{"id":553,"date":"2022-10-21T15:44:04","date_gmt":"2022-10-21T18:44:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/?p=553"},"modified":"2022-10-22T01:32:43","modified_gmt":"2022-10-22T04:32:43","slug":"entre-rios-encontro-de-aguas-e-povos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/2022\/10\/21\/entre-rios-encontro-de-aguas-e-povos\/","title":{"rendered":"Entre Rios: encontro de \u00e1guas e povos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">A arquitetura no Brasil, assim como a cultura, a gastronomia e outras caracter\u00edsticas que marcam identidade, recebeu a influ\u00eancia de v\u00e1rios pa\u00edses. Tudo come\u00e7ou em 1500, quando Pedro \u00c1lvares Cabral chegou e j\u00e1 havia pessoas morando nesse \u201cnovo mundo\u201d. Afinal, n\u00e3o era um lugar deserto, pelo contr\u00e1rio, povos ind\u00edgenas j\u00e1 habitavam terras tupiniquins.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">\u00c0 medida que os portugueses chegavam ao Brasil, aplicavam seus estilos de vida, incluindo a arquitetura (constru\u00e7\u00f5es). Contudo, mesmo que os estrangeiros quisessem construir novas edifica\u00e7\u00f5es, seguindo t\u00e9cnicas europeias, eles n\u00e3o conseguiram, porque a disponibilidade de materiais e a m\u00e3o de obra era outra.<\/span><\/p>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<div id=\"attachment_554\" style=\"width: 385px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-554\" class=\" wp-image-554\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/a-casa-grande-creditos-a-blog-spot.jpg\" alt=\"\" width=\"375\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/a-casa-grande-creditos-a-blog-spot.jpg 320w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/a-casa-grande-creditos-a-blog-spot-255x152.jpg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><p id=\"caption-attachment-554\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 12pt\">A arquitetura colonial no Brasil s\u00e3o aquelas constru\u00e7\u00f5es realizadas no per\u00edodo entre os anos de 1530 e 1830. \u00c9 muito importante o legado art\u00edstico dessa \u00e9poca para a arquitetura no Brasil, pois demonstra uma cultura que foi sendo desenvolvida por meio de m\u00e3o de obra escrava e com materiais e condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas bem diferentes da Europa. Na foto pode-se observar, a Casa Grande,\u00a0 fundada antes de 1623, pertencente a Lu\u00eds Marreiros. Localizado em Olinda- PE.<\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Ao longo do tempo, a arte desenvolvida nessa col\u00f4nia portuguesa acabou apresentando suas pr\u00f3prias particularidades. Al\u00e9m da influ\u00eancia dos povos ind\u00edgenas e dos colonizadores europeus, a arquitetura tamb\u00e9m recebeu a contribui\u00e7\u00e3o da cultura africana. Essa fus\u00e3o de conhecimentos de diferentes tradi\u00e7\u00f5es foi levada a todos os cantos do territ\u00f3rio atrav\u00e9s dos bandeirantes.<\/span><\/p>\n<div style=\"width: 338px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-558\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/signo-Bandeirantes-creditos-Gabriela-Becker-desenho-sobre-a-tela-in-Pinacoteca-SP.jpeg\" alt=\"\" width=\"328\" height=\"382\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/signo-Bandeirantes-creditos-Gabriela-Becker-desenho-sobre-a-tela-in-Pinacoteca-SP.jpeg 1032w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/signo-Bandeirantes-creditos-Gabriela-Becker-desenho-sobre-a-tela-in-Pinacoteca-SP-768x893.jpeg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/10\/signo-Bandeirantes-creditos-Gabriela-Becker-desenho-sobre-a-tela-in-Pinacoteca-SP-255x297.jpeg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 328px) 100vw, 328px\" \/><p class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 12pt\">Os bandeirantes eram homens, principalmente paulistas que entre os s\u00e9culos XVI e XVII, atuavam na captura de escravos fugitivos, aprisionamento de ind\u00edgenas, e outras tarefas relacionadas. Atuavam, tamb\u00e9m, na procura de pedras e metais preciosos pelo interior do Brasil. Andavam sempre armados e usavam a viol\u00eancia para a captura.<\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><b>Coloniza\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"font-weight: 400\">No per\u00edodo pr\u00e9-colonial, s\u00e9culo XVI, a regi\u00e3o do Paran\u00e1 ficou esquecida por Portugal e foi explorada por colonizadores que buscavam especialmente <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">madeira de lei<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">. Com a liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria e ferrovi\u00e1ria entre o planalto e o litoral, foi a extensa floresta de arauc\u00e1ria angustif\u00f3lia, existente nos planaltos paranaenses, que permitiu a explora\u00e7\u00e3o da madeira como uma atividade econ\u00f4mica.