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, mais precisamente em 1932, a realiza\u00e7\u00e3o do primeiro desfile oficial de escolas de samba no Rio de Janeiro, posteriormente regulamentado pelo poder p\u00fablico, com crit\u00e9rios formais de julgamento [2, 3].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0Atualmente, o Carnaval \u00e9 celebrado em mais de 50 pa\u00edses, distribu\u00eddos principalmente pela Europa, Am\u00e9rica Latina e Caribe, al\u00e9m de algumas regi\u00f5es da \u00c1frica e da Am\u00e9rica do Norte. A comemora\u00e7\u00e3o est\u00e1 vinculada ao calend\u00e1rio lit\u00fargico m\u00f3vel cat\u00f3lico, ocorrendo 47 dias antes do Domingo de P\u00e1scoa e encerrando-se na Quarta-feira de Cinzas, per\u00edodo de jejum e penit\u00eancia. O pr\u00f3prio termo \u201cCarnaval\u201d, derivado do latim <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">carne vale<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, que significa \u201cadeus \u00e0 carne\u201d, evidencia seu v\u00ednculo com a transi\u00e7\u00e3o para um per\u00edodo de restri\u00e7\u00e3o [1, 3].<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Ainda que comemorado coletivamente em diversos pa\u00edses, o Carnaval ganhou um estilo pr\u00f3prio, sendo moldado de acordo com as realidades culturais e hist\u00f3ricas de cada sociedade. No Brasil, por exemplo, existem muitas maneiras de curtir essa festividade, mas a comemora\u00e7\u00e3o raiz acontece, essencialmente, no Samb\u00f3dromo \u2014 palco oficial dos desfiles das escolas de samba \u2014 ou nos tradicionais bloquinhos de rua [3, 4].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0No caso do Samb\u00f3dromo, os desfiles das escolas de samba exigem um trabalho \u00e1rduo que perdura o ano inteiro para se concretizar, em poucos minutos, na Sapuca\u00ed, demandando disciplina, entrega e pertencimento da comunidade com a escola. At\u00e9 o dia do desfile, o samba-enredo precisa estar na boca do povo, cantado com o cora\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 ele que narra a hist\u00f3ria que ser\u00e1 apresentada na avenida. Cabe \u00e0s rainhas das escolas de samba, por meio da sincronia de seus movimentos e muito samba no p\u00e9, apresentar o esquenta da bateria ao p\u00fablico. S\u00e3o as fantasias, os adere\u00e7os e as maquiagens elaboradas, com muito brilho e purpurina, e os gigantescos carros aleg\u00f3ricos, capazes de comportar dezenas de pessoas, que enriquecem e colorem a avenida, chamando a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico carnavalesco [3, 4].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Al\u00e9m disso, s\u00e3o os bonecos gigantes de Olinda, o frevo, os estandartes, os trios el\u00e9tricos e as marchinhas que comp\u00f5em o c\u00f3digo est\u00e9tico do Carnaval de rua no Brasil. \u00c9 nas ruas que a comemora\u00e7\u00e3o \u00e9 marcada por experi\u00eancias intensas, como cantar junto com desconhecidos como se j\u00e1 fossem velhos amigos; vestir algo que jamais usaria no dia a dia e sentir-se incr\u00edvel; perder-se na multid\u00e3o e, ao mesmo tempo, reconhecer-se como parte dela; beber algo gelado no calor intenso e sentir al\u00edvio imediato; dormir pouco e acordar com o corpo pesado, mas com o cora\u00e7\u00e3o leve. \u00c9 o suor misturado com alegria que faz parte de dias marcados por muita folia, muito beijo na boca e muito samba [4].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0S\u00e3o essas viv\u00eancias interpessoais que conferem identidade ao Carnaval brasileiro, como bem sintetiza o comentarista Milton Cunha: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201co Carnaval \u00e9 o maior espet\u00e1culo popular do planeta porque ele fala de quem somos\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> [4]. E falar de quem somos implica, inevitavelmente, revisitar a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Isso \u00e9 feito ano ap\u00f3s ano no Carnaval \u2014 e, em 2018, n\u00e3o foi diferente: a escola Para\u00edso do Tuiuti apresentou o samba-enredo <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cMeu Deus, Meu Deus, Est\u00e1 Extinta a Escravid\u00e3o?\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e iniciou o desfile com uma comiss\u00e3o de frente que encenava o tr\u00e1fico negreiro, no qual homens e mulheres capturados na \u00c1frica apareciam confinados nos por\u00f5es das embarca\u00e7\u00f5es que cruzaram o Atl\u00e2ntico, presos por correntes. A coreografia inclu\u00eda tamb\u00e9m feitores<sup>1<\/sup><\/span><span style=\"font-weight: 400\"> dando chibatadas nesses povos escravizados, configurando um ato de desumanidade. A maquiagem e os figurinos ajudavam a evidenciar as cicatrizes e marcas estilizadas da viol\u00eancia e da brutalidade que, infelizmente, mancharam a hist\u00f3ria do Brasil por mais de tr\u00eas s\u00e9culos [5].