{"id":805,"date":"2021-06-30T15:55:51","date_gmt":"2021-06-30T18:55:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/?p=805"},"modified":"2021-06-30T15:56:53","modified_gmt":"2021-06-30T18:56:53","slug":"voce-sabia-38","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/2021\/06\/30\/voce-sabia-38\/","title":{"rendered":"VOC\u00ca SABIA?"},"content":{"rendered":"<p>Uma abordagem in\u00e9dita obteve sucesso no controle do carrapato-do-boi (Rhipicephalus microplus), importante parasito de bovinos de corte e de leite. Em vez de somente aplicar produtos sobre os animais, cientistas testaram formula\u00e7\u00f5es granulares secas com o fungo Metarhizium robertsii que tamb\u00e9m podem ser aplicadas sobre as pastagens. A abordagem inovadora foi feita por pesquisadores da Embrapa, da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e da empresa norte-americana Jaronski Mycological Consulting.<br \/>\nOs experimentos foram bem-sucedidos no controle do aracn\u00eddeo, uma vez que 95% da popula\u00e7\u00e3o de carrapatos em um sistema de produ\u00e7\u00e3o encontra-se no pasto e n\u00e3o nos animais. As f\u00eameas botam seus ovos no solo, dos quais eclodem as larvas que em poucos dias est\u00e3o aptas a parasitar os animais. \u00c9 a primeira vez que essa estrat\u00e9gia \u00e9 utilizada. Os resultados foram publicados recentemente na revista Scientific Reports do grupo Nature.<br \/>\n\u00c9verton Kort Kamp Fernandes, da UFG lembra que o agente de biocontrole n\u00e3o \u00e9 uma toxina ou prote\u00edna capaz de causar a morte imediata do carrapato, mas um fungo, utilizado vivo para causar uma infec\u00e7\u00e3o letal na praga. \u201cNesse sentido, a aplica\u00e7\u00e3o do bioproduto pode ser planejada de duas formas distintas e complementares: diretamente no animal infestado ou na pastagem, ou em ambos, para o efetivo controle de carrapatos em diferentes est\u00e1gio de desenvolvimento\u201d, explica.<br \/>\nAs aplica\u00e7\u00f5es reduziram significativamente o n\u00famero de larvas de carrapatos sobre a pastagem durante esta\u00e7\u00e3o mais \u00famida, atingindo pelo menos 64,8% de efic\u00e1cia relativa, porcentagem expressiva e promissora levando em considera\u00e7\u00e3o o emprego de um inimigo natural. \u201cA utiliza\u00e7\u00e3o dessas formula\u00e7\u00f5es, combinada a outras estrat\u00e9gias de controle, ajudar\u00e1 o produtor a obter animais menos infestados e a diminuir a press\u00e3o de resist\u00eancia do carrapato aos acaricidas qu\u00edmicos, viabilizando a produ\u00e7\u00e3o de leite e carne de qualidade com animais mais saud\u00e1veis e livres de infesta\u00e7\u00f5es descontroladas\u201d, comenta Alan Marciano, da UFRRJ.<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a class=\"oajrlxb2 g5ia77u1 qu0x051f esr5mh6w e9989ue4 r7d6kgcz rq0escxv nhd2j8a9 nc684nl6 p7hjln8o kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x jb3vyjys rz4wbd8a qt6c0cv9 a8nywdso i1ao9s8h esuyzwwr f1sip0of lzcic4wl py34i1dx gpro0wi8\" role=\"link\" href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/61987950\/fungo-aplicado-na-pastagem-e-capaz-de-controlar-carrapato-bovino?fbclid=IwAR30iQk42rZCNJL0leODwgllSrWujCU_VSzeJQUDBEv4ueVr-n07J5GZmVA\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">https:\/\/www.embrapa.br\/&#8230;\/fungo-aplicado-na-pastagem-e&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma abordagem in\u00e9dita obteve sucesso no controle do carrapato-do-boi (Rhipicephalus microplus), importante parasito de bovinos de corte e de leite. Em vez de somente aplicar produtos sobre os animais, cientistas testaram formula\u00e7\u00f5es granulares secas com o fungo Metarhizium robertsii que tamb\u00e9m podem ser aplicadas sobre as pastagens. A abordagem inovadora foi feita por pesquisadores da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":130,"featured_media":806,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-805","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/805","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/130"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=805"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/805\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=805"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=805"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/petagronomia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=805"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}