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">O desenvolvimento da arquitetura e urbanismo paranaenses veio a partir do s\u00e9culo XVII, com o impulso das capitanias heredit\u00e1rias. Na \u00e9poca, era comum constru\u00e7\u00f5es de estruturas em taipa de pil\u00e3o e de pau-a-pique. Mais tarde, com a influ\u00eancia cada vez maior dos estrangeiros, foram adotadas tamb\u00e9m as alvenarias de pedra e de tijolos de adobe.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Foi a partir de 1850, quando o Paran\u00e1 deixou de ser prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo, que o governo local iniciou uma campanha para atrair novos imigrantes. Entre os anos de 1853 a 1886, o estado recebeu cerca de vinte mil. Foram 28 etnias que colonizaram o estado, sendo alem\u00e3es, poloneses, ucranianos, italianos, japoneses, \u00e1rabes, espanh\u00f3is, portugueses e holandeses.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">A coloniza\u00e7\u00e3o maci\u00e7a aumentou depois da proibi\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico de escravos, o que aumentou a procura de m\u00e3o-de-obra para trabalhar nas fazendas de caf\u00e9, principalmente no norte do estado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><b>Primeiros anos: o in\u00edcio de Entre Rios<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"font-weight: 400\">Para entender um pouco mais da hist\u00f3ria dos imigrantes su\u00e1bios na regi\u00e3o de Guarapuava,<\/span> <b>Clarissa Wetzel<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, historiadora e assistente hist\u00f3rica na Funda\u00e7\u00e3o Cultural Su\u00e1bio-Brasileira, afirma que \u00e9 importante pontuar que este grupo de imigrantes do sudeste europeu, o que hoje seria a S\u00e9rvia, Cro\u00e1cia e Rom\u00eania, manteve a cultura e a l\u00edngua alem\u00e3 enquanto acontecia a 2\u00aa Guerra Mundial.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">&#8220;Refugiadas na \u00c1ustria j\u00e1 h\u00e1 sete anos, fam\u00edlias de agricultores su\u00e1bios se inscreveram no projeto de migra\u00e7\u00e3o para o Brasil, idealizado pelo engenheiro agr\u00f4nomo Michael Moor e financiado pela Ajuda Su\u00ed\u00e7a na Europa.\u2019\u2019<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Este projeto consentia a 500 fam\u00edlias de agricultores passagens, terrenos, sementes e animais para reconstru\u00edrem suas vidas no Brasil, por\u00e9m com algumas condi\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"font-weight: 400\">Uma delas era a de filiarem-se \u00e0 uma rec\u00e9m formada Cooperativa Agr\u00e1ria, que deveria ser constru\u00edda especificamente para organizar esta comunidade agr\u00edcola. Sendo assim, a base do trabalho no primeiro ano seria comunit\u00e1rio. Todos deveriam trabalhar para todos. Al\u00e9m, de devolverem todo o investimento feito (passagens, terreno, semente, etc.) para a Ajuda Su\u00ed\u00e7a<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> em at\u00e9 seis anos.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><b>Construindo um (re)come\u00e7o\u00a0<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Ao chegarem em Guarapuava, as fam\u00edlias depararam-se com matas de arauc\u00e1rias, tendo que abrir estradas (tanto homens, quanto mulheres) para construir suas moradias, sobretudo, para tra\u00e7ar a arquitetura residencial urbana da Col\u00f4nia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">A arquitetura das casas era muito simples, As edifica\u00e7\u00f5es eram feitas de madeira e nunca constru\u00eddas diretamente no ch\u00e3o, ficando elevadas, com imbuia para a base e arauc\u00e1ria para as paredes. \u2018\u2019Cada casa tinha oito por cinco metros e meio, mas para algumas fam\u00edlias, que eram maiores, a casa era de doze por cinco metros e meio&#8221;, afirma <strong>Clarissa<\/strong>.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Nas edifica\u00e7\u00f5es havia uma janela que dava para o pr\u00f3prio terreno, em cima da varanda, ao lado da \u00fanica porta de entrada. Tamb\u00e9m continham outras duas janelas que davam para a rua.