{"id":305,"date":"2011-09-22T11:12:19","date_gmt":"2011-09-22T14:12:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/?p=305"},"modified":"2022-09-22T11:33:39","modified_gmt":"2022-09-22T14:33:39","slug":"quer-fazer-um-origami","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/2011\/09\/22\/quer-fazer-um-origami\/","title":{"rendered":"Quer fazer um Origami?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\"><span style=\"text-decoration: underline\">A palavra origami vem do japon\u00eas e significa<\/span>, literalmente, <span style=\"text-decoration: underline\">dobrar papel<\/span> (oru = dobrar e kami papel). Portanto, a maioria das pessoas j\u00e1 fez um origami, quem nunca fez um avi\u00e3ozinho de papel na escola e jogou no coleguinha ao lado? E quem nunca fez um chap\u00e9u com jornal para comemorar o dia do soldado? Mas, a beleza geom\u00e9trica e a t\u00e9cnica precisa que comp\u00f5em a ess\u00eancia das dobraduras orientais ampliam essa defini\u00e7\u00e3o simplista.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\"><span style=\"text-decoration: underline\">Os origamis s\u00e3o uma arte tradicional milenar do oriente<\/span> (principalmente do Jap\u00e3o) e sua origem exata \u00e9 desconhecida. Estudiosos acreditam que o seu surgimento foi consequ\u00eancia da inven\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do papel, outros entendem que eles est\u00e3o ligados a cren\u00e7as religiosas de \u00e9pocas passadas. Mas, o fato \u00e9 que essa arte se difundiu por todo o planeta ao longo de muitos s\u00e9culos, sendo transmitida atrav\u00e9s de gera\u00e7\u00f5es, praticamente entre fam\u00edlias nobres pelo alto custo do papel. Mais tarde, a arte se popularizou por meio de livros, televis\u00e3o e internet, hoje existe uma s\u00e9rie de manuais que ensinam passo a passo como montar origamis dos mais variados estilos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">N\u00e3o basta ler textos explicativos e did\u00e1ticos sobre a t\u00e9cnica para criar um origami, \u00e9 preciso ter o <span style=\"text-decoration: underline\">dom da sutileza, da precis\u00e3o<\/span> e, principalmente, da paci\u00eancia. Por isso , \u00e9 cada vez mais raro encontrar jovens com disposi\u00e7\u00e3o para essa atividade, j\u00e1que quase todos preferem usar o tempo livre para navegar na internet, ver televis\u00e3o ou jogar v\u00eddeo-game. Hoje, em 2022, ainda h\u00e1 outros fatores que nos distraem e nos causam ansiedade, as redes sociais como Twitter, Instagram e TikTok.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">\u00c9 raro, mas n\u00e3o imposs\u00edvel, Priscila Ikeda e Margarida Kaminski s\u00e3o exemplos de jovens que encontraram nos origamis uma fonte de &#8220;terapia&#8221; e de distra\u00e7\u00e3o da rotina.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Entre gatos e pap\u00e9is<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-325 aligncenter\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-david-yu-1631516.jpg\" alt=\"\" width=\"442\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-david-yu-1631516.jpg 1798w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-david-yu-1631516-768x513.jpg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-david-yu-1631516-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-david-yu-1631516-255x170.jpg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 442px) 100vw, 442px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Priscila tem 19 anos e \u00e9 estudante de medicina veterin\u00e1ria, sua casa \u00e9 repleta de gatos de verdade e p\u00e1ssaros de papel. O seu primeiro origami foi um tsuru (p\u00e1ssaro), quando tinha cerca de oito anos. &#8220;Eu vi o passo a passo em um programa de TV, achei legal e resolvi fazer. Meu pai gravou para mim, ent\u00e3o eu olhava, parava, fazia, voltava, at\u00e9 conseguir terminar&#8221;.