{"id":439,"date":"2017-08-10T16:36:48","date_gmt":"2017-08-10T19:36:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/?p=439"},"modified":"2017-09-15T19:59:10","modified_gmt":"2017-09-15T22:59:10","slug":"projeto-auxilia-criancas-atraves-da-deteccao-e-prevencao-de-problemas-visuais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/2017\/08\/10\/projeto-auxilia-criancas-atraves-da-deteccao-e-prevencao-de-problemas-visuais\/","title":{"rendered":"Projeto auxilia crian\u00e7as atrav\u00e9s da detec\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o de problemas visuais"},"content":{"rendered":"<p>Em Foz do Igua\u00e7u, a Escola Municipal Ros\u00e1lia de Amorim Silva iniciou 2017 sendo beneficiada por um projeto da Universidade Estadual do Oeste (Unioeste) que oferece testes para identifica\u00e7\u00e3o de problemas visuais em crian\u00e7as. A iniciativa denominada \u2018<strong>Detec\u00e7\u00e3o e Preven\u00e7\u00e3o de Problemas Visuais<\/strong>\u2019 \u00e9 uma das mais de 100 propostas que t\u00eam sido financiadas desde o come\u00e7o do ano por meio do programa <strong>Universidade Sem Fronteiras<\/strong> (USF), uma das maiores a\u00e7\u00f5es extensionistas do Brasil. Estas mais de 100 iniciativas s\u00e3o operacionalizadas diretamente pelas sete universidades estaduais do Paran\u00e1 \u2013 Unioeste, UENP, Unespar, UEL, UEM, UEPG e Unicentro, com recursos obtidos por meio de edital da Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Ensino Superior do Paran\u00e1, a Seti\/PR.<\/p>\n<p>A enfermeira Ivanete Sema do Nascimento, bolsista do projeto, conta que o objetivo nas escolas \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de avalia\u00e7\u00f5es com o maior n\u00famero de alunos poss\u00edvel. \u201cS\u00f3 o col\u00e9gio Ros\u00e1lia Silva teve uma m\u00e9dia de 150 crian\u00e7as atendidas neste ano, mas ainda n\u00e3o foram todas que participaram.\u00a0\u00c9 necess\u00e1ria a autoriza\u00e7\u00e3o dos pais para que elas possam realizar os testes\u201d, completa a especialista.<\/p>\n<div id=\"attachment_712\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-712\" class=\"size-medium wp-image-712\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-300x225.jpg 300w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-768x576.jpg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-400x300.jpg 400w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-800x600.jpg 800w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-1200x900.jpg 1200w, https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/wp-content\/uploads\/sites\/19\/2017\/08\/USF_Unioeste_DPPV_foto_001-255x191.jpg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-712\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10pt\">Jo\u00e3o Victor aguarda sua vez de fazer o teste (Foto: Jasmine Horst)<\/span><\/p><\/div>\n<p>O m\u00e9todo utilizado \u00e9 atrav\u00e9s da avalia\u00e7\u00e3o de acuidade visual conhecida como Tabela de Snellen, onde apenas n\u00fameros e a letra \u2018E\u2019 s\u00e3o usados com varia\u00e7\u00e3o de rota\u00e7\u00e3o. \u201cFoi muito bom fazer o exame. Se voc\u00ea n\u00e3o consegue ver as letras, significa que voc\u00ea tem que usar \u00f3culos\u201d, explica o aluno da Segunda S\u00e9rie \u00a0Jo\u00e3o Victor Thomaz.<\/p>\n<p>De acordo com o coordenador do projeto, professor Oscar Kenji Nihei (docente no Departamento de Enfermagem da Unioeste, no Campus Foz do Igua\u00e7u), o trabalho n\u00e3o termina quando \u00e9 encontrado um grau de dificuldade visual: o encaminhamento ap\u00f3s a detec\u00e7\u00e3o \u00e9 importante tamb\u00e9m. \u201cQueremos auxiliar a maioria das crian\u00e7as que n\u00e3o t\u00eam a oportunidade de ir em a oftalmologista. Por isso, buscamos facilitar esse acesso e, quando detectado algo, junto \u00e0 diretoria da escola e \u00e0 fam\u00edlia da crian\u00e7a, direcionamos para a unidade de Sa\u00fade da comunidade\u201d, comenta o professor.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, durante o ano, outro objetivo ser\u00e1 multiplicar o servi\u00e7o atrav\u00e9s da forma\u00e7\u00e3o de professores da rede municipal. A ideia \u00e9 que 20 a 30 professores participem de cada encontro de capacita\u00e7\u00e3o com parte te\u00f3rica e pr\u00e1tica para que, assim, possam aplicar os testes com seus alunos. \u201cMuitas vezes, os pais n\u00e3o suspeitam que seus filhos possuem problemas visuais. Por isso, a escola \u00e9 uma linha de frente importante para nos auxiliar e indicar qual crian\u00e7a pode estar passando por essa dificuldade\u201d, finaliza Oscar. Mais fotos em: https:\/\/goo.gl\/bQNvIq<\/p>\n<p>Por Andr\u00e9 Justus \/ M\u00eddia e Mem\u00f3ria Sem Fronteiras<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Foz do Igua\u00e7u, a Escola Municipal Ros\u00e1lia de Amorim Silva iniciou 2017 sendo beneficiada por um projeto da Universidade Estadual do Oeste (Unioeste) que oferece testes para identifica\u00e7\u00e3o de problemas visuais em crian\u00e7as. 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