{"id":15165,"date":"2025-01-31T20:27:05","date_gmt":"2025-01-31T23:27:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/?p=15165"},"modified":"2026-02-25T11:02:57","modified_gmt":"2026-02-25T14:02:57","slug":"janeiro-roxo-luta-contra-a-hanseniase","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2025\/01\/31\/janeiro-roxo-luta-contra-a-hanseniase\/","title":{"rendered":"A Luta Contra a Hansen\u00edase."},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p><span style=\"font-size: 16px;font-family: 'times new roman', times, serif\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px;color: #333333\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0A pandemia do Covid\u201319 nos ensinou, dentre tantas coisas, que a ignor\u00e2ncia pode ser t\u00e3o letal quanto uma doen\u00e7a. Nesses infelizes anos (2020 &#8211; 2022) que a humanidade vivenciou, cerca de 17 mil mortes podem estar vinculadas aos usos indevidos de rem\u00e9dios, cientificamente comprovados, ineficazes contra a doen\u00e7a (que algumas pessoas insistiam em utilizar) [1,2]. Lamentavelmente, esse n\u00e3o foi o primeiro epis\u00f3dio em que a desinforma\u00e7\u00e3o, o medo e os preconceitos culminaram em perdas humanas \u2014 e, provavelmente, n\u00e3o ser\u00e1 o \u00faltimo. Para ilustrar, basta lembrar da <a href=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2021\/05\/27\/revolta-da-vacina\/\">Revolta da Vacina<\/a>, em 1904, ou das atrocidades cometidas no Hospital Col\u00f4nia de Barbacena <span style=\"font-weight: 400\">(Minas Gerais, 1903 a 1980)<\/span>, conhecido como o \u201c<a href=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/petfisica\/2024\/03\/01\/holocausto-brasileiro\/\">Holocausto Brasileiro<\/a>\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0N\u00e3o \u00e9 surpreendente que estigmas sociais de mil\u00eanios atr\u00e1s ainda persistam na sociedade moderna. Dentre estes, h\u00e1 aqueles que continuam a matar seres humanos por uma doen\u00e7a que at\u00e9 mesmo j\u00e1 se conhece a cura: a hansen\u00edase, popularmente conhecida como lepra. Por ser uma doen\u00e7a transmiss\u00edvel que deformava o corpo, as sociedades antigas exclu\u00edam e at\u00e9 mesmo desumanizavam os infectados pela doen\u00e7a, criando preconceitos que perduram at\u00e9 os dias atuais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Nos tempos b\u00edblicos, por exemplo, a hansen\u00edase n\u00e3o era vista apenas como uma doen\u00e7a, mas como um castigo divino infligido aos pecadores; um suposto flagelo na alma que se manifestava na pele. Por esses motivos, os enfermos eram for\u00e7ados a morar em cabanas isoladas, cobrir quase todo o corpo, usar varetas para pedir esmola e sinos ou matracas para indicar sua chegada. Os doentes nem sequer eram tratados por m\u00e9dicos, mas por sacerdotes, que atribu\u00edam a contamina\u00e7\u00e3o ao contato f\u00edsico, muitas vezes sexual, considerando-o um pecado [3]. Essa cren\u00e7a sobre a hansen\u00edase, como disse EIDT (2004):<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0\u201c\u00c9 considerada mais do que uma doen\u00e7a. Por vezes representa uma humilha\u00e7\u00e3o extrema e uma condena\u00e7\u00e3o por um mal que o doente n\u00e3o cometeu.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Os s\u00e9culos seguintes n\u00e3o trouxeram al\u00edvio ao estigma e \u00e0s restri\u00e7\u00f5es enfrentadas pelos portadores. No s\u00e9culo XIX, em S\u00e3o Paulo, os lazarentos (nome vulgar para pessoas contaminadas) eram proibidos de entrar nas cidades, batizar seus filhos ou mesmo exercer profiss\u00f5es que envolvessem contato direto com pessoas ou mercadorias consumidas pela popula\u00e7\u00e3o. Em muitos casos, os enfermos eram enviados a centros de isolamento, os lazaretos [4].