Projeto de Educação Física auxilia no tratamento de pacientes de doenças crônicas

Projeto de Educação Física auxilia no tratamento de pacientes de doenças crônicas

A prática de atividades físicas é, já há muitos anos, associada à boa saúde e qualidade de vida. Pensando nisso, o Departamento de Educação Física desenvolve um projeto específico para as pessoas que têm doenças crônicas, como as cardíacas, o diabetes, a osteoporose e a asma. É o “Centro de prescrição e orientação de atividades físicas para populações especiais”. “Esse projeto”, explica o coordenador, professor Marcos Queiroga, “vem justamente com a importância de dar esse suporte para essas pessoas que são encaminhadas ou estão sendo atendidas por algum serviço de saúde e que precisariam continuar na reabilitação. Então, nosso objetivo aqui é que a atividade física venha dar continuidade à melhoria da condição física, da aptidão física dessas pessoas para que elas não retornem mais para o serviço de saúde ou voltem o mínimo possível”.

Uma das pacientes atendidas é dona Irene Soares. Participa do projeto há um mês e meio, ela já percebeu os resultados da mudança na rotina. “A minha pressão começou a baixar. Quando eu cheguei aqui, a minha pressão estava muito elevada e, a partir do momento que eu comecei a fazer os exercícios, minha pressão começou a normalizar e a diabetes também. Sem contar os problemas reumáticos. Eu tinha muita dor nas articulações e isso me ajudou muito, porque hoje eu praticamente não tenho mais nenhuma dor”.

Quem também já sentiu os resultados positivos na saúde ao participar do projeto foi o estudante Bruno Castilho. Ele, que tem asma, diz que encontrou no projeto uma forma de amenizar o problema respiratório. “Melhorei minha respiração. Não tenho mais sentido tanto cansaço, respiração mais leve, sono melhor durante a noite. Melhorei bastante”.

 

Diabéticos e hipertensos estão entre os atendidos pelo projeto

O projeto conta com uma equipe de acadêmicos e profissionais da educação física que fazem os atendimentos. Ana Liara Caetano é acadêmica do quarto ano e é responsável pelo acompanhamento e monitoramento das atividades físicas executadas pelos participantes. “A gente busca sempre a melhora da qualidade de vida deles. Por exemplo: uma pessoa que tem hipertensão, a gente procura fazer atividades mais aeróbicas que vão diminuir essa pressão. Para quem tem problema na coluna, a gente procura exercícios que amenizem esse problema. E assim, conforme o paciente a gente estuda o caso e prescreve as atividades”, explica.

O atendimento na Clínica Escola de Educação Física é gratuito e ela funciona de segunda a sexta-feira, das14h às 19h da noite. O telefone para informações adicionais é o (42) 3629-8100.

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