<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0 \u00a0Ap\u00f3s esses detalhes de tamanha densidade hist\u00f3rica, contados com min\u00facia, seria natural, caro leitor, voc\u00ea supor que esta autora esteve presente na Sapuca\u00ed em 2018. Mas sabe o que \u00e9 mais curioso nisso tudo? \u00c9 o fato de que ela jamais participou de um Carnaval at\u00e9 o momento. Tudo o que conhece vem de depoimentos, relatos e de muitas madrugadas acordada, assistindo \u00e0 televis\u00e3o, esperando a Beija-Flor desfilar na Marqu\u00eas de Sapuca\u00ed. Acompanhando, no dia seguinte, a apura\u00e7\u00e3o das notas e sempre torcendo para que a escola de Nil\u00f3polis fosse a grande campe\u00e3 do Carnaval do Rio de Janeiro, tomada pela alegria e pelo entusiasmo de Neguinho da Beija-Flor, que abria os desfiles dizendo: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">\u201cAbre alas, meu povo, olha a Beija-Flor a\u00ed, gente! Chora, cavaco!\u201d<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> [6].<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400;font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Ainda assim, uma coisa \u00e9 certa: mesmo como espectadora, n\u00e3o \u00e9 preciso estar fisicamente presente para sentir a euforia que o Carnaval desperta. O que chega pela tela, pela m\u00fasica e pelos relatos j\u00e1 basta para compreender que o Carnaval \u00e9 muito mais do que uma festa. Ele desperta, no povo brasileiro, o orgulho pela pr\u00f3pria terra, enaltecendo a nossa pluralidade cultural, bem como dando visibilidade a narrativas historicamente marginalizadas que marcaram a forma\u00e7\u00e3o do Brasil \u2014 muitas delas ainda refletidas no cotidiano de grande parte da popula\u00e7\u00e3o; evidenciando a luta contra as desigualdades sociais e de g\u00eanero, al\u00e9m de refor\u00e7ar a import\u00e2ncia de preservar nossas riquezas naturais \u2014 que se materializam na imensa diversidade de fauna e flora que nos sustenta [7].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><b><i>Autora:<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400\"> Cassandra Trentin.<\/span><\/i><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><b><i>Refer\u00eancias:<\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[1] FERREIRA, F. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Inventando carnavais: o surgimento do carnaval carioca no s\u00e9culo XIX e outras quest\u00f5es<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[2] BAKHTIN, M. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">A cultura popular na Idade M\u00e9dia e no Renascimento: o contexto de Fran\u00e7ois Rabelais<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. S\u00e3o Paulo: Hucitec, 1987.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[3] CAVALCANTI, M. L. V. C. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Carnaval carioca: dos bastidores ao desfile<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Rio de Janeiro: UFRJ, 1994.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[4] VIANNA, H. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">O mist\u00e9rio do samba<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[5] DAMATTA, R. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Carnavais, malandros e her\u00f3is: para uma sociologia do dilema brasileiro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Rio de Janeiro: Rocco <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">do a mesti\u00e7agem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Petr\u00f3polis: Vozes, 1999.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><span style=\"font-weight: 400\">[7] TINHOR\u00c3O, J. R.<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\"> Pequena hist\u00f3ria da m\u00fasica popular: da modinha \u00e0 lambada<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. S\u00e3o Paulo: Art Editora, 1991.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><sup><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\"><span style=\"font-size: 12px\">1.<\/span> <\/span><\/sup><sup><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif\">Indiv\u00edduos respons\u00e1veis por fiscalizar e controlar o trabalho de pessoas escravizadas durante o per\u00edodo colonial e imperial no Brasil.<\/span><\/sup><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;font-size: 16px\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_facebook][\/vc_column][\/vc_row]<\/span><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O Carnaval, que hoje mobiliza foli\u00f5es em diferentes partes do mundo, percorreu um longo e gradual processo de transforma\u00e7\u00e3o at\u00e9 alcan\u00e7ar o formato que conhecemos. 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