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Foi apenas em 1973 que o noruegu\u00eas Armauer Hansen descobriu que a hansen\u00edase n\u00e3o se trata de um castigo divino, mas de uma infec\u00e7\u00e3o bacteriana. Atualmente, sabe-se que essa infec\u00e7\u00e3o, de baixa contagiosidade, \u00e9 transmitida por meio de muco, tosse ou espirros, sendo causada pelo <em>Mycobacterium leprae<\/em>. Essa bact\u00e9ria afeta tanto a pele quanto o sistema nervoso perif\u00e9rico (SNP). No primeiro caso, as c\u00e9lulas de defesa isolam a bact\u00e9ria, criando granulomas e inflama\u00e7\u00f5es, causando deforma\u00e7\u00f5es no corpo. No segundo caso, a bact\u00e9ria se aloja e danifica o SNP para se proteger das c\u00e9lulas de defesa, causando paralisias no hospedeiro [3-5].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Felizmente, a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 retardada pela temperatura do corpo humano, que \u00e9 cerca de 7 \u00baC maior que a temperatura ideal para sua reprodu\u00e7\u00e3o [5]. Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel realizar diagn\u00f3sticos precoces em cl\u00ednicas especializadas, sendo que o maior indicador da doen\u00e7a s\u00e3o les\u00f5es cut\u00e2neas que alteram a sensibilidade t\u00e9rmica, dolorosa e t\u00e1til. O tratamento para curar a hansen\u00edase consiste no uso de poliquimioterapia [5,6].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Embora seja uma doen\u00e7a cur\u00e1vel, com tratamento gratuito oferecido pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), o Brasil foi respons\u00e1vel por 90% dos casos novos de hansen\u00edase diagnosticados nas Am\u00e9ricas, ocupando o segundo lugar mundial em n\u00famero de enfermos desde 2019 [7-9]. Felizmente, h\u00e1 aqueles que lutam para acabar com os preconceitos e diminuir esses dados em n\u00edvel mundial. Por exemplo, a falecida princesa Diana, da Inglaterra, chocou o mundo ao desmistificar o medo de transmiss\u00e3o ao tocar em enfermos [9].\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">\u00a0 \u00a0Para avan\u00e7ar ainda mais nessa luta e levar a informa\u00e7\u00e3o a todos, criou-se a campanha \u201cJaneiro Roxo\u201d, comemorado no dia 26 do mesmo m\u00eas, na qual, por exemplo, palestras s\u00e3o realizadas por todo o Brasil. Como consequ\u00eancia, em 2024, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 68% o n\u00famero de casos da doen\u00e7a em S\u00e3o Paulo [10,11]. Esses dados mostram que, pouco a pouco, os estigmas est\u00e3o sendo superados, e a humanidade avan\u00e7a cada vez mais para um mundo sem hansen\u00edase, uma das doen\u00e7as mais antigas da humanidade [4].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><strong>Autor:<\/strong> Gabriel Vinicius Mufatto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[1] Estudo estima 17 mil mortes por tratamento de covid-19 com cloroquina. Conselho Federal de Farm\u00e1cia. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/site.cff.org.br\/noticia\/Noticias-gerais\/12\/01\/2024\/estudo-estima-17-mil-mortes-por-tratamento-de-covid-19-com-cloroquina\">https:\/\/site.cff.org.br\/noticia\/Noticias-gerais\/12\/01\/2024\/estudo-estima-17-mil-mortes-por-tratamento-de-covid-19-com-cloroquina<\/a>. Acesso em: 13 jan. 2025.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[2] Hidroxicloroquina n\u00e3o \u00e9 recomendada como tratamento precoce contra Covid-19. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-com-ciencia\/noticias\/2024\/novembro\/hidroxicloroquina-nao-e-recomendada-como-tratamento-precoce-contra-covid-19\">https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-com-ciencia\/noticias\/2024\/novembro\/hidroxicloroquina-nao-e-recomendada-como-tratamento-precoce-contra-covid-19<\/a>. Acesso em: 13 jan. 2025.