Professores da Unicentro integram Conselho Municipal de Turismo de Guarapuava

Professores da Unicentro integram Conselho Municipal de Turismo de Guarapuava

A participação dos cidadãos na gestão pública tem ganhado força nos últimos anos e as instituições de ensino superior também não ficam de fora dessa articulação. Prova disso é que a Prefeitura de Guarapuava reinstaurou o Conselho de Turismo da cidade e convidou a Unicentro a integrar esse grupo, que deve discutir e fomentar a atividade turística no município.
O professor do Departamento de Comunicação e chefe de Gabinete da Unhicentro, Marcio Fernandes, explica que o Conselho Municipal de Turismo esteve desativado por alguns anos, mas que, com a criação de uma Secretaria de Turismo, a atual gestão decidiu reativá-lo e convidar atores sociais para contribuir. “O gabinete da reitoria entendeu que seria pertinente indicar meu nome como conselheiro, e também, da professora Marquiana Vilas Boas como suplente. Nós vamos ter um trabalho conjunto com outros setores aqui da Universidade no sentido de acompanharmos o Conselho e de darmos sugestões”, comenta o professor.
Marquiana Vilas Boas, professora do Departamento de Geografia, que ficou como suplente no Conselho, avalia que a participação da Unicentro nessas atividades também contribui com a formação dos acadêmicos. “Como nós formamos profissionais que vão atuar, diretamente, com a sociedade de Guarapuava e região, participar de conselhos que integram questões de interesse social são fundamentais para a formação desse profissional”.
E um dos primeiros projetos que deve compor a pauta do Conselho é o ‘Guarapuava Turística 2026’. Segundo o professor Marcio Fernandes, há uma estratégia que pretende, ao longo de uma década, transformar a cidade e a região em um polo de referência turística. “Hoje, nós já temos isso, o chamado turismo de negócios, mas entende-se que há potencial para mais no campo religioso, no campo da gastronomia, no campo do meio ambiente e assim por diante”, ressalta.
Para a professora Marquiana, o ponto central é pensar um turismo inclusivo que envolva as comunidades, sobretudo, as do campo. “Nós, recentemente, fizemos um projeto dessa natureza e identificamos que o município tem muitos potenciais que podem ser conhecidos pela própria população. Então, nossa contribuição vem dentro dessa lógica de valorização do espaço local, valorização da cultura e do ambiente de Guarapuava”, salienta.
Oficialmente, o Conselho foi instalado no dia primeiro de junho e os mandatos são válidos por dois anos. Os professores Marcio Fernandes e Marquiana Vilas Boas acreditam que o município só tem a ganhar com a reativação do órgão. “São pessoas com visões diferentes, com formações diferentes, com ideias distintas em que um complementa o outro”, avalia o conselheiro. Já para Marquiana, o Conselho configura um ganho para gestão pública e para a sociedade. “Todo município que tem conselhos, que envolve os segmentos da sociedade, via de regra, tem mais êxito nas suas políticas públicas, uma vez que a comunidade é ouvida tanto no sentido de construir as políticas, quanto no sentido de aprová-las”.

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