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Embora possua descend\u00eancia japonesa, a estudante afirma que isso n\u00e3o foi fator determinante para que come\u00e7asse a fazer origamis. Segundo ela, a motiva\u00e7\u00e3o veio pelo encantamento diante das dobraduras que via, al\u00e9m que h\u00e1 outras pessoas na fam\u00edlia dela que se dedicam \u00e0 atividade. &#8220;Meu tio faz alguns origamis. Minha tia tamb\u00e9m. Ela j\u00e1 me deu um livro sobre isso&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Foi no Ensino M\u00e9dio que Priscila come\u00e7ou a se dedicar realmente aos origamis, ela passou a se interessar pelos modulares, os chamados kusudamas, que possuem formatos de bola e s\u00e3o mais elaborados. &#8220;Eu gostei bastante desses modelos, achei bem complicado de fazer, tanto os pequenos, quanto os maiores, com v\u00e1rios m\u00f3dulos que precisavam ser encaixados. Mas o resultado era bom, valia a pena o esfor\u00e7o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">A jovem gosta de presentear os familiares e amigos com as dobraduras que faz. S\u00e3o poucos os que ficam guardados na casa dela, mas nunca vendeu nenhum. O trabalho dobraduras mais se orgulha de ter feito foram 40 mini kusuda como lembrancinhas para o casamento da irm\u00e3. &#8220;Levei uns quatro meses para terminar. Deu trabalho, mas todo mundo adorou. At\u00e9 hoje as amigas da minha irm\u00e3, quando me encontram na rua, perguntam: &#8216;foi voc\u00ea quem fez os origamis, n\u00e9? Faz um pra mim!&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Al\u00e9m de kusudamas, Priscila tamb\u00e9m gosta bastante de fazer tsurus que, de acordo com a cultura japonesa, significam &#8216;gar\u00e7asda paz&#8217;. Ela conta que h\u00e1 uma supersti\u00e7\u00e3o no Jap\u00e3o em que as pessoas acreditam que aquele que fizer mil tsurus ter\u00e1 um pedido realizado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Essa cren\u00e7a est\u00e1 relacionada \u00e0 uma hist\u00f3ria antiga sobre uma menina que estava muito doente e resolveu fazer mil origamis desse tipo, com a esperan\u00e7a de que fosse ficar boa quando terminasse. Por\u00e9m, ela morreu antes disso. Ent\u00e3o, amigos e familiares conclu\u00edram a meta da garota. &#8220;Eu n\u00e3o sei se j\u00e1 cheguei a mil tsurus, mas devo estar perto! [risos]&#8221;.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">\u201c\u00c9 algo que eu fa\u00e7o por prazer, como se fosse uma terapia mesmo. Tenho bastante paci\u00eancia.&#8221;\u00a0<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">A estudante n\u00e3o se importa em perder algumas horas do dia para fazer origamis, trocando at\u00e9 a internet pela atividade se for preciso. Ela comenta\u00a0 ainda que nunca ficou estressada por n\u00e3o conseguir finalizar alguma dobradura. &#8220;Teve um origami que eu comecei a fazer quando tinha 16 anos e at\u00e9 hoje n\u00e3o consegui finalizar, mas nunca me estressei. \u00c9 algo que eu fa\u00e7o por prazer, como se fosse uma terapia mesmo. Tenho bastante paci\u00eancia&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">&#8220;Os kusudamas maiores s\u00e3o os mais demorados porque \u00e9 preciso medir, cortar o papel, encaixar os m\u00f3dulos. Eu fiz um vermelho de 40 m\u00f3dulos para dar de presente ao meu namorado&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Bolas e mais bolas de papel<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-321 aligncenter\" style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 18.6667px\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-pnw-production-8251108.jpg\" alt=\"\" width=\"317\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-pnw-production-8251108.jpg 800w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-pnw-production-8251108-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-pnw-production-8251108-400x600.jpg 400w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/pexels-pnw-production-8251108-255x383.jpg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Margarida tem 20 anos e come\u00e7ou a fazer origamis, mais precisamente kusudamas, h\u00e1 tr\u00eas. A motiva\u00e7\u00e3o veio atrav\u00e9s de uma amiga, que fez um modelo de Electra (uma esp\u00e9cie de kusudama mais simples) e mostrou para ela, impressionando Margarida.