{"id":912,"date":"2017-12-19T11:14:27","date_gmt":"2017-12-19T13:14:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/?p=912"},"modified":"2017-12-19T11:14:27","modified_gmt":"2017-12-19T13:14:27","slug":"numape-florescer-participa-de-campanha-pelo-fim-da-violencia-de-genero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/2017\/12\/19\/numape-florescer-participa-de-campanha-pelo-fim-da-violencia-de-genero\/","title":{"rendered":"Numape Florescer participa de campanha pelo fim da viol\u00eancia de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"<p>O projeto <strong>N\u00facleo Maria da Penha &#8211; Florescer<\/strong> fez parte da programa\u00e7\u00e3o da campanha <strong>16 dias de ativismo pelo fim da viol\u00eancia de g\u00eanero<\/strong><em>,<\/em> que teve in\u00edcio em 25 de novembro, organizado pela <strong>Secretaria de Pol\u00edticas P\u00fablicas para as Mulheres de Guarapuava<\/strong>. A a\u00e7\u00e3o acontece mundialmente desde 1991 e seu objetivo \u00e9 estabelecer um elo simb\u00f3lico entre viol\u00eancia de g\u00eanero e direitos humanos, enfatizando que a viol\u00eancia contra a mulher \u00e9 um ataque contra esses direitos.<\/p>\n<p>No dia 30, por exemplo, o projeto realizou o evento <strong>Ass\u00e9dio na universidade: como identificar e combater<\/strong>, na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Campus Santa Cruz (Guarapuava), para discutir quest\u00f5es e solu\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 tem\u00e1tica. Para isso, foram convidadas autoridades do Munic\u00edpio, da Justi\u00e7a e da Unicentro para participar da mesa-redonda. A coordenadora do Numape Florescer, professora Ariane Pereira, explicou que, em julho passado, o grupo foi procurado por algumas alunas que relataram se sentirem v\u00edtimas em sala de aula e nos corredores da institui\u00e7\u00e3o. \u201cEntendemos que a Universidade n\u00e3o tem nenhuma normatiza\u00e7\u00e3o que diga o que deve ser feito em caso de ass\u00e9dio, onde o aluno deve denunciar e qual o tr\u00e2mite ap\u00f3s isso\u201d, explicou Ariane, sobre a urg\u00eancia da discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>A titular da Delegacia da Mulher de Guarapuava, Amanda Ribeiro, explicou que essas quest\u00f5es culturais n\u00e3o se resolvem de uma hora para a outra, que a maioria das m\u00e3es e av\u00f3s provavelmente n\u00e3o tiveram a oportunidade de dialogar sobre isso quando mais novas e que, por isso, o primeiro passo agora \u00e9 discutir. \u201cN\u00f3s somos uma das primeiras gera\u00e7\u00f5es que est\u00e1 debatendo isso, tudo \u00e9 muito novo. Eu percebo que, se um homem grita, ele est\u00e1 mostrando virilidade e, se a mulher grita, ela \u00e9 chamada de louca\u201d, comenta a oficial.<\/p>\n<div id=\"attachment_913\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-913\" class=\"wp-image-913 size-medium\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-400x267.jpg 400w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-800x533.jpg 800w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-1200x800.jpg 1200w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o-255x170.jpg 255w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/12\/24273877_814633542040033_5791987803516321838_o.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-913\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\">O evento reuniu alunos e comunidade de Guarapuava. (Foto: Luisa Urbano\/Numape Florescer)<\/span><\/p><\/div>\n<p>Durante a mesa redonda no Santa Cruz, muitos apontamentos foram feitos a respeito da fiscaliza\u00e7\u00e3o de atos lesivos e da import\u00e2ncia de se procurar ajuda para que as provid\u00eancias sejam tomadas. Para o vice-reitor da Unicentro, professor Osmar Ambr\u00f3sio de Souza, \u00e9 necess\u00e1rio valorizar atividades como a campanha dos 16 dias de ativismo. \u201cEssa discuss\u00e3o auxilia na preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante uma mudan\u00e7a de postura que se propague durante o tempo\u201d, aponta o dirigente. Enquanto isso, a estudante de Jornalismo e bolsista do Numape Caroline Albertini compartilhou sobre a experi\u00eancia de fazer parte de um projeto do programa Universidade Sem Fronteiras. \u201cPara mim,, ter a oportunidade de participa do Florescer \u00e9 gratificante. Trabalhar com o combate da viol\u00eancia \u00e9 algo que vai al\u00e9m da gradua\u00e7\u00e3o\u201d, contou \u00e0 reportagem.<\/p>\n<p>Segundo a Secret\u00e1ria de Pol\u00edticas P\u00fablicas para as Mulheres de Guarapuava, Priscila Schran, de 2009 at\u00e9 2013, 28 mulheres foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio na cidade e, por isso, a campanha dos 16 dias \u00e9 vista como oportunidade de fazer um trabalho informativo, mostrando os servi\u00e7os da Secretaria para apoio, defesa e prote\u00e7\u00e3o das v\u00edtimas. Priscila ainda parabeniza as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo Numape Florescer, explicando que a Universidade consegue enxergar a quest\u00e3o com um olhar cient\u00edfico \u201cO N\u00facleo surgiu nesse sentido, de encontrar a linguagem e meios adequados para termos a melhor comunica\u00e7\u00e3o com as mulheres sobre a viol\u00eancia. Quando eu falo sobre isso atrav\u00e9s de um exemplo, talvez a mulher n\u00e3o se reconhe\u00e7a, mas quando ela assiste um depoimento de outra mulher, que tamb\u00e9m foi v\u00edtima, \u00e9 diferente\u201d, destaca a secret\u00e1ria, a respeito de pessoas que j\u00e1 procuraram a Prefeitura ap\u00f3s assistirem os produtos audiovisuais produzidos pelo projeto do USF. \u201cS\u00e3o hist\u00f3rias de mulheres que conseguiram romper o ciclo da viol\u00eancia, pois isso \u00e9 poss\u00edvel e cria esperan\u00e7a em tantas outras\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto N\u00facleo Maria da Penha &#8211; Florescer fez parte da programa\u00e7\u00e3o da campanha 16 dias de ativismo pelo fim da viol\u00eancia de g\u00eanero, que teve in\u00edcio em 25 de novembro, organizado pela Secretaria de Pol\u00edticas P\u00fablicas para as Mulheres de Guarapuava. 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