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"font-weight: 400\">Com o passar do tempo, a varanda logo foi acrescentada pelas fam\u00edlias, para aumentar o espa\u00e7o da constru\u00e7\u00e3o. \u201cO telhado era \u00edngreme e sem tesouras, t\u00edpico europeu, formava um s\u00f3t\u00e3o que fazia as vezes de um celeiro. Sua inclina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m era comum na Europa contra a neve, o que veio a ser \u00fatil em alguns anos aqui em Entre Rios. No in\u00edcio, houve uma tentativa de fazer as telhas com cascas de \u00e1rvore (<\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">schindel<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">), mas logo essa ideia foi abandonada e as telhas de barro passaram a vir de olarias em Irati\u2019\u2019, conclui <strong>Clarissa<\/strong>.<\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><b>Museu de Entre Rios\u00a0<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">A hist\u00f3ria de Entre Rios e seus primeiros anos, assim como os registros hist\u00f3ricos das col\u00f4nias (Jord\u00e3ozinho, Vit\u00f3ria, Samambaia, Cachoeira e Socorro), est\u00e3o preservados no Museu Funda\u00e7\u00e3o Cultural Su\u00e1bio Brasileira, localizado na Avenida Michael Moor, 1951 &#8211; Col\u00f4nia Vit\u00f3ria, Entre Rios.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"font-weight: 400\">O museu realiza visitas mediadas, todas gratuitamente, para grupos. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio fazer agendamento pr\u00e9vio pelo telefone (42) 3625 8326. Outras informa\u00e7\u00f5es sobre o museu \u00e9 s\u00f3 entrar em contato com o<\/span><span style=\"color: #000000\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\"><a style=\"color: #000000;text-decoration: underline\" href=\"http:\/\/www.suabios.com.br\/fundacao\"> site da Funda\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/span><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt\"><b>Quer testar seus conhecimentos? <\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Vamos testar o que voc\u00ea aprendeu sobre a cultura su\u00e1bio brasileira atrav\u00e9s de um teste? <span style=\"text-decoration: underline;color: #000000\"><strong><a style=\"color: #000000;text-decoration: underline\" href=\"https:\/\/pt.quizur.com\/trivia\/entre-rios-encontro-daguas-e-povos-Q6UW\">Clique aqui e responda.<\/a><\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;font-size: 14pt\">Depois, deixe seu coment\u00e1rio com o seu n\u00famero de acertos!<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400\">Texto: <\/span><\/em><b><i>Gabriela Becker para a revista contorno (2021)<\/i><\/b><\/p>\n<p><i>Edi\u00e7\u00e3o: <\/i><b><i>Gabriela Becker (2022)<\/i><\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"text-decoration: underline\"><span style=\"font-size: 10pt\">Leia tamb\u00e9m<\/span><\/span><span style=\"font-size: 10pt\">:<\/span><\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"ijuWQkn0nS\"><p><a href=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/2022\/10\/19\/quanto-voce-conhece-da-cultura-ucraniana\/\">Quanto voc\u00ea conhece da cultura ucraniana?<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Quanto voc\u00ea conhece da cultura ucraniana?&#8221; &#8212; Colmeia\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/2022\/10\/19\/quanto-voce-conhece-da-cultura-ucraniana\/embed\/#?secret=1mYFc4dIf8#?secret=ijuWQkn0nS\" data-secret=\"ijuWQkn0nS\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A arquitetura no Brasil, assim como a cultura, a gastronomia e outras caracter\u00edsticas que marcam identidade, recebeu a influ\u00eancia de v\u00e1rios pa\u00edses. Tudo come\u00e7ou em 1500, quando Pedro \u00c1lvares Cabral chegou e j\u00e1 havia pessoas morando nesse \u201cnovo mundo\u201d. Afinal, n\u00e3o era um lugar deserto, pelo contr\u00e1rio, povos ind\u00edgenas j\u00e1 habitavam terras tupiniquins.\u00a0 \u00c0 medida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":577,"featured_media":589,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[10,13],"tags":[23,21,22],"class_list":["post-553","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano","category-mundo","tag-cultura","tag-historia","tag-imigrantes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/553","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/577"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=553"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/553\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/589"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=553"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=553"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=553"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}