{"id":120,"date":"2017-06-28T11:21:18","date_gmt":"2017-06-28T14:21:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/?page_id=120"},"modified":"2017-06-28T11:21:18","modified_gmt":"2017-06-28T14:21:18","slug":"agroindustria-de-milho-crioulo-de-base-familiar","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/midiaememoriasemfronteiras\/universidades\/uepg\/agroindustria-de-milho-crioulo-de-base-familiar\/","title":{"rendered":"Agroind\u00fastria de milho crioulo de base familiar"},"content":{"rendered":"<p>Em diversas regi\u00f5es do mundo, a partir das plantas selvagens o ser humano colheu sementes, as semeou, selecionou fen\u00f3tipos e assim domesticou as plantas cultivadas atualmente. Estima-se que o ser humano j\u00e1 utilizou em torno de 10.000 esp\u00e9cies vegetais para a sua alimenta\u00e7\u00e3o. Na sociedade moderna, ocorre processo inverso, perda preocupante de esp\u00e9cies vegetais selvagens, de popula\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies cultivadas e da diversidade gen\u00e9tica vinculada, sendo este processo denominado eros\u00e3o gen\u00e9tica. Desaparecem in\u00fameras variedades a cada ano e a diversidade gen\u00e9tica est\u00e1 cada vez menor. Segundo a FAO, hoje apenas 150 s\u00e3o cultivadas para alimentar a popula\u00e7\u00e3o mundial, sendo que 4 esp\u00e9cies (trigo, milho, arroz e batata) representam mais da metade da alimenta\u00e7\u00e3o nos cinco continentes. Culturas escolhidas pelo \u201cmercado\u201d e amparadas por uma legisla\u00e7\u00e3o de sementes quase que mundial, estabelece propriet\u00e1rios para estas culturas.<\/p>\n<p>Talvez o s\u00edmbolo da soberania alimentar seja a semente. A semente \u00e9 o in\u00edcio da cadeia alimentar. Aquele que controla a semente, controla a cadeia alimentar e pode assim controlar os povos. No Brasil, a soberania alimentar pode ser considerada amea\u00e7ada. A globaliza\u00e7\u00e3o dos produtos aliment\u00edcios tem levado os agricultores locais a obedecerem a regras, pre\u00e7os e padr\u00f5es internacionais, na maioria das vezes regidas por conveni\u00eancias mercadol\u00f3gicas que n\u00e3o respeitam a realidade destes agricultores. O objetivo desse projeto \u00e9 implementar e otimizar o uso de agroind\u00fastria de processamento de milho crioulo, estruturando a agroind\u00fastria de beneficiamento de milho crioulo, gerando conhecimento tecnol\u00f3gico da cadeia do milho crioulo. Neste contexto, ser\u00e3o realizados estudos do aproveitamento de diversas variedades de milho crioulo para beneficiamento (rendimento de canjica e de germe, rendimento de fub\u00e1 e quirera na primeira moagem, entre outros) e suas qualidades tecnol\u00f3gica e gustativa (an\u00e1lises sensoriais de textura, sabor e apar\u00eancia, polenta e bolo, entre outros).<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong><\/p>\n<p>Luiz Cl\u00e1udio Garcia (coordenador);<br \/>\nCarlos Hugo Rocha;<br \/>\nPedro H. Weirich Neto;<sup><br \/>\n<\/sup>Jo\u00e9lcio Eurich<span style=\"font-size: 13.3333px\">;<br \/>\n<\/span>Alice Karine Vrismann<span style=\"font-size: 13.3333px\">;<br \/>\n<\/span>N\u00e1tali Maidl de Souza;<br \/>\nGuilherme Pedrollo Mazer<span style=\"font-size: 13.3333px\">;<br \/>\n<\/span>Ivan Cesar Furmann Moura;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em diversas regi\u00f5es do mundo, a partir das plantas selvagens o ser humano colheu sementes, as semeou, selecionou fen\u00f3tipos e assim domesticou as plantas cultivadas atualmente. Estima-se que o ser humano j\u00e1 utilizou em torno de 10.000 esp\u00e9cies vegetais para a sua alimenta\u00e7\u00e3o. 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