{"id":2463,"date":"2018-04-14T00:00:00","date_gmt":"2018-04-14T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/irati\/2018\/04\/14\/a-mulher-no-mundo-da-arte-e-tematica-do-ii-forum-da-mulher-do-campus-irati\/"},"modified":"2018-04-14T00:00:00","modified_gmt":"2018-04-14T03:00:00","slug":"a-mulher-no-mundo-da-arte-e-tematica-do-ii-forum-da-mulher-do-campus-irati","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/irati\/2018\/04\/14\/a-mulher-no-mundo-da-arte-e-tematica-do-ii-forum-da-mulher-do-campus-irati\/","title":{"rendered":"\u201cA mulher no mundo da arte\u201d \u00e9 tem\u00e1tica do II F\u00f3rum da Mulher, do Campus Irati"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3375\" style=\"width: 353px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/sites.unicentro.br\/irati\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DSC_0024.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3375\" class=\"wp-image-3375\" src=\"http:\/\/sites.unicentro.br\/irati\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/DSC_0024-300x162.jpg\" alt=\"\" width=\"343\" height=\"185\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3375\" class=\"wp-caption-text\">Segunda edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum da Mulher voltou-se para o mundo das artes (Foto: Caroline Albertini)<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">O II F\u00f3rum da Mulher, promovido pela Divis\u00e3o de Promo\u00e7\u00e3o Cultural do Campus de Irati (Diproc), teve como tem\u00e1tica, em sua segunda edi\u00e7\u00e3o, \u201cA mulher no mundo da arte\u201d. \u201cO objetivo de refletir a arte \u00e9, justamente, questionar em que medida esse espa\u00e7o \u00e9 livre de conflitos para as mulheres. Aparentemente, \u00e9 s\u00f3 no senso comum que ele \u00e9 livre desses conflitos. Na real, na pr\u00e1tica, n\u00e3o \u00e9 isso que ocorre\u201d, explica Alexandra Louren\u00e7o, chefe da Diproc.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">Durante o evento, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de quase trezentas pessoas e lotou o Audit\u00f3rio Denise Stoklos, tr\u00eas palestras com diferentes abordagens sobre o tema foram realizadas. A noite contou com a participa\u00e7\u00e3o da professora Ana Gilles, do Departamento de Hist\u00f3ria, que tratou de aspectos relacionados a sua pesquisa quanto a participa\u00e7\u00e3o da mulher na hist\u00f3ria da arte, e o sil\u00eancio que h\u00e1 sobre o tema.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">J\u00e1 a bailarina e professora Daniela Kuhn, do Departamento de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica da Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1, falou sobre sua pr\u00f3pria experi\u00eancia. \u201cO padr\u00e3o corporal imposto para as mulheres t\u00eam reflexos muito fortes no mundo da dan\u00e7a. Hoje, socialmente, j\u00e1 temos uma imposi\u00e7\u00e3o, que \u00e9 extremamente violenta e nos condiciona a pr\u00e1ticas que nos trazem muito sofrimento, anulando a diversidade poss\u00edvel do ser mulher\u201d, afirma.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A artista pl\u00e1stica Lilian Gassen, que tamb\u00e9m \u00e9 professora da Unespar (Universidade Estadual do Paran\u00e1), em Curitiba, usou sua fala para apresentar alguns dados sobre os diferentes pap\u00e9is dos g\u00eaneros dentro do mundo das artes. \u201cExistem algumas diferen\u00e7as sutis de tratamento profissional. N\u00f3s temos algumas estat\u00edsticas engra\u00e7adas: mais homens entram e s\u00e3o representados pelas galerias de arte. Contudo, s\u00e3o as mulheres que vendem mais\u201d.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A estudante do curso de Hist\u00f3ria, Raielle Kollaritsch, viu no tema uma oportunidade para entender o contexto em que a mulher est\u00e1 inserida dentro das artes e, tamb\u00e9m, para conhecer novas artistas. \u201cEu, sendo bem sincera, n\u00e3o conhe\u00e7o muitas pintoras por exemplo, e acho que isso ocorre porque elas s\u00e3o poucos divulgadas. S\u00e3o sempre os homens que ficam, tanto com esse espa\u00e7o, como com v\u00e1rios outros. Esse evento \u00e9 muito importante para quebrar isso. Mostrar que n\u00f3s somos ativas, participativas e, principalmente, que somos capazes de sermos artistas tamb\u00e9m\u201d.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: small;\">A professora Alexandra explica que \u00e9 de extrema import\u00e2ncia abrir espa\u00e7os dentro da Universidade para falar e refletir sobre quest\u00f5es que permeiam a tem\u00e1tica do feminino e o papel da mulher. \u201cSeja o espa\u00e7o da pol\u00edtica, da arte, o espa\u00e7o profissional, do mercado de trabalho, at\u00e9 mesmo o espa\u00e7o dom\u00e9stico. Todos s\u00e3o espa\u00e7os para se questionar. Eu penso que a Universidade tem esse papel de promover essas discuss\u00f5es. Por isso, justamente, eu lancei o I F\u00f3rum e quero que ele vingue, que tenhamos outros e, em cada vez, pensando a mulher de uma maneira diferente\u201d, finaliza. <\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O II F\u00f3rum da Mulher, promovido pela Divis\u00e3o de Promo\u00e7\u00e3o Cultural do Campus de Irati (Diproc), teve como tem\u00e1tica, em sua segunda edi\u00e7\u00e3o, \u201cA mulher no mundo da arte\u201d. \u201cO objetivo de refletir a arte \u00e9, justamente, questionar em que medida esse espa\u00e7o \u00e9 livre de conflitos para as mulheres. 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