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Depois de estudar o diagrama de montagem, a estudante de publicidade e propaganda resolveu tentar fazer sozinha. A partir de ent\u00e3o a jovem passou a pesquisar sobre esses modelos e descobriu que existe uma enorme variedade, deixando-a encantada. &#8220;Para mim eles exercem fasc\u00ednio. Essa arte, al\u00e9m de milenar, \u00e9 extremamente interessante, pois existem kusudamas muito peculiares. \u00c9 preciso muita dedica\u00e7\u00e3o e criatividade para cri\u00e1-los\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Em um primeiro momento, a inten\u00e7\u00e3o de Margarida era apenas provar para si mesma que tinha capacidade de produzir um kusuduma, logo depois isso acabou se tornando um passatempo no dia-a-dia. Ela aprendeu todas as t\u00e9cnicas que conhece na internet, principalmente em blogs que postam diagramas e v\u00eddeos. Tamb\u00e9m possui alguns livros em russo e japon\u00eas que cont\u00e9m explica\u00e7\u00f5es bem simples de montagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Assim como Priscila, Margarida gosta de presentear os amigos com os origamis que produz, at\u00e9 porque na sua casa n\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para colocar como decora\u00e7\u00e3o. No entanto, o dom para as dobraduras de papel j\u00e1 rendeu lucros de verdade para ela, produzindo uma grande quantidade de kusudamas para a decora\u00e7\u00e3o em uma festa. &#8220;Foi uma experi\u00eancia muito legal. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o muito boa quando as pessoas apreciam as coisas que voc\u00ea faz&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Uma das coisas que mais fascina a futura publicit\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o aos kusudamas \u00e9 a hist\u00f3ria. Segundo ela, esses modelos eram usados no Jap\u00e3o e na China para afastar o mal, como se fossem amuletos, por isso eram colocadas ervas dentro deles. Tamb\u00e9m eram associados a v\u00e1rias festividades e utilizados como decora\u00e7\u00e3o. &#8220;Descobri a fun\u00e7\u00e3o de colocar ervas nos kusudamas h\u00e1 pouco tempo, quando estava fazendo um origami inteiro fechado. Achei essas informa\u00e7\u00f5es em um blog que ensinava como colocar as ervas&#8221;. Os kusudamas s\u00e3o origamis constru\u00eddos a partir de m\u00f3dulos que, quando encaixados, ganham a forma de esfera. Eles podem ter de seis at\u00e9 60 m\u00f3dulos, dependendo do tamanho.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Tanto Margarida quanto Priscila n\u00e3o conhecem muitas pessoas que saibam ou se interessem pela arte dos origamis. Na era da virtualidade e do imediatismo \u00e9 cada vez mais raro encontrar algu\u00e9m com disposi\u00e7\u00e3o e paci\u00eancia para transformar papel em arte. Por\u00e9m, a sobreviv\u00eancia da atividade durante s\u00e9culos \u00e9 a prova de que sua beleza est\u00e1 al\u00e9m de todas as transforma\u00e7\u00f5es da humanidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Quer tentar?<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">Nem todos os origamis s\u00e3o extremamente complexos e dif\u00edceis de serem feitos como esses<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\">que aparecem na reportagem. Existem figuras t\u00e3o simples de serem dobradas, que pessoas &#8220;comuns&#8221; (como eu) conseguem fazer com facilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: georgia, palatino, serif;font-size: 14pt\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-310 aligncenter\" src=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/20220922_112249.jpg\" alt=\"\" width=\"409\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/20220922_112249.jpg 1068w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/20220922_112249-768x863.jpg 768w, https:\/\/www3.unicentro.br\/colmeia\/wp-content\/uploads\/sites\/139\/2022\/09\/20220922_112249-255x287.jpg 255w\" sizes=\"auto, (max-width: 409px) 100vw, 409px\" \/><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A palavra origami vem do japon\u00eas e significa, literalmente, dobrar papel (oru = dobrar e kami papel). 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