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[3] Hansen\u00edase na Hist\u00f3ria. Dispon\u00edvel em:https:\/\/www.invivo.fiocruz.br\/historia\/hanseniase-na-historia\/. Acesso em: 21 jan. 2025<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[4] EIDT, M. L. <strong>Breve hist\u00f3ria da hansen\u00edase: sua expans\u00e3o do mundo para as Am\u00e9ricas, o Brasil e o Rio Grande do Sul e sua trajet\u00f3ria na sa\u00fade p\u00fablica brasileira<\/strong>. Sa\u00fade e Sociedade, v. 13, n. 2, p. 76-88, 2004.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[5] Canal do Ensino: A Hist\u00f3ria da Hansen\u00edase. Dispon\u00edvel em:https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RwB0-3RqFrc. Acesso em: 22 jan. 2025.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[6] CARLOS, J; Morgado, A. M, A, M. <strong>Hansen\u00edase: diagn\u00f3stico e tratamento.<\/strong> S\u00e3o Paulo, v. 17, n. 4, p. 173-179, 2012.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[7] Janeiro Roxo: conscientiza\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 Hansen\u00edase. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ebserh\/pt-br\/hospitais-universitarios\/regiao-sudeste\/hc-ufu\/comunicacao\/noticias\/janeiro-roxo-conscientizacao-e-combate-a-hanseniase\">https:\/\/www.gov.br\/ebserh\/pt-br\/hospitais-universitarios\/regiao-sudeste\/hc-ufu\/comunicacao\/noticias\/janeiro-roxo-conscientizacao-e-combate-a-hanseniase<\/a>. Acesso em: 22 jan. 2025<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[8] Hansen\u00edase: Conhe\u00e7a mais sobre a doen\u00e7a. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.nhrbrasil.org.br\/nhr-brasil\/nossas-causas\/hanseniase.html#:~:text=O%20Brasil%20%C3%A9%20o%20segundo,114%2C4%20mil%20novos%20casos\">https:\/\/www.nhrbrasil.org.br\/nhr-brasil\/nossas-causas\/hanseniase.html#:~:text=O%20Brasil%20%C3%A9%20o%20segundo,114%2C4%20mil%20novos%20casos<\/a>. Acesso em: 22 jan. 2025<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[9] Entenda como Diana ficou conhecida como \u201ca princesa do povo\u201d. Dispon\u00edvel em:https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/internacional\/entenda-como-diana-ficou-conhecida-como-a-princesa-do-povo\/. Acesso em: 23 jan. 2025.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[10] Janeiro Roxo: cidade de S\u00e3o Paulo reduz em 68% os casos de hansen\u00edase. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/capital.sp.gov.br\/web\/saude\/w\/janeiro-roxo-cidade-de-s%C3%A3o-paulo-reduz-em-68-os-casos-de-hansen%C3%ADase\">https:\/\/capital.sp.gov.br\/web\/saude\/w\/janeiro-roxo-cidade-de-s%C3%A3o-paulo-reduz-em-68-os-casos-de-hansen%C3%ADase<\/a>. Acesso em: 22 jan. 2025<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px\">[11] Janeiro Roxo: conscientiza\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 Hansen\u00edase. Dispon\u00edvel em:\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/ebserh\/pt-br\/hospitais-universitarios\/regiao-sudeste\/hc-ufu\/comunicacao\/noticias\/janeiro-roxo-conscientizacao-e-combate-a-hanseniase\">https:\/\/www.gov.br\/ebserh\/pt-br\/hospitais-universitarios\/regiao-sudeste\/hc-ufu\/comunicacao\/noticias\/janeiro-roxo-conscientizacao-e-combate-a-hanseniase<\/a>. Acesso em: 23 jan. 2025<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif;font-size: 16px;color: #333333\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_facebook][\/vc_column][\/vc_row]<\/span><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]\u00a0 \u00a0 \u00a0A pandemia do Covid\u201319 nos ensinou, dentre tantas coisas, que a ignor\u00e2ncia pode ser t\u00e3o letal quanto uma doen\u00e7a. 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